horrível

Capítulo 3 – O imperador Caio entrega-se a toda sorte de devassidão e de crimes, e por uma horrível ingratidão e uma espantosa crueldade obriga o jovem Tibério, neto do imperador Tibério, a se matar.

Mas mui depressa se viu como o espírito humano é cego, como ele ignora o que lhe é útil e toma as sombras pela verdade. O soberano, que era considerado como um admirável benfeitor, cujas graças e favores se derramavam por toda a Europa e toda a Ásia, tornou-se um monstro de crueldade, ou melhor,… ler mais »

Capítulo 8 – Nada é mais ridículo que essa pluralidade de deuses dos pagãos, nem tão horrível como os vícios de que eles estão de acordo, essas pretensas divindades são capazes. Os poetas, os oradores e os excelentes artistas contribuíram principalmente para estabelecer essa falsa crença no espírito dos povos;porém os mais sensatos e sábios entre os filósofos não a tinham.

Não quero examinar as leis dos outros povos; nós nos contentamos em ob­servar as nossas, sem censurar as dos outros; e nem tampouco zombamos delas, nem maldizemos aquilo que essas nações consideram como deuses, porque nos­so legislador no-lo proibiu, pelo respeito devido a tudo o que traz o nome de Deus. Mas eu não poderia… ler mais »

Capítulo 38 – Horrível maldade de Catulo, governador da Líbia Pentapolitana, que para se enriquecer com os bens dos judeus, acusa-os falsamente, e entre os outros, também afosefo, autor desta história, de terem levado Jônatas, chefe dos sicarios que tinham sido presos, afazer o que ele tinha feito. Vespasiano depois de se ter informado bem no assunto, manda queimar Jônatas vivo. Tendo sido demasiado clemente com Catulo, vê esse homem morrer de uma maneira espantosa.

Jônatas, chefe dessa pobre gente, que se tinha deixado enganar por ele, escapou; mas procuraram-no com tanto cuidado que ele foi aprisionado e levado a Catulo. Para retardar o seu suplício ele propôs-lhe um meio fácil para se enrique­cer, servindo-se dele para acusar os mais ilustres dos judeus de Cirene de tê-lo levado a fazer… ler mais »

Capítulo 42 – Depois que os romanos ergueram aqueles cavaletes, derrubaram com os aríetes um pedaço do muro e fizeram brecha em algumas torres; Simão e joão e os outros revoltosos são tomados de tal terror que abandonam, para fugir, as torres de Hípicos, de Fazael e de Mariana, que só seriam tomadas pela fome, e então os romanos, tornando-se senhores de tudo, fazem uma horrível matança e incendeiam a cidade.

Dez dias depois que os cavaletes haviam sido iniciados, foram acaba­dos, a sete de setembro e os romanos colocaram suas máquinas sobre eles. Então, os revoltosos perderam toda esperança de poder por mais tempo defen­der a cidade. Vários abandonaram os muros para se refugiar no monte Acra ou nos esgotos, porém os mais corajosos atacaram… ler mais »

Capítulo 38 – Os romanos expulsam os revoltosos da cidade baixa e a incendeiam. Josefo faz ainda tudo o que pode para trazê-los ao dever, mas inutilmente; eles continuam com atos de horrível crueldade.

No dia seguinte, os romanos expulsaram os revoltosos da cidade baixa e a incendiaram toda até a fonte de Siloé. Sentiam prazer em ver aquele fogo, mas nada tinham para saquear, porque os revoltosos haviam levado tudo e transpor­tado para a cidade alta. Estavam tão longe de se arrepender de tantos males que haviam causado,… ler mais »

Capítulo 28 – Continua a horrível matança no Templo. Tumulto espantoso. Descrição de um horrível espetáculo. Os revoltosos fazem tal esforço num ataque, que repelem os romanos e retiram-se para a cidade.

Quando o fogo devorava o Templo, os soldados furiosos saqueavam e matavam todos os que encontravam. Não perdoavam nem à idade, nem à condição. Os velhos e as crianças, os sacerdotes e os leigos, eram todos passa­dos a fio de espada; todos eram envolvidos nessa matança geral e os que recor­riam aos rogos não eram… ler mais »

Capítulo 26 – Os revoltosos dão um outro ataque. Os romanos repelem-nos até o Templo, ao qual um soldado põe fogo. Tito faz todo o possível para extingui-lo, mas inutilmente. Horrível carnificina. Tito entra no Santuário e admira-lhe a magnificência.

Quando Tito se retirou para a torre Antônia, resolveu atacar no dia seguin­te pela manhã, dez de agosto, o Templo, com todo seu exército; e assim estava-se na véspera desse dia fatal, em que Deus tinha, há tanto tempo, condenado aquele lugar santo a ser incendiado e destruído depois de uma longa série de anos,… ler mais »

Capítulo 1 – Horrível miséria a que Jerusalém se encontra reduzida e incrível desolação de todos os países dos arredores. Os romanos terminam em vinte e um dias suas novas plataformas.

Os males que afligiam Jerusalém aumentavam cada vez mais; o furor dos revoltosos aumentava também, pois a fome era tal que os roubos não impediam que eles também começassem a se sentir envolvidos na mesma miséria geral, que já tinha destruído grande parte do povo e que reduzia ao último extremo os que ainda viviam…. ler mais »

Capítulo 33 – Simão, ante uma acusação falsa, manda matar o sumo sacerdote Matias, o qual fora causa de que ele fosse recebido em ferusalém. Horrível crueldade que ele acrescenta a tão grande desumanidade. Manda ainda matar a dezessete outras pessoas da nobreza e põe na prisão a mãe de Josefo, autor dessa história.

Simão, depois de ter torturado desapiedadamente o sumo sacerdote Matias, ao qual devia o favor de ter sido recebido na cidade, mandou matá-lo. Matias era filho de Boeto e era o sacerdote que mais afeição tinha ao povo e que por ele era o mais amado. Assim, vendo com que crueldade João o tratava, ele… ler mais »

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