dois

Capítulo 33 – Silva ataca Massada e começa a bater nos muros. Os judeus constróem um segundo, com vigas e terra entre os dois. Os romanos incendeiam-no e preparam-se para dar o assalto no dia seguinte.

Depois que Silva construiu este muro, que cercava totalmente os judeus em Massada, começou o ataque à praça. Achou somente um lugar que se podia encher de terra. Além da torre, que fechava o caminho do lado do ocidente, pelo qual se ia ao palácio e ao castelo, havia uma rocha maior do que essa,… ler mais »

Capítulo 25 – Tito, para assustar os judeus, manda desfilar na sua presença todo o exército. Organiza depois dois ataques contra o terceiro muro e manda ao mesmo tempo Josefo, autor dessa história, exortar os rebeldes a pedir-lhe a paz.

Tito resolveu então atacar o terceiro muro. Mas como julgava não ter necessidade para isso de muito tempo quis dar a oportunidade aos rebeldes de voltarem à obediência, na persuasão de que a destruição do segundo muro faria muita impressão no seu ânimo; pois a carestia também era tão grande, que eles não podiam, com… ler mais »

Capítulo 11 – João apodera-se, de surpresa, da parte interior do Templo, que era ocupada por Eleazar, e assim, os três partidos que estavam em Jerusalém reduzem-se a dois.

Os atos de hostilidade cessaram por momentos na parte exterior de Jerusalém e por isso recomeçou uma guerra no seu interior. A quatorze de abril, quando os judeus celebram a festa da Páscoa, em memória da libertação da escravidão do Egito, Eleazar mandou abrir a porta do Templo para receber as pessoas do povo que… ler mais »

Capítulo 1 – Tito reúne em Cesaréia suas tropas, para marchar contra Jerusalém. O partido de João de Giscala se divide em dois; Eleazar, chefe desse novo partido, ocupa a parte superior do Templo. Simão, por outro lado, era senhor da cidade e havia ao mesmo tempo então em Jerusalém três partidos que se guerreavam mutuamente.

Depois que Tito, como vimos, atravessou os desertos que estão entre o Egito e a Síria, chegou a Cesaréia para ali reunir novas tropas. Enquanto ainda estava em Alexandria, onde, com Vespasiano, seu pai, ocupava-se em organizar todos os interesses da cidade e do império que Deus lhes havia entregado, for­mou-se em Jerusalém um terceiro… ler mais »

Capítulo 23 – João de Giscala, aspirando a um governo tirânico, faz com que os zelotes se dividam em dois partidos, de um dos quais ele fica sendo o chefe.

Como João há muito tempo aspirava a um governo tirânico, ele não podia tolerar que outros partilhassem com ele da autoridade. Assim, separou-se deles, depois de ter trazido para o seu partido os que a impiedade tornava capazes dos maiores crimes, e não querendo mais obedecer a ninguém, ele dava ordens com firmeza e severidade,… ler mais »

Capítulo 18 – Os idumeus continuam a praticar atos de crueldade em Jerusalém e particularmente contra os sacerdotes. Matam Anano, sumo sacerdote, e Jesus, outro sacerdote. Elogios desses dois grandes personagens.

Tanto sangue derramado não satisfez o furor dos idumeus; eles continua­ram a derramá-lo por toda a cidade; saquearam as casas e mataram a todos os que encontraram. Pouparam somente o povo, da camada mais baixa, porque não o julgavam digno de sua cólera; eram principalmente os sacerdotes o objeto de sua vingança. Apenas caíam-lhes nas… ler mais »

Capítulo 2 – Os judeus, querendo atacar a cidade de Ascalom, onde havia uma guarnição romana, perdem dezoito mil homens, em dois combates, com João e Silas, dois de seus chefes, e Niger, que era o terceiro, salva-se milagrosamente.

Esta vitória, tão inesperada, obtida pelos judeus sobre o exército roma­no, comandado por Céstio, deixou-os de tal modo cheios de si e tornou-os tão insolentes, que, incapazes de se moderar, só pensaram em levar a guerra ainda mais longe. Depois de ter reunido o que melhor havia em tropas, marcharam contra Ascaom, cidade muito antiga,… ler mais »

Capítulo 38 – O rei Agripa manda dois generais aos revoltosos para procurar trazê-los à obediência. Eles matam um destes e ferem o outro e não os querem ouvir. O povo desaprova vivamente esse ato.

O rei Agripa vendo que aquela incrível multidão de judeus, que ocupava todas as montanhas e as colinas, fazia os romanos correrem grave perigo, resol­veu tentar trazê-los pela doçura à obediência, na esperança de que, se conseguis­se o seu intento, faria também terminar a guerra; ou, se não pudesse persuadi-los a todos, pelo menos conquistaria… ler mais »

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