vestes

Capítulo 1 – O imperador Cláudio destitui Marcos do cargo de governador da Síria. Longino o substitui. Fado, governador da Judéia, castiga os sediciosos e ladrões que perturbam a província e ordena aos judeus que reponham na fortaleza Antônia as vestes sagradas do sumo sacerdote. O imperador revoga essa ordem a pedido do jovem Agripa.

Depois da morte do rei Agripa, o Grande, de que acabamos de falar no livro precedente, o imperador Cláudio, para honrar a sua memória e manifestar o quanto o havia amado, tirou de Marcos o governo da Síria, como este mesmo lhe havia muitas vezes solicitado, e o entregou a Longino. Nesse mesmo tempo, Fado,… ler mais »

Capítulo 6 – Vitélio entrega aos judeus a guarda das vestes sacerdotais do sumo sacerdote. Trata em nome de Tibério com Artabano, rei dos partos. Causa de seu ódio por Herodes, o tetrarca. Filipe, tetrarca de Traconites, da Galautida e da Batanéia, morre sem filhos. Seus territórios são anexados à Síria.

Vitélio foi a Jerusalém, pela festa da Páscoa, sendo recebido com grandes honras. Ele restituiu aos habitantes o direito que tinham sobre os frutos vendidos e permitiu aos sacerdotes que guardassem eles mesmos, como outrora, o éfode e os outros ornamentos sacerdotais, que estavam então na fortaleza Antônia, onde eles haviam sido postos pelo motivo… ler mais »

Capítulo 8 – Vestes e ornamentos dos sacerdotes e do sumo sacerdote.

Devemos agora falar das vestes, tanto as dos sacerdotes, às quais os hebreus chamam chanes, quanto as do sumo sacerdote, às quais chamam anarabachem. Começaremos pelas comuns, dos sacerdotes. Aquele que ia oficiar era obrigado, segundo a Lei, a ser puro e casto. Ele revestia-se de uma veste chamada manachaz, isto é, “que segura forte”,… ler mais »

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