aríetes

Capítulo 42 – Depois que os romanos ergueram aqueles cavaletes, derrubaram com os aríetes um pedaço do muro e fizeram brecha em algumas torres; Simão e joão e os outros revoltosos são tomados de tal terror que abandonam, para fugir, as torres de Hípicos, de Fazael e de Mariana, que só seriam tomadas pela fome, e então os romanos, tornando-se senhores de tudo, fazem uma horrível matança e incendeiam a cidade.

Dez dias depois que os cavaletes haviam sido iniciados, foram acaba­dos, a sete de setembro e os romanos colocaram suas máquinas sobre eles. Então, os revoltosos perderam toda esperança de poder por mais tempo defen­der a cidade. Vários abandonaram os muros para se refugiar no monte Acra ou nos esgotos, porém os mais corajosos atacaram… ler mais »

Capítulo 22 – Os romanos, não podendo abrir uma brecha no Templo, embora seus aríetes o tivessem batido durante seis dias, escalam-no e são repelidos com perdas de vários homens e algumas bandeiras. Tito manda incendiar os pórticos.

Quando as duas legiões terminaram as plataformas, Tito, a oito de agosto, mandou recolocar os aríetes na direção dos salões do Templo exterior, que esta­vam do lado do ocidente. O maior dos aríetes bateu nele continuamente, durante seis dias, sem obter nenhum resultado, porque aquele soberbo edifício estava fora das possibilidades de suas máquinas. Os… ler mais »

Capítulo 2 – João faz uma incursão para incendiar as novas plataformas, mas é repelido com perdas. A torre, sob a qual ele tinha feito uma mina, tendo sido batida pelos aríetes dos romanos, cai durante a noite.

As novas plataformas deram, por várias razões, muitos motivos de temor aos judeus. Eles estariam perdidos se não se apressassem em queimá-las e os romanos desesperavam-se por não poderem erguer outras, se aquelas fossem destruídas, quer porque não havia mais madeira para construí-las, quer porque eles já estavam tão cansados do trabalho dessas últimas e… ler mais »

Capítulo 30 – João destrói com uma mina as plataformas feitas pelos romanos que estavam do seu lado, e Simão, com os seus, incendeia os aríetes, que batiam nos muros que ele defendia e ataca os romanos até no seu acampamento. Tito vem em seu auxílio. Põe os judeus em fuga.

Embora os romanos tivessem começado a doze de maio as quatro plata­formas sem interrupção, puderam terminá-las em vinte e sete do mesmo mês, tendo então empregado nessa obra, dezessete dias, porque elas eram muito grandes. A que estava do lado da fortaleza Antônia, para o meio da piscina de Stroutium, fora construída pela quinta legião…. ler mais »

Capítulo 19 – Tito coloca seus aríetes em posição de funcionar. Grande resistência dos judeus. Dão uma vigorosa arremetida, chegando mesmo até o acampamento dos romanos, e teriam queimado suas máquinas, se Tito não o tivesse impedido, com seu extremo valor.

Depois que os romanos terminaram os trabalhos, lançaram um pedaço de chumbo preso a uma corda para medir o espaço que havia desde o terraço até o muro da cidade. Somente assim poderiam sabê-lo, porque os dardos que, de cima, os judeus lançavam, impediam-lhes aproximar-se dos mesmos. Quan­do viram que os aríetes poderiam chegar até… ler mais »

Capítulo 15 – Os romanos derrubam os muros da cidade com os aríetes; descrição dos efeitos dessa máquina. Os judeus incendeiam as máquinas e os trabalhos dos romanos.

Tão longo assédio e as incursões contínuas dos sitiados faziam com que Vespasiano se considerasse, ele mesmo, como sitiado; suas plataformas haviam sido concluídas até à altura das muralhas e ele resolveu servir-se do aríete. Essa terrível arma é feita como um poste, semelhante a um mastro de navio de altura e grossura enormes, cuja… ler mais »

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