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Capítulos 31 – O rei Agripa convida a Vespasiano para ir com seu exército descansar em seu reino e Vespasiano resolve submeter à obediência desse príncipe, Tiberíades e Tariquéia, que contra ele se haviam revoltado. Manda um oficial exortar os de Tiberíades a voltar ao cumprimento do dever. Mas Jesus, chefe dos revoltosos, obriga-o a se retirar.

Entretanto, o rei Agripa convidou Vespasiano para vir com seu exército ao seu reino, quer pelo desejo de homenageá-lo, quer porque pretendia repri­mir, por meio dele, as agitações em seu território; aquele general do exército romano partiu de Cesaréia, que está à beira-mar, para ir a Cesaréia de Filipe. Durante os vinte dias em que… ler mais »

Capítulo 29 – Os romanos tomam sem dificuldade a cidade de jope, que Vespasiano manda destruir; uma horrível tempestade provoca a morte de todos os habitantes que haviam fugido em navios.

No entanto, um grande número de judeus, tanto dos que se haviam revoltado contra os romanos, como dos que haviam fugido para as cidades de que se haviam apoderado, reconstruíram Jope, que Céstio havia destruído e, não podendo encontrar com o que viver em terra, por causa da devastação dos campos, construíram um grande número… ler mais »

Capítulo 24 – Josefo salva-se, escondendo-se numa caverna, onde encontra quarenta dos seus. É denunciado por uma mulher. Vespasiano manda um seu amigo tribuno dar-lhe as garantias que ele pudesse desejar; Josefo resolve entregar-se.

Como os romanos estavam muito irados contra Josefo e Vespasiano estava persuadido de que uma grande parte da continuação daquela guerra dependia de tê-lo em suas mãos, procuraram-no com grande interesse, por toda a parte, onde se julgava estar ele escondido, mas também entre os mortos. Ele fora tão feliz, que depois da queda da… ler mais »

Capítulo 23 – Vespasiano, avisado por um fugitivo, do estado dos habitantes cercados em jotapate, surpreende-os ao alvorecer, quando quase todos ainda estavam adormecidos. Extraordinário massacre. Vespasiano manda destruir a cidade e incendiar as fortalezas.

Os de Jotapate resistiram contra toda esperança, durante quarenta e sete dias e suportaram com incrível coragem todas as amarguras, as penas, os incômodos e as misérias mais terríveis daquele cerco. Finalmente, depois que Vespasiano fez levantar de novo as plataformas, mais altas que os muros da cida­de, um deles foi ao seu acampamento e… ler mais »

Capítulo 13 – Josefo manda erguer um muro mais alto que o terraço dos romanos. Os sitiados sentem falta de água e Vespasiano tenta tomar a cidade pela fome. Um estratagema de Josefo o faz mudar de idéia e ele volta a empregar a força.

Depois que Vespasiano levantou aquele terraço, quase tão alto como os muros da cidade, Josefo achou que seria vergonhoso não fazer também alguma obra grandiosa para defender a cidade, maior ainda que a que os romanos haviam feito para atacá-la. Assim, resolveu construir um muro muito mais alto do que o terraço. Na impossibilidade de… ler mais »

Capítulo 12 – Descrição de Jotapate. Vespasiano manda preparar uma grande plataforma como um terraço, para de lá atacar a cidade. Esforços dos judeus para retardar esse trabalho.

A cidade de Jotapate está quase toda construída sobre um rochedo es-carpado e rodeada de três lados por vales tão profundos que a vista não lhe consegue ver o fundo. O único lado, que está ao norte, e onde ela está situada, no penedo da montanha, é acessível; mas Josefo havia mandado fortificá-lo e encerrá-lo… ler mais »

Capítulo 43 – Planos contra Josefo, formulados por João da Giscala, um homem muito mau. Diversos perigos graves que Josefo corre e de como se livrou deles e obrigou João a se encerrar em Giscala, de onde fugiu, e como os principais de Jerusalém mandam soldados e quatro pessoas de posição para destituir Josefo do governo. Josefo manda prender esses delegados e os envia a Jerusalém onde o povo quer matá-los. Estratagema de Josefo para retomar Tiberíades que se havia revoltado contra ele.

Enquanto Josefo procedia desse modo na Galiléia, João, filho de levitas, de Giscala, aparece em cena. Ele era muito mau, muito astuto, fingido e um grande mentiroso. A fraude para ele era uma virtude, dela usava mesmo com quem mantinha cordiais relações de amizade. Sua ambição não tinha limites; quanto mais crimes ele cometia, mais… ler mais »

Capítulo 38 – O rei Agripa manda dois generais aos revoltosos para procurar trazê-los à obediência. Eles matam um destes e ferem o outro e não os querem ouvir. O povo desaprova vivamente esse ato.

O rei Agripa vendo que aquela incrível multidão de judeus, que ocupava todas as montanhas e as colinas, fazia os romanos correrem grave perigo, resol­veu tentar trazê-los pela doçura à obediência, na esperança de que, se conseguis­se o seu intento, faria também terminar a guerra; ou, se não pudesse persuadi-los a todos, pelo menos conquistaria… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

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