massada

Capítulo 35 – Todos os que defendiam Massada, persuadidos pelas palavras de Eleazar, matam-se como ele, com suas mulheres e filhos, e o que ficou por último, antes de se matar, pôs fogo na fortaleza.

Eleazar queria continuar a falar, mas suas palavras causaram tal im­pressão nos espíritos, que todos o interromperam para lhe dizer que queriam começar logo a executar a sua proposta. Estavam tão furiosos que só pensa­vam em se antecipar uns aos outros. A morte de suas esposas, de seus filhos e a sua própria parecia-lhes coisa… ler mais »

Capítulo 34 – Eleazar, vendo que Massada não podia deixar de ser tomada de assalto pelos romanos, exorta a todos os que defendiam o castelo com ele, a incendiá-lo e a se matarem, para evitar a escravidão.

Mas Eleazar estava muito longe de querer fugir e de permitir a quem quer que fosse tal idéia. A única coisa que lhe veio à mente, quando viu o segundo muro reduzido a cinzas e que não restava mais nenhuma esperança de salva­ção, foi livrarem-se todos, com suas mulheres e filhos, dos ultrajes e dos… ler mais »

Capítulo 33 – Silva ataca Massada e começa a bater nos muros. Os judeus constróem um segundo, com vigas e terra entre os dois. Os romanos incendeiam-no e preparam-se para dar o assalto no dia seguinte.

Depois que Silva construiu este muro, que cercava totalmente os judeus em Massada, começou o ataque à praça. Achou somente um lugar que se podia encher de terra. Além da torre, que fechava o caminho do lado do ocidente, pelo qual se ia ao palácio e ao castelo, havia uma rocha maior do que essa,… ler mais »

Capítulo 32 – Enorme quantidade de munição de guerra e de boca que havia em Massada e por que Herodes, o Grande, a havia levado para lá.

Se a posição e as fortificações dessa praça tornavam-na tão forte, a ma­neira quase incrível com que estava defendida, acrescentava ainda muito à difi­culdade em expugná-la. Havia trigo para vários anos, vinho e óleo em abundân­cia, toda espécie de legumes, grande quantidade de tâmaras. Quando Eleazar tomou esse castelo, lá encontrou tudo isso, tão perfeito… ler mais »

Capítulo 30 – Silva, que, depois da morte de Basso, governava a judéia, decide-se a atacar Massada, onde Eleazar, chefe dos sicários, se havia refugiado. Horríveis atos de crueldade e de impiedade cometidos pelos dessa seita, porfoão, por Simão e pelos idumeus.

Basso morreu na Judéia e foi substituído por Flávio Silva e como Massada era a única praça que lhe restava tomar, ele reuniu todas as tropas para atacá-la. Eleazar, chefe dos sicários ou assassinos, comandava-os, nessa praça; ele era da família de Judas, que tinha outrora persuadido a vários ju­deus, a não se submeterem ao… ler mais »

Capítulo 24 – Aqueles que eram chamados de sicários ou assassinos, apoderam-se da fortaleza de Massada e praticam mil depredações.

A estes três tão grande males de que acabamos de falar, juntou-se um quarto que também contribuiu para a ruína de nossa pátria. Havia perto de Jeru­salém um castelo bastante forte, de nome Massada, que nossos reis tinham ou-trora mandado construir, para lá guardarem seus tesouros, muitas armas e tam­bém para segurança de suas pessoas…. ler mais »

Capítulo 30 – Sediciosos atacam Massada de surpresa, degolam a guarnição romana e Eleazar, filho do sacerdote Ananias, impede que se recebam as vítimas oferecidas pelos estrangeiros, dentre os quais também o imperador estava incluído.

Pouco tempo depois, alguns mais inclinados à guerra atacaram de sur­presa a fortaleza de Massada, degolaram toda a guamição romana e lá puseram outra, composta pelos da sua nação. Por outro lado, Eleazar, filho do sumo sacerdote Ananias, jovem, mas muito ousado, comandava alguns soldados; persuadiu ele aos que cuidavam dos sacri­fícios a só receberem… ler mais »

Capítulo 12 – Antígono cerca a fortaleza de Massada. Herodes, em seu retorno de Roma, faz levantar o cerco e sitia inutilmente Jerusalém. Derrota num combate um grande número de ladrões. Ardil de que se serve para obrigar os que se haviam retirado nas cavernas. Vai com algumas tropas procurar Antônio que fazia guerra aos partos. *

  _______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Quarto, capítulos 26 e 27, Antigüidades Judaicas, Parte I.   Enquanto estas coisas se passavam em Roma, Antígono sitiava a fortaleza de Massada. )osé, irmão de Herodes, a defendia; estava ela bem provida de todas as coisas; só faltava água. Como ele sabia que… ler mais »

Capítulo 26 – Herodes é declarado em Roma rei da Judéia por Antônio, com o auxílio de Augusto. Antígono sitia Massada, defendida por José, irmão de Herodes.

A compaixão que Antônio sentiu da infelicidade a que a inconstância da sorte — que sente prazer em perseguir os homens mais ilustres — reduzira Herodes, a lembrança da maneira gentil com que Antípatro, seu pai, o havia recebido em casa, a consideração do dinheiro que ele lhe prometia se o fizesse rei, tal como… ler mais »

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