assalto

Capítulo 34 – Eleazar, vendo que Massada não podia deixar de ser tomada de assalto pelos romanos, exorta a todos os que defendiam o castelo com ele, a incendiá-lo e a se matarem, para evitar a escravidão.

Mas Eleazar estava muito longe de querer fugir e de permitir a quem quer que fosse tal idéia. A única coisa que lhe veio à mente, quando viu o segundo muro reduzido a cinzas e que não restava mais nenhuma esperança de salva­ção, foi livrarem-se todos, com suas mulheres e filhos, dos ultrajes e dos… ler mais »

Capítulo 33 – Silva ataca Massada e começa a bater nos muros. Os judeus constróem um segundo, com vigas e terra entre os dois. Os romanos incendeiam-no e preparam-se para dar o assalto no dia seguinte.

Depois que Silva construiu este muro, que cercava totalmente os judeus em Massada, começou o ataque à praça. Achou somente um lugar que se podia encher de terra. Além da torre, que fechava o caminho do lado do ocidente, pelo qual se ia ao palácio e ao castelo, havia uma rocha maior do que essa,… ler mais »

Capítulo 4 – Palavras de Tito aos soldados para exortá-los a dar o assalto, pela destruição que a queda do muro da torre Antônia havia causado.

Como Tito sabia o que as palavras e a esperança podem no ânimo dos soldados para aumentar-lhes a coragem e as exortações unidas às promessas são por vezes capazes de não somente fazê-los esquecer o perigo, mas também desprezar a morte — reuniu os mais valorosos do exército e falou-lhes deste modo: “Meus com­panheiros, ser-nos-ia… ler mais »

Capítulo 29 – Antíoco, filho do rei de Comagena, que comandava entre outras tropas, no exército romano, uma companhia de moços que eram chamados de macedônios, vai temerariamente ao assalto e é repelido com grandes perdas.

Entre outras tropas que Antíoco Epifanio tinha levado com o exército romano, havia uma companhia de moços, todos no vigor da idade, que eram chamados de macedônios, não que o fossem de nascimento nem que lhes fossem comparáveis, mas porque estavam armados como eles e eram instruí­dos nos mesmos exercícios da guerra. De todos os… ler mais »

Capítulo 16 – Atos extraordinários de valor de alguns dos sitiados, em jotapate. Vespasiano é atingido por uma flechada. Os romanos, irritados por vê-lo ferido, dão um furioso assalto.

O ato de valor, praticado naquela ocasião por Saméias, filho de Eleazar, de Saabe, na Galiléia, é por demais ilustre para dele não conservarmos memória à posteridade, deixando de relatá-lo nesta história. Ele atirou, com tanta violên­cia, uma pedra muito grande sobre a cabeça do aríete que a quebrou; saltou em seguida para o meio… ler mais »

Capítulo 8 – Pompeu, depois de um cerco de três meses, toma o Templo de assalto, mas não o saqueia. Diminui o poder dos judeus. Deixa o comando do exército a Escauro. Leva Aristóbulo prisioneiro a Roma, com Alexandre e Antígono, seus dois filhos, e suas duas filhas. Alexandre escapa da prisão.

A cidade de Jerusalém estava dividida. Uns diziam que era preciso abrir as portas a Pompeu. Os do partido de Aristóbulo afirmavam, ao contrário, que deviam fechá-las e se preparar para a guerra, pois ele era mantido prisioneiro. E, sem adiar mais, apoderaram-se do Templo, destruíram a ponte que o unia à cidade e resolveram… ler mais »

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