chefe

Capítulo 11 – Os judeus de Alexandria mandam a Caio uma embaixada para falar-lhe de seus sofrimentos; Fílon era o chefe dessa embaixada. Caio recebe-o de maneira que parecia muito favorável. Mas Fílon julgou bem que não podia confiar nele.

Depois de termos feito todo o possível para tornarmos Helicom favorável a nós, vendo que trabalhávamos inutilmente, porque ele era tão insolente e tão cheio de si que ninguém ousava aproximar-se dele, não sabendo além disso se ele tinha algum ódio pessoal e particular contra nós, que o levasse a irritar o imperador para nos… ler mais »

Capítulo 38 – Horrível maldade de Catulo, governador da Líbia Pentapolitana, que para se enriquecer com os bens dos judeus, acusa-os falsamente, e entre os outros, também afosefo, autor desta história, de terem levado Jônatas, chefe dos sicarios que tinham sido presos, afazer o que ele tinha feito. Vespasiano depois de se ter informado bem no assunto, manda queimar Jônatas vivo. Tendo sido demasiado clemente com Catulo, vê esse homem morrer de uma maneira espantosa.

Jônatas, chefe dessa pobre gente, que se tinha deixado enganar por ele, escapou; mas procuraram-no com tanto cuidado que ele foi aprisionado e levado a Catulo. Para retardar o seu suplício ele propôs-lhe um meio fácil para se enrique­cer, servindo-se dele para acusar os mais ilustres dos judeus de Cirene de tê-lo levado a fazer… ler mais »

Capítulo 30 – Silva, que, depois da morte de Basso, governava a judéia, decide-se a atacar Massada, onde Eleazar, chefe dos sicários, se havia refugiado. Horríveis atos de crueldade e de impiedade cometidos pelos dessa seita, porfoão, por Simão e pelos idumeus.

Basso morreu na Judéia e foi substituído por Flávio Silva e como Massada era a única praça que lhe restava tomar, ele reuniu todas as tropas para atacá-la. Eleazar, chefe dos sicários ou assassinos, comandava-os, nessa praça; ele era da família de Judas, que tinha outrora persuadido a vários ju­deus, a não se submeterem ao… ler mais »

Capítulo 18 – Simão, que fora o principal chefe dos sediciosos em ferusalém, depois de ter desfilado no cortejo triunfal, entre os escravos, é executado publicamente. Fim da cerimônia do cortejo triunfal.

O espetáculo desse cortejo triunfal, tão magnífico, terminou no templo de Júpiter Capitolino. Aí ele se deteve segundo o antigo costume, até que tivesse anun­ciado a morte do chefe dos inimigos. O chefe era então Simão, filho de Gioras, que depois de ter tomado parte no desfile triunfal, entre os outros escravos, foi arrastado com… ler mais »

Capítulo 7 – Como Simão, filho de Gioras, chefe de uma das duas facções que estavam em Jerusalém, foi preso e conservado para o cortejo triunfal.

Quando Simão, perseguido na cidade alta de Jerusalém, viu que os romanos se entregavam ao saque, ele reuniu os mais fiéis dos seus amigos, com pedreiros munidos de martelos e de outros instrumentos necessários ao que ele intentava, bem como viveres para vários dias e entrou num esgoto, de que poucas pessoas tinham conhecimento. Enquanto… ler mais »

Capítulo 1 – Tito reúne em Cesaréia suas tropas, para marchar contra Jerusalém. O partido de João de Giscala se divide em dois; Eleazar, chefe desse novo partido, ocupa a parte superior do Templo. Simão, por outro lado, era senhor da cidade e havia ao mesmo tempo então em Jerusalém três partidos que se guerreavam mutuamente.

Depois que Tito, como vimos, atravessou os desertos que estão entre o Egito e a Síria, chegou a Cesaréia para ali reunir novas tropas. Enquanto ainda estava em Alexandria, onde, com Vespasiano, seu pai, ocupava-se em organizar todos os interesses da cidade e do império que Deus lhes havia entregado, for­mou-se em Jerusalém um terceiro… ler mais »

Capítulo 30 – Simão, filho de Gioras, começa por se tornar chefe de um bando de ladrões, e reúne em seguida grandes forças. Os zelotes atacam. Ele derrota-os. Trava batalha com os idumeus e a vitória fica indecisa. Volta contra eles com forças maiores e todo seu exército é destruído pela traição de um de seus chefes.

Entretanto, surgiu uma nova guerra entre os judeus. Simão, filho de Gioras, originário de Gerasa, não era tão astuto como João, que se tinha apoderado de Jerusalém, mas era mais jovem, mais forte e ainda mais ousado que ele. O sumo sacerdote Anano o tinha expulsado por esse motivo da toparquia de Acrabatana, de que… ler mais »

Capítulo 23 – João de Giscala, aspirando a um governo tirânico, faz com que os zelotes se dividam em dois partidos, de um dos quais ele fica sendo o chefe.

Como João há muito tempo aspirava a um governo tirânico, ele não podia tolerar que outros partilhassem com ele da autoridade. Assim, separou-se deles, depois de ter trazido para o seu partido os que a impiedade tornava capazes dos maiores crimes, e não querendo mais obedecer a ninguém, ele dava ordens com firmeza e severidade,… ler mais »

Capítulo 8 – Vespasiano manda Tito, seu filho, sitiar Giscala, onde João, filho de Levi, originário dessa cidade, era chefe dos revoltosos.

Restava então somente Giscala, única cidade da Galiléia que ainda não tinha sido tomada. Uma parte daqueles que lá estavam, desejava a paz, porque quase todos eram trabalhadores, cujos bens consistiam em tudo o que podiam tirar do seu emprego e trabalho. Havia, porém, outros, em muito grande núme­ro e mesmo dos habitantes do lugar,… ler mais »

Capítulos 31 – O rei Agripa convida a Vespasiano para ir com seu exército descansar em seu reino e Vespasiano resolve submeter à obediência desse príncipe, Tiberíades e Tariquéia, que contra ele se haviam revoltado. Manda um oficial exortar os de Tiberíades a voltar ao cumprimento do dever. Mas Jesus, chefe dos revoltosos, obriga-o a se retirar.

Entretanto, o rei Agripa convidou Vespasiano para vir com seu exército ao seu reino, quer pelo desejo de homenageá-lo, quer porque pretendia repri­mir, por meio dele, as agitações em seu território; aquele general do exército romano partiu de Cesaréia, que está à beira-mar, para ir a Cesaréia de Filipe. Durante os vinte dias em que… ler mais »

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