partido

Capítulo 28 – Cesênio Peto, governador da Síria, acusa Antíoco, rei de Comagena, de ter abandonado o partido dos romanos e persegue muito injustamente esse príncipe. Mas Vespasiano trata-o, e também aos seus filhos, com muita bondade.

No quarto ano do reinado de Vespasiano, Antíoco, rei de Comagena, sofreu, com toda sua família, o revés de que vou falar. Cesênio Peto, governador da Síria, quer por ódio a este soberano, quer porque fosse verdade, escreveu ao imperador, dizendo que Antíoco e Epifânio, seu filho, tinham abandonado o partido dos romanos, para abraçar… ler mais »

Capítulo 10 – Tito não podendo se decidir a incendiar o Templo, de que João e os do seu partido se serviam como de uma fortaleza e lá cometiam mil sacrilégios, fala-lhes para exortá-los a não obrigá-lo a isso, mas inutilmente.

Tito veio a saber disso que acabo de relatar e mandou regressar de Gofna aqueles judeus que para lá havia mandado e os fez dar volta à cidade com Josefo, para que o povo pudesse vê-los. Assim, sabendo que tinham sido enganados, mui­tos outros conseguiram fugir para ele, e todos juntos pediram aos revoltosos com… ler mais »

Capítulo 16 – Quantos eram os que seguiam o partido de Simão e o de João. A divisão dos judeus foi a verdadeira causa da queda de Jerusalém e de sua ruína.

Os mais valentes e os mais obstinados dos facciosos seguiam o partido de Simão; seu número era de dez mil, subordinados à autoridade de cinqüenta oficiais. Havia, além disso, cinco mil idumeus, comandados por dez chefes cujos principais eram Sosa, filho de Tiago, e Catlas, filho de Simão. João tinha ocupado com seis mil homens,… ler mais »

Capítulo 1 – Tito reúne em Cesaréia suas tropas, para marchar contra Jerusalém. O partido de João de Giscala se divide em dois; Eleazar, chefe desse novo partido, ocupa a parte superior do Templo. Simão, por outro lado, era senhor da cidade e havia ao mesmo tempo então em Jerusalém três partidos que se guerreavam mutuamente.

Depois que Tito, como vimos, atravessou os desertos que estão entre o Egito e a Síria, chegou a Cesaréia para ali reunir novas tropas. Enquanto ainda estava em Alexandria, onde, com Vespasiano, seu pai, ocupava-se em organizar todos os interesses da cidade e do império que Deus lhes havia entregado, for­mou-se em Jerusalém um terceiro… ler mais »

Capítulo 34 – Simão volta seu furor contra os idumeus e persegue até à portas de Jerusalém os que fugiam. Crueldade horrível e abominação dos galileus que estavam com João de Giscala. Os idumeus, que haviam abraçado o seu partido, insurgem-se contra ele, saqueiam o palácio que ele tinha ocupado e obrigam-no a se encerrar no Templo. Esses idumeus e o povo chamam Simão em seu auxílio contra ele e o sitiam.

Depois que Simão reconquistou sua mulher voltou seu furor contra o que restava de idumeus. Perseguiu-os de tal modo, que estando reduzidos ao desespero, vários fugiram para Jerusalém. Ele os perseguiu até às muralhas e lá matou os que voltavam do campo, quando pretendiam entrar na cidade. Assim, Simão era, no exterior, mais temível aos… ler mais »

Capítulo 3 – Vespasiano chega à Síria e os habitantes de Séforis, a principal cidade da Galileia, que se conservava fiel ao partido dos romanos, contra os da própria nação, recebem dele uma guarnição.

Vespasiano chegou com seu exército a Antioquia, capital da Síria, que é sem contestação, quer pelo seu tamanho, quer pelas outras vantagens, uma das três principais cidades de todo o Império Romano. Lá encontrou o rei Agripa, que o esperava com suas tropas. De lá passou a Ptolemaida, onde os habitantes de Séforis vieram encontrá-lo…. ler mais »

Capítulo 32 – Manahem torna-se chefe dos revoltosos, continua o cerco do palácio e os sitia; eles são obrigados a se retirar às torres reais. Manahem, que se fazia de rei, é executado em público; os que haviam formado um partido contra ele continuam o cerco, tomam aquelas torres, que se rendem e faltam à palavra aos romanos, matam-nos a todos, com exceção do seu chefe.

Entretanto Manahem — filho de Judas, galileu, o grande sofista que desde o tempo de Cirênio censurava os judeus, que em vez de obedecer a Deus somente, eram tão covardes que reconheciam o domínio dos romanos — com o auxílio de algumas pessoas ilustres, tomou à força Massada, onde estava o arse­nal de Herodes e… ler mais »

Capítulo 3 – O rei Agripa fortalece Cláudio na resolução de aceitar o governo. Os soldados que tinham abraçado o partido do senado, abandonam-no e se unem aos que prestaram juramento a Cláudio, não obstante os esforços de Chereas para impedi-los. Cláudio torna-se imperador e condena Chereas à morte. Ele a sofre com maravilhosa firmeza. Sabino, um dos principais conjurados, suicida-se.

Cláudio, ciente de que o senado estava convencido de poder recon­quistar a sua primitiva autoridade, respondeu com muita modéstia, para não chocar os sentimentos deles. Porém não demorou muito a superar os seus temores, em parte pela proteção que lhe prometiam os soldados e em parte pelo fato de Agripa já o haver exortado a… ler mais »

Capítulo 8 – Absalão foge para Gesur.Três anos depois, Joabe obtém de Davi permissão para ele voltar. Absalão conquista o afeto do povo. Vai a Hebrom. É declarado rei, e Aitofel passa para o seu partido. Davi abandona ferusalém, retirando-se para além do fordão. Fidelidade de Itai e dos sumos sacerdotes. Maldade de Mefibosete. Insolência horrível de Simei. Absalão comete um crime infame

O assassinato de Amnom assustou todos os outros filhos de Davi, que montaram a cavalo e fugiram a toda brida para o rei seu pai. Eles não lhe trouxe­ram a primeira notícia, mas um outro, caminhando mais depressa, lhe disse que Absalão matara todos os seus irmãos. A idéia da perda de tantos irmãos devido… ler mais »

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