O bem e o mal, todos nós sabemos a diferença, não é? A gente nasce nesse mundo com um conhecimento inerente do que é certo e do que é errado. De alguma maneira a gente sabe o que é certo e o que é errado.


Introdução e Testemunho Pessoal

Boa tarde, irmãos. Eh, sempre meio diferente agora, né? Tá sozinho. Raquel não tem vindo, né? Esses dias tá com Manuela em casa ainda. Manuela tá com menos de 2 meses. Tá bem. É um pouquinho diferente agora para levar Maria na salinha, etc. Mas Deus tem sido conosco. Amém.

Irmãos, antes de eh começar, né, o que o Senhor colocou no meu coração, queria dar um testemunho rápido assim. Eh, eu acho que desde a primeira vez que eu ministrei a palavra, eu acho que dessa talvez tenha sido a palavra que foi mais difícil de eu eh entregar a à igreja através do Senhor, não pela dificuldade ou pela facilidade de escrever, ver, tá? Talvez de todas essa tenha sido uma das que eu escrevi com mais facilidade, que o Senhor colocou no meu coração.

Mas eu confesso que desde quando eu terminei, eu fiquei até hoje de manhã eh querendo escrever outra coisa. E foi uma luta na minha mente. E sem sendo bem sincero com os irmãos, até chegar aqui, eu só não escrevi outra palavra, porque eu sabia que Fernando tava em João Pessoa e William e Paulinho não estavam aqui, então não ia dar tempo dos meus pastores lerem a palavra. Não que ter isso assim, por submissão, né, e por entender que é o correto, decidi obedecer. Ao que o Senhor tinha colocado no meu coração. Amém.

Mas quando eu cheguei aqui hoje com o louvor, com as palavras que foram ditas e faladas, eu entendi que era uma luta espiritual, né, que foi vencida, né? Amém. E eu queria entregar essa palavra à igreja que o Senhor me deu, tá? E eu queria de verdade que a gente tivesse lutando para que tudo que o Senhor colocou no meu coração eh caia como uma semente que dê frutos. Amém.

A minha intenção não é de forma alguma trazer a acusação, pelo contrário, a intenção do Senhor é sempre que a gente dê frutos, sejam pessoas, mas também a nossa vida em conhecê-lo, em aprender e a fazer a sua vontade. Amém.


Título e Tema da Palavra

Irmãos, eu também tive um pouco de dificuldade de dar um título, mas decidi que o título dessa palavra seria “Discernindo entre o bem e o mal”, tá? Discernindo entre o que é bom, o que é mau. Seria o título dessa palavra.

Eu queria que a gente começasse lendo eh Marcos 10:17, uma um texto muito conhecido da gente, uma história, né? Quando o jovem rico se aproxima de Jesus e a partir do 17 ele fala assim, né?

Marcos 10:17 fala assim: “Pondo-se Jesus a caminho, um homem correu ao seu encontro e, ajoelhando-se diante dele, perguntou: ‘Bom mestre, que farei para herdar a vida eterna?'”

Jesus respondeu:

“Por que você me chama de bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus.”

Que resposta curiosa essa de Jesus, né? Eu já fiquei por um tempo já pensando sobre isso, irmãos. Jesus perguntou assim:

“Por que você me chama de bom? Ninguém é bom, a não ser um que é Deus.”


Conhecimento Inerente do Bem e do Mal

O bem e o mal, eh, todos nós sabemos a diferença, não é? A gente nasce nesse mundo com um conhecimento inerente do que é certo e do que é errado. De alguma maneira a gente sabe o que é certo e o que é errado. Outras coisas não tão óbvias precisam ser ensinadas, mas o básico você sabe que o que é certo, o que é errado, né?

Você vê uma criança de 2 anos, pega um brinquedo que nem Maria pegou agora no culto, começou a bater assim no culto e ela já olha para mim sabendo que ela não pode fazer isso. Isso é errado. Ela sabe disso. A natureza a gente conhece, mas ela sabe o que é certo, o que é errado.

Muitas vezes eu ouvi dizer no trabalho ao longo da vida, né, as pessoas dizendo que os seres humanos são bons por natureza. Aí eu pergunto, isso é verdade? Não. A gente sabe que os filmes, os documentários, esses programas que a gente assiste ou assistia, eles dão destaque à bondade da humanidade, né?


A Bondade na Cultura Popular e na Mídia

Eu não conheço, tá gente? Eu parei de assistir filmes assim, filmes mesmo assim, desde Karatquide, A Hora da Verdade. Eu não tenho acompanhado muito os filmes, tá? Mas até Caraquide, a hora da verdade, aquele Daniel San, eu não conheço nenhuma história, eh, nenhum romance ou nenhum filme que tenha conquistado as multidões em que o mal triunfe sobre o bem. Se tem algum, por favor, você já sabe que esse tá muito claro que não é pra gente assistir, tá certo?

