Relembre as principais mensagens ministradas nos encontros de 2025 e deixe o Espírito Santo renovar o que Deus já falou ao seu coração.


Queridos, este é o último encontro do ano de 2025. Não é todo domingo que temos o último encontro do ano, então, para um domingo diferente, teremos uma ministração da palavra bem diferente daquilo que estamos acostumados.

Quando soube que ministraria a palavra neste último encontro, nasceu no meu coração o desejo de fazer algo que já realizei aqui em 2018 para 2019, ou de 2019 para 2020: uma retrospectiva das palavras ministradas ao longo do ano, nos encontros que carinhosamente chamamos de encontros gerais, no retiro de comunhão no período do carnaval, no congresso com a palavra de Dani Souza e na conferência Ramos.

Quando comecei a trabalhar nessa primeira parte, mergulhando nas palavras que o Senhor trouxe para nós em 2025, voltando a ouvir trechos e olhando as anotações, fiquei encantado. Literalmente me acovardei no sentido de querer trazer apenas mais uma palavra e decidi mergulhar de vez nessa retrospectiva.

A ideia não é repregarmos as palavras, mas instigar você. É como uma entrada antes do prato principal: colocar um gostinho de quero mais na sua boca. Algumas palavras você não vai lembrar, outras você vai lembrar. A intenção é que o seu coração se encha e diga: “Aquela palavra eu vou ter que ouvir novamente”. E que sejamos gratos ao Senhor pela sua bondade nesse ano. Verdadeiramente não faltou alimento, não faltou comida de qualidade.

Vamos disponibilizar no canal da igreja um resumo das palavras ministradas, com links para que você clique e vá diretamente à pregação, permitindo que o Espírito Santo ministre ao seu coração. A ideia é que você rumine o que Deus falou. Como o boi que mastiga o capim, guarda, e depois volta a mastigá-lo retirando todos os minerais possíveis, a proposta do Senhor para nós é que não sejamos negligentes com aquilo que ele tem falado ao nosso coração.

Janeiro: Solidão, Ansiedade, Serviço e Descanso

O Senhor abriu o ano com uma palavra através do Jojó falando sobre solidão. Ele trouxe que há uma diferença entre solidão e solitude. Solitude é algo saudável: é aquele momento em que você se cala apenas para ouvir a voz do Senhor. O próprio Jesus viveu momentos de solitude, afastando-se para estar com o Pai. Já a solidão é algo danoso, é não querer compartilhar nem abrir a sua vida, viver isolado. Provérbios 18:1 fala que o solitário busca os seus próprios interesses e se rebela contra a verdadeira sabedoria. Fomos animados a não vivermos uma vida de solidão, mas a abrirmos nossa vida e nos relacionarmos com a igreja.

No segundo domingo, o Senhor trouxe uma palavra através do Rafa sobre ansiedade. Ansiedade é o desejo de controlar o futuro, uma tentativa humana de antecipar cenários que ainda não existem, que gera sobrecarga e rouba a nossa paz. O Senhor não nos condena por estarmos ansiosos, mas nos dá um caminho. Filipenses 4:6-7 nos orienta a não andarmos ansiosos por coisa alguma, mas a colocarmos tudo diante do Senhor pela oração, pela súplica, com ações de graça. E a consequência é que a paz do Senhor, que excede todo entendimento, guardará a nossa mente e o nosso coração.

Ainda em janeiro, o Senhor trouxe uma palavra através do Thago sobre serviço. Serviço é uma expressão prática de uma vida transformada pela intimidade com Deus, não é apenas uma atividade, mas uma resposta natural a um relacionamento real com ele. Como alguém já disse: serviço é amor em movimento. Fomos animados e encorajados pelo Senhor a vivermos uma vida de serviço. Servir nos realiza. Servir é o oposto de ser egoísta.

No último domingo do mês, o Senhor trouxe uma palavra sobre o governo de Deus e a diferença entre alívio e descanso para a alma. São duas coisas distintas. Deus deseja nos proporcionar mais do que alívio, ele quer dar descanso para as nossas almas. Alívio é algo passageiro; descanso para a alma é algo permanente. A condição para ter alívio é recorrer a Deus. Já a condição para ter descanso para a alma é recorrer a Deus e se submeter a Jesus. Mateus 11:28-29 diz: “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e aí vocês encontrarão descanso para as vossas almas”. Muitos se acomodam com alívio, mas o Senhor quer dar mais do que isso.

Fevereiro: Deus de Gerações, o Reino de Deus, a Parábola do Semeador e a Obra em Nós

Em fevereiro, começamos com uma palavra através do Caio falando sobre o Deus de gerações e a fidelidade de Deus ao longo delas. O exemplo de Raabe marcou profundamente o coração: ela assumiu uma postura diante de Deus que impactou a sua posteridade. Deus é o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. É o meu Deus, o Deus dos meus filhos, dos meus netos, será o Deus dos meus bisnetos. Precisamos profetizar isso sobre os nossos filhos. Gênesis 12:3 traz a promessa: em Abraão, que é o nosso pai na fé, serão benditas todas as famílias da terra.

