imperador

Capítulo 14 – Petrônio manda trabalhar na execução da estátua, mas lentamente; esforça-se em vão por persuadir os principais dos judeus a recebê-la. Todos abandonam as cidades e os campos para ir procurá-lo e rogar-lhe que não executasse aquela ordem que lhes era mais insuportável que a mesma morte, mas lhe permitisse mandar embaixadores ao imperador.

Os oficiais romanos que tinham mais relações com Petrônio nos assuntos da Síria inclinavam-se para a solução da guerra; conheciam o furor de Caio e não duvidavam de que se se recusassem a cumprir suas ordens, ele descarregaria imediatamente sobre eles toda a sua cólera, certo de que eles também tinham tido parte na desobediência…. ler mais »

Capítulo 3 – O imperador Caio entrega-se a toda sorte de devassidão e de crimes, e por uma horrível ingratidão e uma espantosa crueldade obriga o jovem Tibério, neto do imperador Tibério, a se matar.

Mas mui depressa se viu como o espírito humano é cego, como ele ignora o que lhe é útil e toma as sombras pela verdade. O soberano, que era considerado como um admirável benfeitor, cujas graças e favores se derramavam por toda a Europa e toda a Ásia, tornou-se um monstro de crueldade, ou melhor,… ler mais »

Capítulo 2 – O imperador Caio, não tendo ainda reinado sete meses, cai gravemente enfermo. Maravilhoso afeto que todas as províncias demonstram e incrível alegria pelo seu restabelecimento.

No mês seguinte esse felicíssimo imperador caiu gravemente enfermo, por­que tendo deixado sua maneira sóbria de viver, que lhe mantinha a saúde, o que ele fazia desde os tempos de Tibério, entregara-se à intemperança e ao luxo. Bebia demasiado vinho, comia em excesso, tomava banho em tempo inoportu­no, recomeçava a comer e a beber depois… ler mais »

Capítulo 27 – O imperador vende as terras da judéia e obriga todos os judeus a pagarem, cada qual, por ano, duas dracmas ao Capitólio.

Nesse mesmo tempo o imperador ordenou a Basso e a Libério Máximo, seu intendente, que vendessem todas as terras da Judéia, porque as queria reservar como seu domínio, sem mais ali construir cidades, e deixasse somente oitocentos homens como guarnição em Emaús, que dista de Jerusalém apenas trinta estádios. O mesmo soberano ordenou também que… ler mais »

Capítulo 11 – Uma parte da Alemanha revolta-se e Petílio Cerealis e Domiciano, filho do imperador Vespasiano, obrigam-na a voltar à submissão.

Algum tempo antes, quando este excelente imperador ainda estava em Alexandria e Tito sitiava Jerusalém, uma parte da Alemanha revoltou-se, juntamente com aquela parte das Gálias, que lhe está muito perto, na espe­rança de sacudir o jugo dos romanos. Diversas razões levaram os alemães a isso: seu natural, que não segue de boa vontade os… ler mais »

Capítulo 8 – Tito festeja em Cesaréia e em Berita o dia do nascimento de seu irmão e do imperador seu pai. Os diversos espetáculos que ele dá ao povo fazem morrer um grande número de judeus, que ele tinha como escravos.

O grande príncipe comemorou nesse mesmo lugar, em Cesaréia, o dia natalício de Domiciano, seu irmão, com grandes demonstrações de regozijo e à custa da vida de mais de dois mil e quinhentos judeus, que tinham sido julgados dignos de morte. Uma parte foi queimada, o restante, obrigado a combater ou contra animais ferozes, ou… ler mais »

Capítulo 32 – O exército de Tito declara-o imperador. *

___________________________ * Imperador era então um título de honra que se dava aos generais de exército, que haviam obtido alguma grande vitória sobre os inimigos.   Depois que os revoltosos se retiraram para a cidade, os romanos coloca­ram suas bandeiras em frente à porta do Templo, do lado do oriente, quando ainda aquele lugar sagrado… ler mais »

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