sicários

Capítulo 38 – Horrível maldade de Catulo, governador da Líbia Pentapolitana, que para se enriquecer com os bens dos judeus, acusa-os falsamente, e entre os outros, também afosefo, autor desta história, de terem levado Jônatas, chefe dos sicarios que tinham sido presos, afazer o que ele tinha feito. Vespasiano depois de se ter informado bem no assunto, manda queimar Jônatas vivo. Tendo sido demasiado clemente com Catulo, vê esse homem morrer de uma maneira espantosa.

Jônatas, chefe dessa pobre gente, que se tinha deixado enganar por ele, escapou; mas procuraram-no com tanto cuidado que ele foi aprisionado e levado a Catulo. Para retardar o seu suplício ele propôs-lhe um meio fácil para se enrique­cer, servindo-se dele para acusar os mais ilustres dos judeus de Cirene de tê-lo levado a fazer… ler mais »

Capítulo 36 – Os judeus que moravam em Alexandria, vendo que os sicários cada vez mais consolidavam a sua posição na revolta, entregam aos romanos os que se haviam refugiado naquele país, para evitar que eles fossem causa de sua ruína. Incrível constância com que os dessa seita sofrem os maiores tormentos. Fecha-se por ordem de Vespasiano o templo construído por Onias no Egito, e não se permite mais aos judeus lá ir adorar a Deus.

Depois da queda de Massada, Silva deixou uma guarnição e retirou-se para Cesaréia porque não havia mais inimigos em todo o país. Mas os judeus que moravam na Judéia não foram os únicos oprimidos por sua ruína; os que estavam espalhados pelas províncias afastadas ressentiram-se também de todos os seus efeitos, e vários dos que… ler mais »

Capítulo 30 – Silva, que, depois da morte de Basso, governava a judéia, decide-se a atacar Massada, onde Eleazar, chefe dos sicários, se havia refugiado. Horríveis atos de crueldade e de impiedade cometidos pelos dessa seita, porfoão, por Simão e pelos idumeus.

Basso morreu na Judéia e foi substituído por Flávio Silva e como Massada era a única praça que lhe restava tomar, ele reuniu todas as tropas para atacá-la. Eleazar, chefe dos sicários ou assassinos, comandava-os, nessa praça; ele era da família de Judas, que tinha outrora persuadido a vários ju­deus, a não se submeterem ao… ler mais »

Capítulo 24 – Aqueles que eram chamados de sicários ou assassinos, apoderam-se da fortaleza de Massada e praticam mil depredações.

A estes três tão grande males de que acabamos de falar, juntou-se um quarto que também contribuiu para a ruína de nossa pátria. Havia perto de Jeru­salém um castelo bastante forte, de nome Massada, que nossos reis tinham ou-trora mandado construir, para lá guardarem seus tesouros, muitas armas e tam­bém para segurança de suas pessoas…. ler mais »

Capítulo 23 – Grande mortandade em Jerusalém. Crimes de indivíduos a que chamavam de sicários. Ladrões e falsos profetas castigados por Félix, governador da Judéia. Grande litígio entre os judeus e os outros habitantes de Cesaréia. Festo sucede a Félix no governo da Judéia. *

____________________________ * Este registro também se encontra no Livro Vigésimo, capítulos 6 e 7, Antigüidades Judaicas, Parte I. Depois que a Judéia ficou livre desses ladrões, apareceram outros em Jerusalém, que de uma maneira diferente exerciam uma profissão infame e crimi­nosa. Chamavam-nos de sicários, e não era de noite, mas em pleno dia e particu­larmente… ler mais »

Barra lateral