No segundo domingo de fevereiro, o Senhor trouxe uma palavra através de Fernando perguntando: “Quem está entrando?” Fomos lembrados que o tema central do ministério de Jesus é o reino de Deus e que a salvação chega a uma pessoa por meio de uma decisão de entregar o governo da sua vida ao Senhor. Não importa a minha opinião, o que importa é a opinião do Senhor. Ele é o Senhor da minha vida, e o que ele pensa é o que eu penso. Esse é o governo do Senhor sobre nossas vidas.

O Senhor também trouxe uma palavra através do Alex sobre a parábola do semeador, refletindo sobre cada personagem que integra aquela passagem. A diferença entre esterilidade e frutificação não está na semente, mas na qualidade do terreno. Fomos encorajados a sermos uma terra boa para receber toda a palavra do Senhor, não apenas no momento da conversão. Mesmo convertido, posso ouvir uma palavra e o meu coração ser um pedregulho, não acatando o que o Senhor fala. Em todo tempo, esse cenário se apresenta na nossa vida.

Ainda em fevereiro, o Senhor trouxe uma palavra através de William sobre a obra de Deus em nós e através de nós. Existem duas esferas importantes: a obra é em nós e através de nós. A primeira ação do Senhor é aprofundar a obra dele em nós, ajustar a nossa vida. Mas não para por aí. Deus quer agir em nós e quer agir através de nós, despertando-nos para cooperarmos na sua lavoura.

Março: Retiro Anual e Chamados para a Vida no Espírito

Em março, tivemos nosso retiro anual de edificação, com o Zé Gustavo ministrando conosco. O tema central do encontro foi “Caminhando rumo ao propósito eterno”. O Senhor nos lembrou de verdades que já tinham sido trazidas ao nosso coração e que precisavam ser ressaltadas. Fomos animados a vivermos por algo maior, por uma visão de eternidade. Um retiro é uma imersão, assim como alguém que estuda inglês toda semana e depois faz um intercâmbio: o nível de aprendizado é completamente diferente.

Logo após o retiro, o Senhor trouxe uma palavra através do Jojó com o título “Chamados para a vida no Espírito”. Fomos lembrados que o propósito eterno de Deus é ter uma família de muitos filhos, mas que esses filhos precisam ser semelhantes a Jesus, maduros. E para isso acontecer, é necessária a vida no Espírito. É impossível sermos transformados à imagem de Jesus sem uma vida mergulhada no Espírito Santo. Precisamos permitir que o Espírito nos encha para refletirmos a imagem de Jesus, porque querer agir e reagir como ele apenas na mente é frustração pura.

Em seguida, o Senhor trouxe uma palavra sobre o trabalho que não é vão no Senhor, baseada em 1 Coríntios 15:58. O Espírito Santo nos trouxe a importância de sermos firmes, constantes, inabaláveis e sempre abundantes, ou seja, dedicados à obra do Senhor. O Senhor é um Deus galardoador e, quando nosso trabalho é no Senhor, ele não é em vão. Às vezes você conversa com uma pessoa sobre o mesmo assunto dez vezes, e parece que não adiantou. Mas o Senhor nos lembrou: cada vez que falamos, foi para ele. O trabalho no Senhor não é em vão.

Março (continuação): Escolhendo a Esperança e Conselhos a Timóteo

O Rafael ministrou sobre “Escolhendo a esperança”. Meditamos em personagens das Escrituras como Abraão, Isaque, Jacó, Noé, Isaías, Pedro, Paulo e Maria, mãe de Jesus. O Senhor nos falou que ele nunca deixou de cumprir as suas promessas. A questão não é se Deus vai cumprir ou não, é se nós construiremos a nossa vida em cima dessas promessas. Como um pai zeloso que sempre cumpre a sua palavra se sentiria ao ouvir o filho dizer que não acredita no que ele fala? Duvidar de uma promessa de Deus é agredir o nosso Pai. Se ele falou, vai cumprir. Fomos animados a renovar a nossa confiança nas promessas do Senhor.

No dia 30 de março, o Senhor trouxe uma palavra através de Caio sobre os conselhos de Paulo a Timóteo, trazendo a importância de combater as falsas doutrinas, orar pelas autoridades, ser fiel e diligente no estudo da palavra, desenvolver um caráter cristão e pregar a tempo e fora de tempo. Fomos transportados pelo Espírito para o lugar de Timóteo e recebemos esses conselhos como se fossem para nós.

