idumeus

Capítulo 30 – Silva, que, depois da morte de Basso, governava a judéia, decide-se a atacar Massada, onde Eleazar, chefe dos sicários, se havia refugiado. Horríveis atos de crueldade e de impiedade cometidos pelos dessa seita, porfoão, por Simão e pelos idumeus.

Basso morreu na Judéia e foi substituído por Flávio Silva e como Massada era a única praça que lhe restava tomar, ele reuniu todas as tropas para atacá-la. Eleazar, chefe dos sicários ou assassinos, comandava-os, nessa praça; ele era da família de Judas, que tinha outrora persuadido a vários ju­deus, a não se submeterem ao… ler mais »

Capítulo 40 – Tito ordena construírem-se cavaletes para atacar a cidade alta. Os idumeus mandam emissários a ele. Simão os descobre e manda matar uma parte deles e o restante escapa. Os romanos vendem um grande número de pessoas. Tito permite a quarenta mil que se retirem para onde quiserem.

Tito, vendo que não se podia tomar a cidade alta sem o auxílio de cava­letes, por causa de sua posição, que a tornava inacessível de todos os lados, dividiu o trabalho entre seus solados, a vinte de agosto. Não era uma empresa fácil porque, como dissemos, esgotara-se nos trabalhos precedentes, toda a ma­deira que havia,… ler mais »

Capítulo 34 – Simão volta seu furor contra os idumeus e persegue até à portas de Jerusalém os que fugiam. Crueldade horrível e abominação dos galileus que estavam com João de Giscala. Os idumeus, que haviam abraçado o seu partido, insurgem-se contra ele, saqueiam o palácio que ele tinha ocupado e obrigam-no a se encerrar no Templo. Esses idumeus e o povo chamam Simão em seu auxílio contra ele e o sitiam.

Depois que Simão reconquistou sua mulher voltou seu furor contra o que restava de idumeus. Perseguiu-os de tal modo, que estando reduzidos ao desespero, vários fugiram para Jerusalém. Ele os perseguiu até às muralhas e lá matou os que voltavam do campo, quando pretendiam entrar na cidade. Assim, Simão era, no exterior, mais temível aos… ler mais »

Capítulo 30 – Simão, filho de Gioras, começa por se tornar chefe de um bando de ladrões, e reúne em seguida grandes forças. Os zelotes atacam. Ele derrota-os. Trava batalha com os idumeus e a vitória fica indecisa. Volta contra eles com forças maiores e todo seu exército é destruído pela traição de um de seus chefes.

Entretanto, surgiu uma nova guerra entre os judeus. Simão, filho de Gioras, originário de Gerasa, não era tão astuto como João, que se tinha apoderado de Jerusalém, mas era mais jovem, mais forte e ainda mais ousado que ele. O sumo sacerdote Anano o tinha expulsado por esse motivo da toparquia de Acrabatana, de que… ler mais »

Capítulo 20 – Os idumeus, tendo sido informados da maldade dos zelotes e tendo horror das suas incríveis crueldades, retiram-se para o seu país; os zelotes duplicam ainda sua crueldade.

Os idumeus, não podendo aprovar tantos excessos horríveis, começaram a se arrepender de ter vindo. Um dos zelotes advertiu-os secretamente de tudo o que acontecia. Disse-lhes que era verdade que eles tinham tomado as armas porque lhes haviam feito crer que os habitantes queriam entregar a cidade aos romanos; mas que não se havia encontrado… ler mais »

Capítulo 19 – Continuam as horríveis crueldades em Jerusalém da parte dos idumeus e dos zelotes; maravilhosa constância dos que as sofriam. Os zelotes matam Zacarias no Templo.

Depois que Anano e Jesus foram tão cruelmente massacrados, os zelotes e os idumeus levaram sua raiva contra o baixo povo e fizeram também entre eles uma horrível mortandade. As pessoas da nobreza eram encarceradas, com a espe­rança de que elas passassem para seu lado; nem um sequer, porém, preferiu evitar a morte, a fim… ler mais »

Capítulo 18 – Os idumeus continuam a praticar atos de crueldade em Jerusalém e particularmente contra os sacerdotes. Matam Anano, sumo sacerdote, e Jesus, outro sacerdote. Elogios desses dois grandes personagens.

Tanto sangue derramado não satisfez o furor dos idumeus; eles continua­ram a derramá-lo por toda a cidade; saquearam as casas e mataram a todos os que encontraram. Pouparam somente o povo, da camada mais baixa, porque não o julgavam digno de sua cólera; eram principalmente os sacerdotes o objeto de sua vingança. Apenas caíam-lhes nas… ler mais »

Capítulo 17 – Sobrevem espantosa tempestade durante a qual os zelotes, sitiados no Templo, saem e vão abrir as portas da cidade aos idumeus, que depois de ter derrotado o corpo da guarda dos habitantes, que cercava o Templo, apoderam-se de toda a cidade onde praticam toda sorte de horríveis crueldades.

Simão falou assim e todos os idumeus demonstraram com gritos que aprovavam o que ele tinha dito; Jesus retirou-se muito triste por ver na disposi­ção em que eles se achavam que a cidade era presa de uma dupla guerra. Os idumeus, por seu lado, não estavam em menor agitação de espírito; eles não podiam tolerar… ler mais »

Capítulo 16 – Os idumeus vêm em socorro dos zelotes; Anano recusa-lhes a entrada em Jerusalém. Discurso que Jesus, um dos sacerdotes, lhes faz do alto de uma torre. A resposta.

Aqueles enviados conseguiram sair, sem que Anano nem as sentinelas não só lhes impedissem a passagem, mas nem mesmo vieram a saber do que acontecia; os governadores da Iduméia apenas receberam as cartas, correram como loucos por todo o país, incitando os outros à guerra. Todos tomaram das armas, com tanto entusiasmo para defender a… ler mais »

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