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Capítulo 37 – Os revoltosos retiram-se para o palácio, expulsando de lá os romanos, saqueiam-no e matam oito mil e quatrocentos homens do povo que se haviam refugiado no mesmo.

Os revoltosos retiraram-se para o palácio, para onde muitos haviam levado seus bens, porque era um lugar seguro. Expulsaram dali os romanos, mataram a oito mil e quatrocentos homens do baixo povo que lá se haviam escondido, levaram tudo o que lá havia, aprisionaram dois soldados romanos, um da cavalaria e outro da infantaria. Mataram… ler mais »

Capítulo 19 – Continuam as horríveis crueldades em Jerusalém da parte dos idumeus e dos zelotes; maravilhosa constância dos que as sofriam. Os zelotes matam Zacarias no Templo.

Depois que Anano e Jesus foram tão cruelmente massacrados, os zelotes e os idumeus levaram sua raiva contra o baixo povo e fizeram também entre eles uma horrível mortandade. As pessoas da nobreza eram encarceradas, com a espe­rança de que elas passassem para seu lado; nem um sequer, porém, preferiu evitar a morte, a fim… ler mais »

Capítulo 18 – Os idumeus continuam a praticar atos de crueldade em Jerusalém e particularmente contra os sacerdotes. Matam Anano, sumo sacerdote, e Jesus, outro sacerdote. Elogios desses dois grandes personagens.

Tanto sangue derramado não satisfez o furor dos idumeus; eles continua­ram a derramá-lo por toda a cidade; saquearam as casas e mataram a todos os que encontraram. Pouparam somente o povo, da camada mais baixa, porque não o julgavam digno de sua cólera; eram principalmente os sacerdotes o objeto de sua vingança. Apenas caíam-lhes nas… ler mais »

Capítulo 41 – Céstio quer fazer cair sobre Floro a causa do insucesso de sua retirada. Os de Damasco matam à traição dez mil judeus que moravam em sua cidade.

Depois de tão infeliz retirada de Céstio, vários dos principais dos ju­deus saíram de Jerusalém, como quem sai de um navio prestes a naufragar. Costobaro e Saul, que eram irmãos, e Filipe, filho de Joaquim, que tinha sido general do exército do rei Agripa, juntaram-se a Céstio. Direi em outro lugar de que modo Antipas,… ler mais »

Capítulo 38 – O rei Agripa manda dois generais aos revoltosos para procurar trazê-los à obediência. Eles matam um destes e ferem o outro e não os querem ouvir. O povo desaprova vivamente esse ato.

O rei Agripa vendo que aquela incrível multidão de judeus, que ocupava todas as montanhas e as colinas, fazia os romanos correrem grave perigo, resol­veu tentar trazê-los pela doçura à obediência, na esperança de que, se conseguis­se o seu intento, faria também terminar a guerra; ou, se não pudesse persuadi-los a todos, pelo menos conquistaria… ler mais »

Capítulo 36 – Os antigos habitantes de Alexandria matam cinqüenta mil judeus que lá se haviam estabelecido há muito tempo e aos quais César tinha dado, como a eles, direito de burguesia.

Entretanto, os revoltados tomara o castelo de Cipros, que está na fronteira de Jerico, e o destruíram, depois de ter matado todos os soldados que lá estavam. O que se passou nesse mesmo tempo, em Alexandria, obriga-me a reto­mar os fatos de mais longe. Os antigos habitantes sempre tinham sido contrários aos judeus, depois que… ler mais »

Capítulo 33 – Os habitantes de Cesaréia matam vinte mil judeus que estavam em sua cidade. Os outros, para se vingar, fazem grandes depredações e os sírios, por seu lado, fazem o mesmo. Estado deplorável a que a Síria se encontra reduzida.

Aconteceu, com a permissão da providência de Deus, que, naquele mes­mo dia e na mesma hora, os de Cesaréia atacaram os judeus, e dos vinte mil que moravam naquela cidade, não escapou um só, porque Floro mandou perseguir os fugitivos e prendê-los. Tão grande morticínio excitou tal furor à nação judaica, que eles devastaram todas… ler mais »

Capítulo 14 – Herodes quer ir socorrer Antônio, contra Augusto, mas Cleópatra faz que ele o obrigue a continuar a fazer guerra aos árabes. Ganha uma batalha contra eles, e perde outra. Terrível terremoto na Judéia os torna tão ousados que matam aos embaixadores dos judeus. Herodes, vendo os seus muito assustados, dá-lhes tanta coragem com um discurso, que eles vencem os árabes e os obrigam a tomá-lo como protetor. *

_______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Quinto, capítulos 6, 7 e 8, Antigüidades Judaicas, Parte I.   Quando foi declarada a guerra entre Augusto e Antônio, Herodes, que então tinha reconquistado a fortaleza de Hircânio, a qual a irmã de Antígono lhe havia entregue, e que vivia pacífico em seu reino,… ler mais »

Capítulo 1 – Crueldade e loucuras do imperador Caio Calígula. Diversas conspirações feitas contra ele. Chereas, ajudado por vários outros, mata-o. Os alemães da guarda desse príncipe matam em seguida alguns senadores. O senado condena a sua memória.

O furor do imperador Caio não se estendia então somente aos judeus de Jerusalém e das regiões vizinhas, como acabamos de ver. As terras e os mares gemiam sob a sua tirânica dominação, e, dentre as muitas províncias sujeitas ao Império Romano, não havia uma sequer que deixasse de lhe sentir os funestos efeitos. Os… ler mais »

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