Abril: O Profeta Ageu, a Igreja de Cristo, o Testemunho de Deus e a Visão que Determina o Chamado

Em abril, o Senhor trouxe uma palavra através do Alex baseada no livro do profeta Ageu. O povo de Israel voltou do exílio animado, com o coração aceso, querendo reconstruir o templo, que naquela época significava a presença do Senhor. Porém, rapidamente se distraiu e começou a construir as suas próprias casas. O perigo de priorizarmos nossos projetos pessoais em detrimento do reino de Deus é real. Como é fácil nos desfocarmos, assumirmos um compromisso com a obra do Senhor e depois abandonarmos. O Senhor nos chamou a colocarmos o reino de Deus em primeiro lugar.

No dia 13, o Senhor trouxe uma palavra através de William sobre a igreja de Cristo. Ele nos aclarou o entendimento da palavra grega eclésia, ressaltando o seu aspecto de coletividade. Quem quer honra para si não conhece a natureza da igreja. A vitória contra as portas do inferno virá através da atuação da igreja e não através da atuação de um homem. O Senhor nos animou a vivermos a vida de igreja. Quem anda sozinho pode ir mais rápido, mas nem sempre vai mais longe. É melhor serem dois do que um.

No dia 23 de abril, o Senhor nos trouxe uma palavra através de Fernando sobre o testemunho de Deus, falando sobre o que transcende os acontecimentos físicos da morte e da ressurreição de Jesus: o que apenas Deus viu, os sinais deixados por ele ao longo da história e os efeitos práticos em nossa vida. O Antigo Testamento traz sinais e mais sinais do que iria acontecer com Jesus, e isso nos leva a confirmar que servimos a um Deus vivo. Ele habitou nessa terra, morreu numa cruz, ressuscitou, foi exaltado nos céus e vai voltar.

Ainda em abril, o Senhor trouxe uma palavra através do Alexandre do Jangá sobre “A visão que determina o chamado”. Nossas decisões e ações são impactadas diretamente pela maneira como enxergamos a obra de Deus. Deus deve ser a prioridade de nossa vida e exige entrega, serviço e renúncia. Toda a nossa vida deve ser norteada pelo propósito eterno de Deus: com quem me casar, que emprego aceitar, como distribuir o meu tempo. Tudo precisa se ajustar ao propósito eterno de Deus.

Maio: Perdão, Oração e Ser Modelo para as Novas Gerações

Em maio, o Senhor trouxe uma palavra através do Rafael sobre perdão, lembrando que Jesus não deveria estar naquela cruz, mas a abraçou espontaneamente por causa de nós. Tudo na vida de Jesus, sua vida, morte e ressurreição, converge para o perdão. E fomos encorajados a exercitar o perdão. Antes de terminar esse ano de 2025, não vire o ano com pendência com ninguém. Deus é o Deus das estações e dos tempos. Se necessário, faça uma ligação, vá ao encontro da pessoa e diga: “Eu vim aqui pedir perdão”.

No dia 10 de maio, o Senhor trouxe uma palavra através do Thago sobre a riqueza da oração e a intimidade com Deus. A oração funciona como um canal direto de comunhão com Deus, transformando o nosso interior. Oração não deve ser um ritual vazio, mas uma expressão de fé, humildade e entrega que alinha o nosso coração com a vontade de Deus. Quem ora confia e depende de Deus. Quem não ora confia e depende de si mesmo.

Ainda em maio, o Senhor trouxe uma palavra sobre Jesus, o nosso modelo. Jesus é o nosso modelo perfeito, mas não é o nosso modelo exclusivo. 1 Coríntios 11:1 traz Paulo dizendo: “Sejam meus imitadores, como também eu sou de Cristo”. Fomos desafiados, na dependência do Espírito Santo, a nos apresentarmos como modelo para as novas gerações e para uma sociedade sem referencial. É muito cômodo dizer “olhe para Jesus” sem assumirmos nossa responsabilidade. Mas Paulo foi além: “Olhe para a minha vida. Eu não sou perfeito, mas sou imitador de Cristo”. E assim o reino vai sendo passado de geração em geração.

Junho: O Corpo de Cristo, Sobriedade e Vigilância, e Discernindo a Agenda de Deus

Em junho, o Senhor nos trouxe uma palavra através do Jojó sobre o corpo de Cristo, a unidade e a importância dos seus membros. Fomos encorajados a cooperar com a unidade do corpo. Nenhuma pessoa individualmente é responsável pela divisão que existe na igreja ao longo da história, mas cada um de nós pode cooperar para que esse processo de divisão aumente ou diminua como membro do corpo de Cristo.

