zelotes

Capítulo 32 – Horríveis devastações feitas por Simão na Iduméia. Os zelotes apoderam-se de sua mulher. Ele vai com o exército até às portas de Jerusalém, onde pratica inúmeros atos de crueldade e faz tantas ameaças, que são obrigados a lhe devolver a mulher.

Simão atravessou em seguida toda a Iduméia e não se contentava de destruir as cidades e as aldeias; detestava também os campos, porque além dos soldados que tinha, quarenta mil outras pessoas seguiam-no e não havia víveres suficientes para tanta gente. Mas sua crueldade natural, que era ainda aumentada pela ira que tinha contra os… ler mais »

Capítulo 30 – Simão, filho de Gioras, começa por se tornar chefe de um bando de ladrões, e reúne em seguida grandes forças. Os zelotes atacam. Ele derrota-os. Trava batalha com os idumeus e a vitória fica indecisa. Volta contra eles com forças maiores e todo seu exército é destruído pela traição de um de seus chefes.

Entretanto, surgiu uma nova guerra entre os judeus. Simão, filho de Gioras, originário de Gerasa, não era tão astuto como João, que se tinha apoderado de Jerusalém, mas era mais jovem, mais forte e ainda mais ousado que ele. O sumo sacerdote Anano o tinha expulsado por esse motivo da toparquia de Acrabatana, de que… ler mais »

Capítulo 23 – João de Giscala, aspirando a um governo tirânico, faz com que os zelotes se dividam em dois partidos, de um dos quais ele fica sendo o chefe.

Como João há muito tempo aspirava a um governo tirânico, ele não podia tolerar que outros partilhassem com ele da autoridade. Assim, separou-se deles, depois de ter trazido para o seu partido os que a impiedade tornava capazes dos maiores crimes, e não querendo mais obedecer a ninguém, ele dava ordens com firmeza e severidade,… ler mais »

Capítulo 22 – Vários judeus entregam-se aos romanos para evitar a fúria dos zelotes. Continuam as crueldades e impiedades dos zelotes.

Muito depressa se constataram os efeitos dessa prudente ação de Vespasiano, pois muitos judeus vinham todos os dias entregar-se a ele, para evi­tar o furor dos zelotes, não sem grande dificuldade e sem grande perigo, porque todas as portas e avenidas de Jerusalém estavam cuidadosamente guardadas e eles matavam a todos os que por qualquer… ler mais »

Capítulo 20 – Os idumeus, tendo sido informados da maldade dos zelotes e tendo horror das suas incríveis crueldades, retiram-se para o seu país; os zelotes duplicam ainda sua crueldade.

Os idumeus, não podendo aprovar tantos excessos horríveis, começaram a se arrepender de ter vindo. Um dos zelotes advertiu-os secretamente de tudo o que acontecia. Disse-lhes que era verdade que eles tinham tomado as armas porque lhes haviam feito crer que os habitantes queriam entregar a cidade aos romanos; mas que não se havia encontrado… ler mais »

Capítulo 19 – Continuam as horríveis crueldades em Jerusalém da parte dos idumeus e dos zelotes; maravilhosa constância dos que as sofriam. Os zelotes matam Zacarias no Templo.

Depois que Anano e Jesus foram tão cruelmente massacrados, os zelotes e os idumeus levaram sua raiva contra o baixo povo e fizeram também entre eles uma horrível mortandade. As pessoas da nobreza eram encarceradas, com a espe­rança de que elas passassem para seu lado; nem um sequer, porém, preferiu evitar a morte, a fim… ler mais »

Capítulo 17 – Sobrevem espantosa tempestade durante a qual os zelotes, sitiados no Templo, saem e vão abrir as portas da cidade aos idumeus, que depois de ter derrotado o corpo da guarda dos habitantes, que cercava o Templo, apoderam-se de toda a cidade onde praticam toda sorte de horríveis crueldades.

Simão falou assim e todos os idumeus demonstraram com gritos que aprovavam o que ele tinha dito; Jesus retirou-se muito triste por ver na disposi­ção em que eles se achavam que a cidade era presa de uma dupla guerra. Os idumeus, por seu lado, não estavam em menor agitação de espírito; eles não podiam tolerar… ler mais »

Capítulo 16 – Os idumeus vêm em socorro dos zelotes; Anano recusa-lhes a entrada em Jerusalém. Discurso que Jesus, um dos sacerdotes, lhes faz do alto de uma torre. A resposta.

Aqueles enviados conseguiram sair, sem que Anano nem as sentinelas não só lhes impedissem a passagem, mas nem mesmo vieram a saber do que acontecia; os governadores da Iduméia apenas receberam as cartas, correram como loucos por todo o país, incitando os outros à guerra. Todos tomaram das armas, com tanto entusiasmo para defender a… ler mais »

Capítulo 14 – Luta entre o povo e os zelotes, que são obrigados a abandonar o primeiro recinto do Templo e a se retirar para o interior do mesmo, onde Anano os cerca.

Anano, vendo o povo tão bem disposto, escolheu os que julgou mais aptos para tal empresa e os organizou. Os zelotes, que tinham espiões, foram avisados de sua intenção; atacaram-nos com pequenas tropas e confusamente, e não perdoaram a um só dos que puderam apanhar. Anano, então, reuniu o povo. Eram mais numerosos que os… ler mais »

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