entra

Capítulo 43 – Tito entra em Jerusalém e admira, entre outras coisas, as fortificações, mas particularmente as torres de Hípicos, de Fazael e de Mariana, que ele conserva, mandando destruir tudo o mais.

Tito entrou na cidade e admirou, entre outras coisas, as fortificações, con­templando com assombro a potência e a força das torres, bem como sua beleza. Os tiranos, por fim, foram bastante imprudentes em abandoná-las. Depois de ter observado atentamente sua altura, largura, a grandeza extraordinária das pedras e a arte com que tinham sido unidas,… ler mais »

Capítulo 26 – Os revoltosos dão um outro ataque. Os romanos repelem-nos até o Templo, ao qual um soldado põe fogo. Tito faz todo o possível para extingui-lo, mas inutilmente. Horrível carnificina. Tito entra no Santuário e admira-lhe a magnificência.

Quando Tito se retirou para a torre Antônia, resolveu atacar no dia seguin­te pela manhã, dez de agosto, o Templo, com todo seu exército; e assim estava-se na véspera desse dia fatal, em que Deus tinha, há tanto tempo, condenado aquele lugar santo a ser incendiado e destruído depois de uma longa série de anos,… ler mais »

Capítulo 26 – Vindex revolta-se nas Gálias contra o imperador Nero. Vespasiano, depois de ter feito estragos em diversos lugares da judéia e da Iduméia, dirige-se a Jerico, onde entra sem resistência.

Enquanto estas coisas se passavam na Judéia, Vindex, com os mais pode­rosos gauleses, se havia revoltado contra Nero; dessa rebelião falam as outras histórias em seus particulares. Essa notícia aumentou ainda o desejo que Vespasiano tinha de terminar imediatamente a guerra que havia iniciado, porque ele previa que aquela rebelião poderia ser seguida de muitas… ler mais »

Capítulo 37 – Céstio Galo, governador da Síria, entra com um grande exército romano na judéia, onde destrói várias praças e faz grandes devastações. Mas tendo-se aproximado de Jerusalém, os judeus atacam-no e o obrigam a se retirar.

Céstio Galo, governador da Síria, vendo que os judeus eram tão odiados por todos, julgou não dever, também, deixá-los em paz. Assim, tomou a décima segun­da legião, que ele tinha inteira em Antioquia, dois mil homens escolhidos das outras legiões, seis coortes de outra infantaria, quatro regimentos de cavalaria e três mil soldados de infantaria… ler mais »

Capítulo 14 – Sileu recusa-se a cumprir as ordens dos governadores constituídos por Augusto e vai procurá-lo em Roma. Herodes entra armado na Arábia e toma o castelo em que os ladrões se haviam refugiado.

Sileu recusou-se a fazer o que lhe havia sido ordenado e foi a Roma procu­rar Augusto. Herodes, então, entrou com um exército na Arábia. Marchou com tanta rapidez que percorreu em três dias de caminho o que se costuma fazer em sete e atacou os ladrões no castelo de Repta, para onde eles se haviam… ler mais »

Capítulo 6 – Herodes pretende socorrer Antônio contra Augusto. Antônio, porém, obriga-o a continuar os planos de guerra aos árabes. Herodes entra no país dos árabes, vence-os, mas perde outra luta, quando julgava ter vencido a guerra.

Herodes, cuja coragem não podia tolerar tal injustiça e desprezo dos árabes, preparava-se para entrar com armas no país deles, quando uma grande guerra civil rebentou entre os romanos, para se decidir a quem pertenceria o império do mundo, se a Antônio ou a Augusto. A batalha de Áccio, que se travou na centésima octogésima… ler mais »

Capítulo 3 – Alexandre Balas, filho do rei Antíoco Epifânio, entra com armas na Síria. A guarnição de Ptolemaida abre-lhe as portas, por causa do ódio que tinha ao rei Demétrio, que se prepara para a guerra.

No ano cento e sessenta, Alexandre, cognominado Balas, filho do rei Antíoco Epifânio, entrou com armas na Síria, e a guarnição da cidade de Ptolemaida entregou-lhe a praça, pelo ódio que tinha ao rei Demétrio, por causa do seu orgulho, que o tomava inacessível. Ele ficava encerrado num palácio real muito próximo de Antioquia e… ler mais »

Capítulo 6 – Onias, cognominado Meneiau, vendo-se excluído do sumo sacerdócio, retira-se para junto do rei Antíoco e renuncia a religião de seus antepassados. Antíoco entra no Egito, mas os romanos o obrigam a se retirar.

Onias, sumo sacerdote, morreu nesse mesmo ano, e Antíoco, rei da Síria, de que acabamos de falar, deu o sumo sacerdócio a Jesus, cognominado Jasão, irmão de Onias, pois este só deixara um filho de pouca idade, de que falaremos a seu tempo. Mas Antíoco, depois, tendo ficado insatisfeito com Jasão, tirou-lhe essa dignidade e… ler mais »

Barra lateral