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Capítulo 8 – Tito manda destruir os alicerces da fortaleza Antônia e josefo fala ainda, por sua ordem, afoão e aos seus procurando incitá-los a pedir a paz, mas inutilmente. Outros deixam-se persuadir por suas palavras.

Tito mandou destruir os alicerces da fortaleza Antônia, para dar uma entrada fácil a todo seu exército e tendo sabido, a dezessete de julho, que o povo estava muito aflito por não ter podido celebrar a festa que tem o nome de Endelechisma, isto é, quebramento das mesas, ordenou a Josefo que dissesse uma segunda… ler mais »

Capítulo 33 – Simão, ante uma acusação falsa, manda matar o sumo sacerdote Matias, o qual fora causa de que ele fosse recebido em ferusalém. Horrível crueldade que ele acrescenta a tão grande desumanidade. Manda ainda matar a dezessete outras pessoas da nobreza e põe na prisão a mãe de Josefo, autor dessa história.

Simão, depois de ter torturado desapiedadamente o sumo sacerdote Matias, ao qual devia o favor de ter sido recebido na cidade, mandou matá-lo. Matias era filho de Boeto e era o sacerdote que mais afeição tinha ao povo e que por ele era o mais amado. Assim, vendo com que crueldade João o tratava, ele… ler mais »

Capítulo 25 – Tito, para assustar os judeus, manda desfilar na sua presença todo o exército. Organiza depois dois ataques contra o terceiro muro e manda ao mesmo tempo Josefo, autor dessa história, exortar os rebeldes a pedir-lhe a paz.

Tito resolveu então atacar o terceiro muro. Mas como julgava não ter necessidade para isso de muito tempo quis dar a oportunidade aos rebeldes de voltarem à obediência, na persuasão de que a destruição do segundo muro faria muita impressão no seu ânimo; pois a carestia também era tão grande, que eles não podiam, com… ler mais »

Capítulo 17 – Tito volta para explorar Jerusalém e determina o lugar por onde deve atacá-la. Nicanor, um de seus amigos, querendo exortar os judeus a pedir a paz, é ferido por uma flechada. Tito manda devastar os arrabaldes. Começa-se o trabalho.

Estava Jerusalém nesse estado. Tito resolveu dar a volta a cidade com soldados de cavalaria de suas melhores tropas, para escolher por onde deveria começar o ataque; tinha, porém, dificuldade em se decidir, porque do lado dos vales, ela era inacessível; do outro, o primeiro muro era tão forte, que parecia não poder ser derribado… ler mais »

Capítulo 42 – Vespasiano organiza tudo em Alexandria, e prepara-se para, durante a primavera, vir à Itália e manda Tito à judéia para tomar e destruir Jerusalém.

Vespasiano chegou a Alexandria e soube de todas as notícias de que acabo de falar. E embora essa cidade seja, depois de Roma, a maior do mundo, era então pequena para receber os embaixadores que vinham de todas as partes da terra, manifestar-lhe regozijo pela sua elevação ao trono do império. Vendo então seu poder… ler mais »

Capítulo 40 – Antônio Primo, governador da Moésia, marcha em favor de Vespasiano contra Vitélio. Vitélio manda Cesina contra ele com trinta mil homens. Cesina persuade os seus soldados a passar para o lado de Primo. Eles, porém, arrependem-se e querem matá-lo. Primo os desbarata e dizima.

Nesse mesmo tempo, Antônio Primo, governador da Moésia, querendo marchar contra Vitélio, tomou a terceira legião que estava naquela província. Vitélio mandou Cesina com trinta mil homens contra ele; esse oficial merecia toda sua confiança, por causa da vitória que havia conquistado contra Otom. Partindo de Roma com seus soldados ele encontrou Primo perto de… ler mais »

Capítulo 39 – Vespasiano manda Múcio a Roma com um exército.

Depois que Vespasiano conferenciou com todos os embaixadores e deu os vários postos de governo a pessoas cujo mérito as tornava dignas deles, foi para Antioquia. Seu primeiro desejo era ir a Alexandria, mas vendo que lá tudo corria da maneira como desejava, julgou preferível voltar seus cuidados ao que se passava em Roma, onde… ler mais »

Capítulo 8 – Vespasiano manda Tito, seu filho, sitiar Giscala, onde João, filho de Levi, originário dessa cidade, era chefe dos revoltosos.

Restava então somente Giscala, única cidade da Galiléia que ainda não tinha sido tomada. Uma parte daqueles que lá estavam, desejava a paz, porque quase todos eram trabalhadores, cujos bens consistiam em tudo o que podiam tirar do seu emprego e trabalho. Havia, porém, outros, em muito grande núme­ro e mesmo dos habitantes do lugar,… ler mais »

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