jerusalém

Capítulo 28 – Muitos dos que fugiam de Jerusalém, tendo sido atacados pelos romanos e aprisionados depois de se terem defendido, eram crucificados à vista dos outros judeus. Mas os rebeldes, em vez de se comoverem, tornavam-se ainda mais insolentes.

Tito, entretanto, fazia as plataformas avançarem sempre mais, embora os que nelas trabalhavam fossem mui perturbados pelos judeus que defendiam as muralhas. Ele mandou então uma parte de sua cavalaria colocar-se de emboscada nos vales a fim de apanhar os que saíam para buscar alimentos, dentre os quais havia também soldados não satisfeitos com o… ler mais »

Capítulo 26 – Palavras de Josefo aos judeus cercados em Jerusalém para exortá-los a se entregar. Os facciosos não se deixam convencer; mas o povo ficou tão impressionado que vários fugiram para os romanos. João e Simão colocam guardas nas portas para impedir que outros os pudessem seguir.

Depois desta ordem, Josefo escolheu um lugar apropriado, bem alto, fora do alcance dos dardos, de onde os judeus pudessem ouvi-lo. Exortou-os, então, a ter compaixão de si mesmos, do povo, do Templo e de sua pátria. Disse-lhes que era estranho que eles fossem mais obstinados consigo mesmos do que os estran­geiros; que os romanos,… ler mais »

Capítulo 17 – Tito volta para explorar Jerusalém e determina o lugar por onde deve atacá-la. Nicanor, um de seus amigos, querendo exortar os judeus a pedir a paz, é ferido por uma flechada. Tito manda devastar os arrabaldes. Começa-se o trabalho.

Estava Jerusalém nesse estado. Tito resolveu dar a volta a cidade com soldados de cavalaria de suas melhores tropas, para escolher por onde deveria começar o ataque; tinha, porém, dificuldade em se decidir, porque do lado dos vales, ela era inacessível; do outro, o primeiro muro era tão forte, que parecia não poder ser derribado… ler mais »

Capítulo 16 – Quantos eram os que seguiam o partido de Simão e o de João. A divisão dos judeus foi a verdadeira causa da queda de Jerusalém e de sua ruína.

Os mais valentes e os mais obstinados dos facciosos seguiam o partido de Simão; seu número era de dez mil, subordinados à autoridade de cinqüenta oficiais. Havia, além disso, cinco mil idumeus, comandados por dez chefes cujos principais eram Sosa, filho de Tiago, e Catlas, filho de Simão. João tinha ocupado com seis mil homens,… ler mais »

Capítulo 13 – Descrição da cidade de Jerusalém.

A cidade de Jerusalém estava cercada por um tríplice muro, exceto do lado dos vales, onde havia somente um, porque ali eles são inacessíveis. Estava construída sobre dois montes opostos e separados por um vale cheio de casas. O monte sobre o qual a cidade alta estava situada era muito mais elevado e mais íngreme… ler mais »

Capítulo 12 – Tito faz aplainar o espaço que ia até os muros de Jerusalém. Os facciosos, fingindo querer entregar-se aos romanos, fazem que vários soldados se empenhem temerariamente em um combate. Tito perdoa-lhes e estabelece seus quartéis para completar o cerco.

Tito, entretanto, querendo fazer suas tropas avançar para Jerusalém, as quais estavam em Scopos, determinou quanto julgava necessário para se opor às incursões dos inimigos; com outros soldados aplainou o espaço que se estendia até os muros da cidade. Mandou derrubar todas as cercas e todas as sebes que rodeavam os jardins e as propriedades;… ler mais »

Capítulo 11 – João apodera-se, de surpresa, da parte interior do Templo, que era ocupada por Eleazar, e assim, os três partidos que estavam em Jerusalém reduzem-se a dois.

Os atos de hostilidade cessaram por momentos na parte exterior de Jerusalém e por isso recomeçou uma guerra no seu interior. A quatorze de abril, quando os judeus celebram a festa da Páscoa, em memória da libertação da escravidão do Egito, Eleazar mandou abrir a porta do Templo para receber as pessoas do povo que… ler mais »

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