simão

Capítulo 1 – Simão, embora judeu, é causa de que Seleuco Nicanor, rei da Ásia, mande Apolônio, governador da Síria e da Fenícia, tomar os tesouros que estavam no Templo de Jerusalém. Alguns anjos aparecem a Apolônio, e ele cai semimorto. Deus, a rogo dos sacerdotes, salva-lhe a vida. Antíoco sucede ao rei Seleuco, seu pai, constitui Jasão, sumo sacerdote, o qual era muito ímpio, e serve-se dele para obrigar os judeus a renunciar à sua religião.

Devemos agora trazer provas do que eu disse do poder da razão sobre os sentidos. Nossos antepassados gozavam de profunda paz; seu sábio proceder e sua piedade faziam-nos estimados de todos e Seleuco Nicanor, rei da Ásia, per­mitia tomarem eles tanto dinheiro quanto quisessem, para empregá-lo no servi­ço de Deus, mas alguns malvados, que só… ler mais »

Capítulo 30 – Silva, que, depois da morte de Basso, governava a judéia, decide-se a atacar Massada, onde Eleazar, chefe dos sicários, se havia refugiado. Horríveis atos de crueldade e de impiedade cometidos pelos dessa seita, porfoão, por Simão e pelos idumeus.

Basso morreu na Judéia e foi substituído por Flávio Silva e como Massada era a única praça que lhe restava tomar, ele reuniu todas as tropas para atacá-la. Eleazar, chefe dos sicários ou assassinos, comandava-os, nessa praça; ele era da família de Judas, que tinha outrora persuadido a vários ju­deus, a não se submeterem ao… ler mais »

Capítulo 18 – Simão, que fora o principal chefe dos sediciosos em ferusalém, depois de ter desfilado no cortejo triunfal, entre os escravos, é executado publicamente. Fim da cerimônia do cortejo triunfal.

O espetáculo desse cortejo triunfal, tão magnífico, terminou no templo de Júpiter Capitolino. Aí ele se deteve segundo o antigo costume, até que tivesse anun­ciado a morte do chefe dos inimigos. O chefe era então Simão, filho de Gioras, que depois de ter tomado parte no desfile triunfal, entre os outros escravos, foi arrastado com… ler mais »

Capítulo 7 – Como Simão, filho de Gioras, chefe de uma das duas facções que estavam em Jerusalém, foi preso e conservado para o cortejo triunfal.

Quando Simão, perseguido na cidade alta de Jerusalém, viu que os romanos se entregavam ao saque, ele reuniu os mais fiéis dos seus amigos, com pedreiros munidos de martelos e de outros instrumentos necessários ao que ele intentava, bem como viveres para vários dias e entrou num esgoto, de que poucas pessoas tinham conhecimento. Enquanto… ler mais »

Capítulo 42 – Depois que os romanos ergueram aqueles cavaletes, derrubaram com os aríetes um pedaço do muro e fizeram brecha em algumas torres; Simão e joão e os outros revoltosos são tomados de tal terror que abandonam, para fugir, as torres de Hípicos, de Fazael e de Mariana, que só seriam tomadas pela fome, e então os romanos, tornando-se senhores de tudo, fazem uma horrível matança e incendeiam a cidade.

Dez dias depois que os cavaletes haviam sido iniciados, foram acaba­dos, a sete de setembro e os romanos colocaram suas máquinas sobre eles. Então, os revoltosos perderam toda esperança de poder por mais tempo defen­der a cidade. Vários abandonaram os muros para se refugiar no monte Acra ou nos esgotos, porém os mais corajosos atacaram… ler mais »

Capítulo 40 – Tito ordena construírem-se cavaletes para atacar a cidade alta. Os idumeus mandam emissários a ele. Simão os descobre e manda matar uma parte deles e o restante escapa. Os romanos vendem um grande número de pessoas. Tito permite a quarenta mil que se retirem para onde quiserem.

Tito, vendo que não se podia tomar a cidade alta sem o auxílio de cava­letes, por causa de sua posição, que a tornava inacessível de todos os lados, dividiu o trabalho entre seus solados, a vinte de agosto. Não era uma empresa fácil porque, como dissemos, esgotara-se nos trabalhos precedentes, toda a ma­deira que havia,… ler mais »

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