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Capítulo 3 – Resposta ao que Ápio quer insinuar de que a diversidade de religião foi causa das sedições acontecidas em Alexandria; censura ele os judeus por não terem, como os outros povos, estátuas e figuras dos seus imperadores.

Apio quer também fazer crer que essa diversidade de religião entre nós e os antigos habitantes de Alexandria tenha sido a causa das rebeliões que lá se suce­deram. Mas se isso fosse verdade, teriam acontecido também outras semelhan­tes em todos os outros lugares onde os judeus estão estabelecidos, pois que todos estão de acordo em… ler mais »

Capítulo 38 – Horrível maldade de Catulo, governador da Líbia Pentapolitana, que para se enriquecer com os bens dos judeus, acusa-os falsamente, e entre os outros, também afosefo, autor desta história, de terem levado Jônatas, chefe dos sicarios que tinham sido presos, afazer o que ele tinha feito. Vespasiano depois de se ter informado bem no assunto, manda queimar Jônatas vivo. Tendo sido demasiado clemente com Catulo, vê esse homem morrer de uma maneira espantosa.

Jônatas, chefe dessa pobre gente, que se tinha deixado enganar por ele, escapou; mas procuraram-no com tanto cuidado que ele foi aprisionado e levado a Catulo. Para retardar o seu suplício ele propôs-lhe um meio fácil para se enrique­cer, servindo-se dele para acusar os mais ilustres dos judeus de Cirene de tê-lo levado a fazer… ler mais »

Capítulo 28 – Muitos dos que fugiam de Jerusalém, tendo sido atacados pelos romanos e aprisionados depois de se terem defendido, eram crucificados à vista dos outros judeus. Mas os rebeldes, em vez de se comoverem, tornavam-se ainda mais insolentes.

Tito, entretanto, fazia as plataformas avançarem sempre mais, embora os que nelas trabalhavam fossem mui perturbados pelos judeus que defendiam as muralhas. Ele mandou então uma parte de sua cavalaria colocar-se de emboscada nos vales a fim de apanhar os que saíam para buscar alimentos, dentre os quais havia também soldados não satisfeitos com o… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

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