martírio

Capítulo 10 – Martírio do último dos sete irmãos.

Trouxeram em seguida o mais jovem e o último dos sete irmãos. Antioco não pôde deixar de sentir dó: estavam para amarrá-lo, quando ele o chamou e procu­rou persuadi-lo a obedecer-lhe: “Vistes de que modo vossos irmãos terminaram a vida no meio dos tormentos. Não imiteis seu exemplo. Tornai-vos, ao contrário, digno de meu afeto… ler mais »

Capítulo 9 – Martírio do sexto dos sete irmãos.

Depois da morte do quinto dos irmãos, trouxeram o sexto, que era muito jovem. Antioco perguntou-lhe se ele não queria salvar a vida, comendo a carne que ele havia ordenado comer e ele respondeu: “É verdade que quanto à idade eu sou mais moço que meus irmãos, mas não tenho menor firmeza e coragem do… ler mais »

Capítulo 8 – Martírio do quinto dos sete irmãos.

O quinto dos sete irmãos veio então por si mesmo apresentar-se e falou assim a Antioco: “Eu vim sem esperar que me obriguem, a me oferecer, para sofrer por minha religião o mesmo tormento que meus irmãos, a fim de que, multiplicando vossos crimes, a mão de Deus pese ainda mais sobre vós, para vos… ler mais »

Capítulo 7 – Martírio do quarto dos sete irmãos.

As palavras desse glorioso mártir foram seguidas de sua morte, e logo trouxeram o quarto dos sete irmãos. Exortavam-no a não imitar a loucura que tinha custado a vida aos precedentes; ele, porém, respondeu: “Por mais ardente que seja o fogo que acendereis para me queimar, ele não me fará medo. Sei que nada mais… ler mais »

Capítulo 6 – Martírio do terceiro dos sete irmãos.

Depois que este generoso mártir terminou a vida como acabamos de narrar, trouxeram o terceiro dos sete irmãos. Exortaram-no a se livrar da morte pela obediência às ordens do rei: ele, porém, respondeu: “Ignorais que aqueles que acabam de morrer e eu, temos nossa origem do mesmo pai e da mesma mãe, e que recebemos… ler mais »

Capítulo 5 – Martírio do segundo dos sete irmãos.

Os guardas de Antíoco trouxeram depois o segundo dos sete irmãos; puseram-lhe nas mãos uma espécie de manopla de ferro, cujos dedos terminavam, em pontas afiadas, ferindo as unhas; amarraram-no em seguida a um instrumento de suplício, chamado catapulta. Depois perguntaram-lhe, se para evitar outros tor-mentos ele estava disposto a obedecer às ordens do rei…. ler mais »

Capítulo 4 – Martírio do primeiro dos sete irmãos.

Uma resposta tão corajosa e tão generosa pôs esse bárbaro príncipe em desespe­rado furor, porque ele não considerava somente aqueles sete irmãos como desobedientes, mas como ingratos, que desprezavam os favores que lhes queria fazer. Os algozes para obedecer-lhe, começaram por arrancar as vestes do mais velho dos irmãos, amarraram-lhe as mãos às costas e… ler mais »

Capítulo 2 – Martírio do santo sumo sacerdote Eleazar.

Para executar esse desígnio tão tirânico, o cruel príncipe subiu a um lugar elevado, acompanhado pelos mais importantes da sua corte e por todos os soldados, com armas. Em seguida, mandou reunir os judeus e ordenou-lhes que comessem a carne dos porcos que ele tinha imolado aos seus ídolos, em sacrifíci­os abomináveis, sob pena de… ler mais »

Barra lateral