templo

Capítulo 29 – Alguns sacerdotes retiram-se para o alto do muro do Templo. Os romanos incendeiam os edifícios dos arredores e a tesouraria que continha uma quantidade enorme de riquezas.

Alguns dos sacerdotes serviram-se contra os romanos, em vez de dar­dos, dos ganchos que estavam no Templo, e em vez de pedras, do chumbo que eles arrancavam de seus móveis; mas vendo que aquilo de nada lhes servia e que o fogo progredia sempre, retiraram-se para cima do muro, cuja espessu­ra era de oito côvados… ler mais »

Capítulo 28 – Continua a horrível matança no Templo. Tumulto espantoso. Descrição de um horrível espetáculo. Os revoltosos fazem tal esforço num ataque, que repelem os romanos e retiram-se para a cidade.

Quando o fogo devorava o Templo, os soldados furiosos saqueavam e matavam todos os que encontravam. Não perdoavam nem à idade, nem à condição. Os velhos e as crianças, os sacerdotes e os leigos, eram todos passa­dos a fio de espada; todos eram envolvidos nessa matança geral e os que recor­riam aos rogos não eram… ler mais »

Capítulo 27 – O Templo foi incendiado no mesmo mês e no mesmo dia em que Nabucodonosor, rei da Babilônia, o tinha outrora feito incendiar.

Embora não se possa saber, sem pesar, da destruição do edifício mais esplêndido que jamais existiu em todo o mundo, quer pela sua estrutura, sua magnificência e suas riquezas, quer pela sua santidade, que era como o cúmulo de sua glória, há, entretanto, motivo de nos consolarmos, se considerarmos a necessidade inevitável do fim, que… ler mais »

Capítulo 26 – Os revoltosos dão um outro ataque. Os romanos repelem-nos até o Templo, ao qual um soldado põe fogo. Tito faz todo o possível para extingui-lo, mas inutilmente. Horrível carnificina. Tito entra no Santuário e admira-lhe a magnificência.

Quando Tito se retirou para a torre Antônia, resolveu atacar no dia seguin­te pela manhã, dez de agosto, o Templo, com todo seu exército; e assim estava-se na véspera desse dia fatal, em que Deus tinha, há tanto tempo, condenado aquele lugar santo a ser incendiado e destruído depois de uma longa série de anos,… ler mais »

Capítulo 24 – Tito reúne um conselho para tratar da destruição ou da conservação do Templo e vários foram de opinião que ele fosse incendiado; Tito, porém, se opõe.

No dia seguinte, Tito ordenou que se apagasse o fogo e se aplainasse um caminho ao longo dos pórticos a fim de que o exército pudesse avançar mais facilmente. Reuniu em seguida os principais chefes, isto é, Tibério Alexandre, seu lugar-tenente geral, Sexto Cerealis, que comandava a quinta legião, Largio Lépido, que comandava a décima,… ler mais »

Capítulo 22 – Os romanos, não podendo abrir uma brecha no Templo, embora seus aríetes o tivessem batido durante seis dias, escalam-no e são repelidos com perdas de vários homens e algumas bandeiras. Tito manda incendiar os pórticos.

Quando as duas legiões terminaram as plataformas, Tito, a oito de agosto, mandou recolocar os aríetes na direção dos salões do Templo exterior, que esta­vam do lado do ocidente. O maior dos aríetes bateu nele continuamente, durante seis dias, sem obter nenhum resultado, porque aquele soberbo edifício estava fora das possibilidades de suas máquinas. Os… ler mais »

Capítulo 19 – Alguns pormenores do que se passou no ataque de que falamos no capítulo anterior. Os romanos incendeiam outro pórtico do Templo.

Embora os que pereceram nessa ocasião demonstrassem grande cora­gem, um jovem romano, de nome Longo, distinguiu-se mais que os outros. Os judeus, admirando seu valor e vendo que não o podiam matar, exortaram-no a descer sob sua palavra, que lhe davam, de poder salvar a vida. Por outro lado, seu irmão, de nome Cornélio, rogava-lhe… ler mais »

Capítulo 18 – Muitos romanos, tendo-se empenhado inconsideradamente num ataque de um dos pórticos do Templo, que os judeus tinham enchido propositalmente de grande quantidade de madeira, de enxofre e de betume, morrem queimados; incrível dor de Tito, por não poder socorrê-los.

Nada se podia acrescentar à resistência, que os que defendiam o Tem­plo ofereciam aos romanos, os quais atacavam-nos do alto de suas platafor­mas. A vinte e sete do mesmo mês de julho, eles resolveram unir a astúcia à força. Encheram de madeira, de enxofre e de betume o espaço do pórtico do lado do ocidente,… ler mais »

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