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Capítulo 8 – Pompeu, depois de um cerco de três meses, toma o Templo de assalto, mas não o saqueia. Diminui o poder dos judeus. Deixa o comando do exército a Escauro. Leva Aristóbulo prisioneiro a Roma, com Alexandre e Antígono, seus dois filhos, e suas duas filhas. Alexandre escapa da prisão.

A cidade de Jerusalém estava dividida. Uns diziam que era preciso abrir as portas a Pompeu. Os do partido de Aristóbulo afirmavam, ao contrário, que deviam fechá-las e se preparar para a guerra, pois ele era mantido prisioneiro. E, sem adiar mais, apoderaram-se do Templo, destruíram a ponte que o unia à cidade e resolveram… ler mais »

Capítulo 23 – Diversas guerras dos reis da Síria. Alexandre, rei dos judeus, toma várias praças. Sua morte e conselho que dá à rainha Alexandra, sua mulher, para conquistar os fariseus e ser amada pelo povo.

Antioco, cognominado Dionísio, irmão de Filipe, apoderou-se de Da­masco, fez-se declarar rei e para isso serviu-se da ausência do irmão, que tinha ido fazer guerra aos árabes. Logo que Filipe o soube, voltou apressadamente e entrou em Damasco por meio de Mileze, comandante da fortaleza. Mas, para fazer crer que era o terror do seu… ler mais »

Capítulo 21 – Grande vitória obtida por Ptolomeu Latur sobre Alexandre, rei dos judeus, e sua horrível desumanidade. Cleopatra, mão de Ptolomeu, vem em auxílio dos judeus, e Latur tenta inutilmente tornar-se senhor do Egito. Alexandre toma Gaza e pratica grandes atos de crueldade. Diversas guerras referentes ao reino da Síria. Estranho ódio da maioria dos judeus contra Alexandre, seu rei, que chamam Demétrio Eucero em seu auxílio.

Depois que Ptolomeu Latur tomou Azoto de assalto, foi a Séforis, que fica próxima, e atacou-a, mas foi repelido, com grandes perdas. Em vez de continuar esse assédio, ele marchou contra Alexandre, rei dos ju­deus. Encontrou-o em Azofe, muito perto do Jordão, e acampou em frente dele. A vanguarda de Alexandre era composta de oito… ler mais »

Capítulo 18 – Hircano toma Samaria e a destrói inteiramente. Como esse sumo sacerdote era favorecido por Deus. Ele deixa a seita dos fariseus e abraça a dos saduceus. Sua morte.

Quando Hircano se viu tão poderoso, resolveu sitiar Samaria, então cha­mada Sebaste. Diremos a seu tempo de que modo ela foi depois reconstruída por Herodes. Nada se poderia acrescentar ao vigor com que ele apertava o cer­co, tanto estava irritado contra os samaritanos por causa dos maus-tratos que haviam infligido aos mariceenses, os quais, embora… ler mais »

Capítulo 9 – Morte de Matatias. Judas Macabeu, um de seus filhos, toma a direção dos empreendimentos, liberta o país e o purifica das abominações que nele se haviam cometido.

1 Macabeus 3. Matatias, depois de falar desse modo, rogou a Deus que ajudasse os seus filhos naquele tão glorioso e justo empreendimento que era restaurar o seu povo à antiga maneira de viver. Ele morreu logo depois, e foi enterrado em Modim. Todo o povo lamentou-o com sensível pena, no ano cento e quarenta… ler mais »

Capítulo 11 – O exército de Nabucodonosor toma Jerusalém, saqueia o Templo e o queima, bem como ao palácio real, destruindo completamente a cidade. Nabucodonosor manda matar Seraías, sumo sacerdote, e vários outros. Faz vazar os olhos de Zedequias e leva-o escravo à Babilônia, bem como um grande número de judeus. Zedequias morre. Nomes dos sumos sacerdotes. Gedalias é constituído por Nabucodonosor chefe dos hebreus estabelecidos na Judéia. Ismael mata-o e leva os prisioneiros. João e seus amigos perseguem-no e os livram. Retiram-se para o Egito contra o conselho e a opinião de Jeremias. Nabucodonosor, após vencer o rei do Egito, leva os escravos para a Babilônia. Faz educar com muito cuidado as crianças judias que eram da nobreza. Daniel e três de seus companheiros, todos parentes do rei Zedequias, estão entre eles. Daniel, então chamado Beltessazar, explica a Nabucodonosor um sonho. O rei dignifica Daniel e seus companheiros com os mais altos cargos do império. Os três companheiros de Daniel, Sadraque. Mesaque e Abede-Nego, recusam-se a adorar a estátua que Nabucodonosor mandou fazer. São atirados a uma fornalha ardente, e Deus os salva. Nabucodonosor, depois de outro sonho, que Daniel também Ibe explica, passa sete anos no deserto com os animais. Volta ao seu estado primitivo. Sua morte. Trabalhos soberbos por ele executados em Babilônia.

Nabucodonosor apertava cada vez mais o cerco. Mandou construir altas tor­res, com as quais sobrepassava as muralhas da cidade, e também grande quantidade de plataformas tão altas quanto os muros. Os habitantes, por sua vez, defendiam-se com todo o empenho e com toda a coragem possível, sem que a fome e a peste pudessem esmorecê-los…. ler mais »

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