incendiar

Capítulo 27 – O Templo foi incendiado no mesmo mês e no mesmo dia em que Nabucodonosor, rei da Babilônia, o tinha outrora feito incendiar.

Embora não se possa saber, sem pesar, da destruição do edifício mais esplêndido que jamais existiu em todo o mundo, quer pela sua estrutura, sua magnificência e suas riquezas, quer pela sua santidade, que era como o cúmulo de sua glória, há, entretanto, motivo de nos consolarmos, se considerarmos a necessidade inevitável do fim, que… ler mais »

Capítulo 22 – Os romanos, não podendo abrir uma brecha no Templo, embora seus aríetes o tivessem batido durante seis dias, escalam-no e são repelidos com perdas de vários homens e algumas bandeiras. Tito manda incendiar os pórticos.

Quando as duas legiões terminaram as plataformas, Tito, a oito de agosto, mandou recolocar os aríetes na direção dos salões do Templo exterior, que esta­vam do lado do ocidente. O maior dos aríetes bateu nele continuamente, durante seis dias, sem obter nenhum resultado, porque aquele soberbo edifício estava fora das possibilidades de suas máquinas. Os… ler mais »

Capítulo 10 – Tito não podendo se decidir a incendiar o Templo, de que João e os do seu partido se serviam como de uma fortaleza e lá cometiam mil sacrilégios, fala-lhes para exortá-los a não obrigá-lo a isso, mas inutilmente.

Tito veio a saber disso que acabo de relatar e mandou regressar de Gofna aqueles judeus que para lá havia mandado e os fez dar volta à cidade com Josefo, para que o povo pudesse vê-los. Assim, sabendo que tinham sido enganados, mui­tos outros conseguiram fugir para ele, e todos juntos pediram aos revoltosos com… ler mais »

Capítulo 2 – João faz uma incursão para incendiar as novas plataformas, mas é repelido com perdas. A torre, sob a qual ele tinha feito uma mina, tendo sido batida pelos aríetes dos romanos, cai durante a noite.

As novas plataformas deram, por várias razões, muitos motivos de temor aos judeus. Eles estariam perdidos se não se apressassem em queimá-las e os romanos desesperavam-se por não poderem erguer outras, se aquelas fossem destruídas, quer porque não havia mais madeira para construí-las, quer porque eles já estavam tão cansados do trabalho dessas últimas e… ler mais »

Capítulo 23 – Vespasiano, avisado por um fugitivo, do estado dos habitantes cercados em jotapate, surpreende-os ao alvorecer, quando quase todos ainda estavam adormecidos. Extraordinário massacre. Vespasiano manda destruir a cidade e incendiar as fortalezas.

Os de Jotapate resistiram contra toda esperança, durante quarenta e sete dias e suportaram com incrível coragem todas as amarguras, as penas, os incômodos e as misérias mais terríveis daquele cerco. Finalmente, depois que Vespasiano fez levantar de novo as plataformas, mais altas que os muros da cida­de, um deles foi ao seu acampamento e… ler mais »

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