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Capítulo 5 – Resposta ao que Ápio diz, que os judeus fazem juramento de jamais fazer bem aos estrangeiros e particularmente aos gregos; que suas leis não são boas, pois eles não são livres; que eles não tiveram grandes homens, excelentes nas artes e nas ciências, e que os censura porque não comem carne de porco e porque se fazem circuncidar.

Ápio não é mais verdadeiro, quando afirma tão ousadamente que nós jura­mos por Deus, Criador do céu, do mar e da terra, jamais fazer bem aos estrangei­ros, e particularmente aos gregos. Ele devia, ao invés, dizer aos egípcios a fim de concordar essas mentiras com as que havia dito antes, com relação a esse jura­mento,… ler mais »

Capítulo 8 – Tito festeja em Cesaréia e em Berita o dia do nascimento de seu irmão e do imperador seu pai. Os diversos espetáculos que ele dá ao povo fazem morrer um grande número de judeus, que ele tinha como escravos.

O grande príncipe comemorou nesse mesmo lugar, em Cesaréia, o dia natalício de Domiciano, seu irmão, com grandes demonstrações de regozijo e à custa da vida de mais de dois mil e quinhentos judeus, que tinham sido julgados dignos de morte. Uma parte foi queimada, o restante, obrigado a combater ou contra animais ferozes, ou… ler mais »

Capítulo 42 – Depois que os romanos ergueram aqueles cavaletes, derrubaram com os aríetes um pedaço do muro e fizeram brecha em algumas torres; Simão e joão e os outros revoltosos são tomados de tal terror que abandonam, para fugir, as torres de Hípicos, de Fazael e de Mariana, que só seriam tomadas pela fome, e então os romanos, tornando-se senhores de tudo, fazem uma horrível matança e incendeiam a cidade.

Dez dias depois que os cavaletes haviam sido iniciados, foram acaba­dos, a sete de setembro e os romanos colocaram suas máquinas sobre eles. Então, os revoltosos perderam toda esperança de poder por mais tempo defen­der a cidade. Vários abandonaram os muros para se refugiar no monte Acra ou nos esgotos, porém os mais corajosos atacaram… ler mais »

Capítulo 35 – Tito, irritado com a resposta dos rebeldes, entrega a cidade ao saque, e permite aos soldados incendiá-la. Eles o fazem.

Os revoltosos responderam que não se podiam entregar a Tito, embora ele lhes desse sua palavra, porque eles haviam jurado jamais fazê-lo. Mas pedi­am-lhe a permissão para regressar com suas mulheres e filhos, para irem ao de­serto e abandonar-lhe a cidade. Tito não pôde ouvir sem cólera, homens, que já se podiam considerar prisioneiros, terem… ler mais »

Capítulo 28 – Continua a horrível matança no Templo. Tumulto espantoso. Descrição de um horrível espetáculo. Os revoltosos fazem tal esforço num ataque, que repelem os romanos e retiram-se para a cidade.

Quando o fogo devorava o Templo, os soldados furiosos saqueavam e matavam todos os que encontravam. Não perdoavam nem à idade, nem à condição. Os velhos e as crianças, os sacerdotes e os leigos, eram todos passa­dos a fio de espada; todos eram envolvidos nessa matança geral e os que recor­riam aos rogos não eram… ler mais »

Capítulo 12 – Tito faz aplainar o espaço que ia até os muros de Jerusalém. Os facciosos, fingindo querer entregar-se aos romanos, fazem que vários soldados se empenhem temerariamente em um combate. Tito perdoa-lhes e estabelece seus quartéis para completar o cerco.

Tito, entretanto, querendo fazer suas tropas avançar para Jerusalém, as quais estavam em Scopos, determinou quanto julgava necessário para se opor às incursões dos inimigos; com outros soldados aplainou o espaço que se estendia até os muros da cidade. Mandou derrubar todas as cercas e todas as sebes que rodeavam os jardins e as propriedades;… ler mais »

Capítulo 9 – As diversas facções que estavam em Jerusalém reúnem-se para combater os romanos e fazem uma tão violenta arremetida contra a décima legião que a obrigam a abandonar o acampamento. Tito vem em seu auxílio e a salva do perigo, com seu valor.

Tão grande guerra estrangeira abriu os olhos daqueles que antes só pensavam em se arruinar e se destruir por uma guerra doméstica. Esses três diferentes partidos que estraçalhavam as entranhas da capital da Judéia, ven­do, com espanto, os romanos fortificarem-se de tal modo, reuniram-se. Per­guntavam-se reciprocamente o que eles pretendiam fazer. Se estavam resolvi­dos a… ler mais »

Capítulo 33 – Os habitantes de Cesaréia matam vinte mil judeus que estavam em sua cidade. Os outros, para se vingar, fazem grandes depredações e os sírios, por seu lado, fazem o mesmo. Estado deplorável a que a Síria se encontra reduzida.

Aconteceu, com a permissão da providência de Deus, que, naquele mes­mo dia e na mesma hora, os de Cesaréia atacaram os judeus, e dos vinte mil que moravam naquela cidade, não escapou um só, porque Floro mandou perseguir os fugitivos e prendê-los. Tão grande morticínio excitou tal furor à nação judaica, que eles devastaram todas… ler mais »

Capítulo 11 – Augusto, ante as queixas que os judeus lhe fazem de Arquelau, exila-o para Viena, nas Gálias, e confisca-lhe todos os bens. Morte da princesa Glafira, que Arquelau havia desposado e que tinha sido casada em primeiras núpcias com Alexandre, filho do rei Herodes, o Grande, e da rainha Mariana. Sonhos que tiveram.

Quando Arquelau entrou de posse da sua etnarquia, a lembrança e res­sentimento pelas perturbações passadas fizeram que ele tratasse rudemente, não só os judeus, mas também os samaritanos. Uns e outros, não podendo tolerá-lo por mais tempo, mandaram no nono ano de seu governo alguns embaixadores a Augusto, para fazer-lhe queixas. Este, então, exilou-o para… ler mais »

Capítulo 15 – Arquelau desposa Glafira, viúva de Alexandre, seu irmão. Augusto, ante as queixas que os judeus fazem dele o relega para Viena, nas Gálias, e une à Síria os territórios que ele possuía. Morte de Glafira.

Depois quer Arquelau voltou à judéia e tomou posse de sua Etnarquia, tirou o sumo sacerdócio de Joazar, filho de Boeto, que ele acusava de ter favore­cido o partido dos sediciosos e a deu a Eleazar, irmão de Joazar. Reconstruiu depois magnificamente o palácio de Jerico, fez levar para uma planície de pal­meiras que tinha… ler mais »

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