Capítulo 7 – Outros testemunhos dos historiadores fenícios com relação à antigüidade da nação dos judeus.

Depois de tantos testemunhos da antigüidade de nossa raça, quero ainda referir outros, que são tirados das histórias dos fenícios, pois podemos deles ter muitas provas e o cômputo dos anos aí nós encontramos. Eis o que dizem: “Du­rante o reinado de Tobal, Nabucodonosor sitiou a cidade de Tiro. Baal sucedeu a Tobal e reinou dez anos. Depois de sua morte, o governo passou dos reis aos juizes. Echinabalis, filho de Baleque, teve essa dignidade durante dois meses. Chelbis, filho de Abdeu, exerceu o cargo durante dez meses. O sumo sacerdote Abbar, três meses. Mutgou e Cerasto, filhos de Abderimo, seis anos e Balator, um ano. Depois mandaram buscar Marbal em Babilônia, o qual reinou quatro anos. Ciro, rei da Pérsia, também reinava então: todos esses anos juntamente fazem cinqüenta e quatro anos e três meses. Foi no sétimo ano do reinado de Nabucodonosor que começou o cerco de Tiro e no décimo quarto ano do reina­do de Irom que Ciro, rei da Pérsia, subiu ao trono”. Assim, o que os caldeus e os tírios disseram do Templo confirma a verdade de nossa história.

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