Capítulo 18 – Simão, que fora o principal chefe dos sediciosos em ferusalém, depois de ter desfilado no cortejo triunfal, entre os escravos, é executado publicamente. Fim da cerimônia do cortejo triunfal.
O espetáculo desse cortejo triunfal, tão magnífico, terminou no templo de Júpiter Capitolino. Aí ele se deteve segundo o antigo costume, até que tivesse anunciado a morte do chefe dos inimigos. O chefe era então Simão, filho de Gioras, que depois de ter tomado parte no desfile triunfal, entre os outros escravos, foi arrastado com uma corda ao pescoço, batido com varas e executado junto do grande mercado, que é o lugar destinado ao suplício dos criminosos. Depois que anunciaram sua morte e que todos manifestaram sua alegria aplaudindo, ofereceram-se sacrifícios acompanhados de orações e votos. Tudo terminado solenemente, os imperadores retiraram-se para o palácio, onde deram um grande banquete. Outros se deram também ao mesmo tempo em toda a cidade onde se festejava, aquele dia, para dar graças a Deus pela vitória obtida sobre os inimigos e também porque se considerava como o fim das guerras civis e o começo de uma grande ventura para o porvir.
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