tropas

Capítulo 20 – Lucílio Basso, que comandava as tropas romanas na judéia, toma, por acordo, o castelo de Herodiom e resolve atacar o de Macberom.

Depois que Lucílio Basso, enviado para comandar as tropas romanas na Judéia, na qualidade de lugar-tenente-geral as recebeu de Cerealis Vetiliano, to­mou, por meio de um acordo, o castelo de Herodiom e estando ainda bem escudado pela décima legião, resolveu atacar o de Macherom, pois julgava ne­cessário destruí-lo, porque era muito forte e tinha uma… ler mais »

Capítulo 29 – Antíoco, filho do rei de Comagena, que comandava entre outras tropas, no exército romano, uma companhia de moços que eram chamados de macedônios, vai temerariamente ao assalto e é repelido com grandes perdas.

Entre outras tropas que Antíoco Epifanio tinha levado com o exército romano, havia uma companhia de moços, todos no vigor da idade, que eram chamados de macedônios, não que o fossem de nascimento nem que lhes fossem comparáveis, mas porque estavam armados como eles e eram instruí­dos nos mesmos exercícios da guerra. De todos os… ler mais »

Capítulo 1 – Tito reúne em Cesaréia suas tropas, para marchar contra Jerusalém. O partido de João de Giscala se divide em dois; Eleazar, chefe desse novo partido, ocupa a parte superior do Templo. Simão, por outro lado, era senhor da cidade e havia ao mesmo tempo então em Jerusalém três partidos que se guerreavam mutuamente.

Depois que Tito, como vimos, atravessou os desertos que estão entre o Egito e a Síria, chegou a Cesaréia para ali reunir novas tropas. Enquanto ainda estava em Alexandria, onde, com Vespasiano, seu pai, ocupava-se em organizar todos os interesses da cidade e do império que Deus lhes havia entregado, for­mou-se em Jerusalém um terceiro… ler mais »

Capítulo 21 – Os oficiais das tropas romanas insistem com Vespasiano, para atacar Jerusalém, aproveitando a divisão dos judeus. Sábia resposta que ele lhes dá para mostrar que a prudência o obrigava a diferi-la.

No entanto, os oficiais das tropas romanas, que tinham os olhos abertos a tudo o que se passava em Jerusalém, julgando que se devia aproveitar de uma divisão tão favorável para eles, insistiam com Vespasiano, seu general, que não a deixasse escapar. Diziam-lhe eles que aquilo acontecia por uma especial provi­dência e auxílio de Deus… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 27 – Floro obriga, com horrível maldade, os habitantes de Jerusalém a se apresentarem às tropas romanas que mandara vir de Cesaréia para saudá-las; mas ordena a essas tropas que os ataquem, em vez de lhes retribuir a saudação. O povo se põe na defensiva e Floro, não podendo realizar o desejo que tinha de saquear o sagrado tesouro, retira-se para Cesaréia.

Quando esse mau governador viu que a perturbação tinha cessado, pen­sou em recomeçá-la; e, para consegui-lo, mandou reunir os sacerdotes e as pes­soas mais ilustres de Jerusalém e disse-lhes que o único meio de mostrar que o povo queria para o futuro viver tranqüilo e em paz era comparecer à presença de duas coortes, que… ler mais »

Capítulo 20 – O imperador Cláudio dá a Agripa, filho do rei Agripa, o Grande, o reino da Cálcida que Herodes seu tio tivera. A insolência de um soldado das tropas romanas causa em Jerusalém a morte de um grande número de judeus. Outra insolência de outro soldado. *

______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Vigésimo, capítulos 3 e 4, Antigüidades Judaicas, Parte I. Depois da morte de Herodes, rei da Cálcida, o imperador Cláudio deu seu reino a Agripa, seu sobrinho, filho do rei Agripa, de que acabamos de falar; Cumano sucedeu a Tibério Alexandre no governo da Judéia. Foi… ler mais »

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