O Senhor também trouxe uma palavra através de William sobre ser sóbrios e vigilantes. Fomos alertados acerca da luta espiritual que enfrentamos. O inimigo age de maneira sorrateira, e o Senhor nos apresentou quatro cuidados para não sermos uma presa fácil: não sermos uma ovelha solitária, fraca, doente e distraída. A palavra nos diz para termos cuidado contra as astutas ciladas do inimigo. Por isso, sozinho não dá para continuarmos andando. Precisamos da ajuda do irmão que está próximo.

O Senhor trouxe uma palavra através de Alex perguntando: “O que é que estou permitindo alimentar a minha alma?” Fomos desafiados a observar a qualidade dos nossos pensamentos, das influências e das escolhas que fazemos diariamente. Aquilo que consumimos internamente molda a nossa fé, o nosso caráter e demonstra o nosso nível de comunhão com Deus. O Salmo 101:3 diz: “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos”. A palavra “injusta” no original significa imprestável, bom para nada, não proveitoso. O que é que nós estamos nos alimentando?

No dia 22, o Senhor trouxe uma palavra através de Ivson sobre “Discernindo a agenda de Deus”, baseada na carta de Paulo aos Filipenses. A pergunta do Senhor foi: como reagimos quando as coisas não acontecem como desejamos? Fomos animados a submeter a Deus os nossos sonhos, aspirações, decisões pessoais e projetos, para podermos andar em linha com aquilo que o Senhor deseja. E é fundamental aprendermos a identificar a voz do Senhor.

No dia 29 de junho, o Senhor nos trouxe uma palavra através de Fernando sobre “Reavivados”, inspirada na carta de Segunda Timóteo. Fomos encorajados a reavivarmos o dom de Deus em nossa vida, a nos fortalecermos na graça que há em Jesus, a mantermos o padrão da vida de Cristo investindo tempo na leitura e meditação da palavra, a continuarmos investindo no resgate e na formação de vidas, e a perseverarmos na comunhão com outros fiéis. Mais uma vez, o Senhor nos animou a investirmos tempo na presença dele.

O Desafio para o Novo Ano

Irmãos, o que o Espírito Santo quer trazer ao nosso coração é a importância de mergulharmos naquilo que o Senhor tem falado. Isso fora as palavras que o Senhor falou conosco através do louvor, das conversas com nosso discipulador, dos relacionamentos normais entre os irmãos, da nossa comunhão pessoal, da leitura da palavra e do falar do Espírito Santo no dia a dia. Como Deus falou conosco nesse ano. Precisamos estar atentos ao falar do Senhor, não ficar dispersos.

O Senhor fala conosco porque ele nos ama. Há um desejo dele de nos ver transformados à imagem de Jesus. Uma vez eu caminhava no calçadão da praia e levei uma topada. Andei mais cinco minutos e levei uma segunda, precisando me apoiar num banco. E na hora em que me recompus, o Senhor disse: “Eu quero falar com você”. E disse: “Cuidado com os caminhos que você percorre. Não estou falando nos caminhos físicos, mas os caminhos na internet”. Foi um alerta do Senhor, e ali eu reconheci a voz dele falando comigo. Quantas vezes Deus quer falar conosco e a gente fica alheio?

Há uma mentira, um engano, um pensamento equivocado de que a vontade do Senhor é ruim para nós. Isso não é verdade. A vontade do Senhor é boa, é perfeita e é agradável. E Romanos 12:2 nos chama a experimentarmos essa vontade, não apenas a sabermos que ela existe. A vontade do Senhor é para ser experimentada. O Senhor quer nos levar a um nível maior de intimidade com ele.

A vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia feito. Fomos desafiados a progredir no relacionamento com Deus. Como alguém que estava num voo internacional e pediu ao Senhor como um mimo que lhe dessem a cadeira sorteada, sem querer o chocolate que viria de brinde, apenas querendo ver o sobrenatural de Deus. E a cadeira sorteada foi a dele. O que nos empolga é o sobrenatural de Deus. Mas acima disso, ser desafiados a viver algo novo no Senhor.

Senhor, eu não quero reclamar. Eu quero te agradecer por tudo que já fizeste. Mas me leva além. As águas estão aqui na cintura, Senhor, mas eu quero andar mais nesse rio, quero que essa água chegue ao meu peito e me cubra. Senhor, nesse ano eu quero te buscar mais. Eu quero ter mais sede e mais fome da tua palavra, porque eu sei que alimento não falta, comida não falta. Mas eu quero ter mais fome e mais sede da tua palavra.

Esse é o desafio do Senhor para mim e para você. Glória a Deus. Vamos colocar todo esse material no canal da igreja para você pegar, já mastigadinho. É só clicar e ir à palavra. Não tem absolutamente nenhuma desculpa. Você não medita, não vai buscar se não quiser. Mas eu sei que você quer e vai fazer isso. E Deus vai encher o teu coração no nome de Jesus. Vai continuar falando contigo e vai ministrar ao teu coração.