caio

Capítulo – 6 Caio quer ser adorado como um semideus.

Ações tão criminosas, na mente de Caio, eram como outras tantas vitórias que ele obtivera sobre o que havia de mais ilustre no império. Seu furor tinha sufocado o brilho da família imperial no sangue do jovem Tibério, seu primo, que ele devia, ao invés, ter associado ao soberano poder. Sua espantosa desuma-nidade tinha ofendido… ler mais »

Capítulo 3 – O imperador Caio entrega-se a toda sorte de devassidão e de crimes, e por uma horrível ingratidão e uma espantosa crueldade obriga o jovem Tibério, neto do imperador Tibério, a se matar.

Mas mui depressa se viu como o espírito humano é cego, como ele ignora o que lhe é útil e toma as sombras pela verdade. O soberano, que era considerado como um admirável benfeitor, cujas graças e favores se derramavam por toda a Europa e toda a Ásia, tornou-se um monstro de crueldade, ou melhor,… ler mais »

Capítulo 2 – O imperador Caio, não tendo ainda reinado sete meses, cai gravemente enfermo. Maravilhoso afeto que todas as províncias demonstram e incrível alegria pelo seu restabelecimento.

No mês seguinte esse felicíssimo imperador caiu gravemente enfermo, por­que tendo deixado sua maneira sóbria de viver, que lhe mantinha a saúde, o que ele fazia desde os tempos de Tibério, entregara-se à intemperança e ao luxo. Bebia demasiado vinho, comia em excesso, tomava banho em tempo inoportu­no, recomeçava a comer e a beber depois… ler mais »

Capítulo 18 – O imperador Caio foi assassinado e o Senado quis retomar sua antiga autoridade; mas os soldados declaram imperador a Cláudio e o Senado é obrigado a ceder. Cláudio confirma o rei Agripa no reino da Judéia, acrescenta-lhe ainda outras terras e dá a Herodes, seu irmão, o reino da Cálcida. *

_______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Nono, capítulos 1, 2 e 3, Antigüidades Judaicas, Parte I. Esse príncipe, que se havia tornado odioso a todos, por sua horrível desumanidade e por sua loucura, foi assassinado depois de ter reinado somen­te três anos e meio, e os soldados que estavam em Roma… ler mais »

Capítulo 17 – O imperador Caio Calígula ordena a Petrônio, governador da Síria, que obrigue os judeus pelas armas a receber a sua estátua no Templo. Mas Petrônio, comovido por seus rogos, escreve-lhe em favor deles, o que lhe teria custado a vida, se esse príncipe não tivesse morrido logo depois. *

_____________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Oitavo, capítulo 11, Antigüidades Judaicas, Parte I. O imperador Caio abusou de tal modo de sua boa sorte e deixou-se levar até o excesso do orgulho, chegando a se persuadir de que era deus e querendo que lhe dessem esse nome. Privou o Império, por… ler mais »

Capítulo 16 – O imperador Caio Calígula dá a Agripa a tetrarquia que Filipe tinha e o faz rei. Herodes, o tetrarca, cunhado de Agripa, vai a Roma para também ser declarado rei, mas em vez de obter o trono, Caio ainda dá a sua tetrarquia a Agripa. *

______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Oitavo, capítulo 9, Antigüidades Judaicas, Parte I. Caio, cognominado Calígula, sucedeu a Tibério e pôs Agripa em liberdade, deu-lhe ainda a tetrarquia de Filipe, que havia falecido, e o fez rei. Herodes, o tetrarca, sentiu inveja, vendo-o guindado a tão alta posição: Herodíada, sua mulher,… ler mais »

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