Todos nós crescemos assistindo aos mocinhos, enfrentando desafios. Geralmente eles lutavam no final de tudo, né, quando era uma derrota era inevitável, sem qualquer chance de sucesso. Roque Balboa, por exemplo, nossa, gente, é impossível uma pessoa apanhar daquele jeito e continuar vivo. Fala sério, não tem como, tá? Se você já assistiu esse filme, você vai lembrar disso. Até que de repente ele ressurgia, não é verdade? Vencia tudo e a gente aplaudia porque a gente, enfim, era bom ver aquilo, né? A gente esperávamos, né? A gente já esperava que o bem sempre vencesse, né? Porque afinal de contas Deus está do lado do bem, né?

Nos últimos anos, né? Os programas da TV, né? Eles exaltam a benevolência do homem, né? Se você assistir os programas de entretenimento, você vai ver que ultimamente ganhou muito espaço na TV, na mídia, né? Esses programas em que casas são reformadas e as pessoas ficam emocionadas, né? Eh, você vê programas de auxílio com vestuário, aparências transformadas, a gente fica sentado na TV às vezes admirando a bondade de grandes filântropos, ganhando dinheiro com essas coisas, tá?

Ultimamente, né, as celebridades têm se envolvido nisso, artistas de renome têm aberto o caminho para essa prática e aí a gente para e pensa: “Nossa, que bondade, né? Que generosidade”. Qualquer programa eh sobre dar destaque à benevolência, proteger os inocentes, se torna um programa de muita audiência.

Longe de mim, irmãos, longe das minhas palavras, não é a minha intenção afirmar que há pecado ou ressalva em ter um tempo assistindo esses programas. Não é o foco. O foco é a bondade aparente dos homens. O foco aqui não é falar sobre assistir ou não assistir. Acho que isso seria uma outra meditação, uma outra palavra, né?


O Padrão de Bondade do Homem vs. Deus

O que eu quero afirmar, e eu quero afirmar mesmo, é que talvez o bom para o homem não seja o bom para Deus. Tudo no entretenimento atual, tudo no mundo, na globalização, está centralizado no bem da humanidade e que o bem que o homem tenta fazer sem Deus, ele não basta.

Eu quero afirmar de novo, todo bem que o homem tentar fazer, ele vai ter boa intenção, mas sem Deus não basta.

Já ouvi muitos comentários dizendo que fulano é uma boa pessoa, fulano é um homem bom, é uma mulher boa. Normalmente no dia a dia a gente aceita essa avaliação sem nenhuma análise. Muito comum isso no trabalho, né? As pessoas rapidamente baixam a guarda quando ela diga: “Ah, não, dando um exemplo aqui, Rafa é uma boa pessoa, né?”

Considerando todas as afirmações ou as ações dessas pessoas, elas são proclamadas como boas, sendo pessoas seguras e confiáveis. Mas aí eu pergunto, essas avaliações, esse parâmetro está sempre correto? A gente pode cair no estado enganoso de chamar o que é certo de errado e o que é errado de certo. Nós precisamos aprender a discernir entre o bem e o mal. Amém?


O Ensinamento de Jesus ao Jovem Rico

Então, por que no texto de Marcos, se eu não me engano, só em Marcos que tem essa parte, essa citação, Jesus corrigiu o jovem rico quando o chamou de bom mestre. Eu pergunto a vocês, Jesus não era bom? Claro que sim, irmãos. Claro que Jesus era bom. Não é porque ele disse, é porque foi afirmado sobre a vida dele que ele era bom, que ele era santo, que ele foi irrepreensível, a morte não pôde vencê-lo. Ele ressuscitou, ele era bom. Eu não vou ressuscitar porque eu não sou bom, irmãos. Mas Jesus era bom.

Então, por que que ele disse isso? Por que que ele falou ninguém é bom, somente Deus é bom? Seria porê, talvez, a impressão que eu tenho é que aquele bom dito pelo jovem mestre era o padrão de julgamento errado. Em outras palavras, é possível que o padrão do que é bom para o homem seja diferente do padrão de Deus. Amém.

No decorrer da história, né, Marcos 19. Eh, obrigado. Quem colocou água aqui, eu nem vi. Obrigado.

Eh, a história continua, né? Jesus fala para o jovem rico assim:

“Você conhece os mandamentos? Não mate, não cometa adultério, não furte, não dê falso testemunho, não der fralude ninguém. Honrem o seu pai e a sua mãe.”

Então o jovem rico responde:

“Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude.”

É claro, irmãos, que Jesus viu que aquele homem tinha um tinha um tesouro no coração, as riquezas, né? Jesus fala:

“Então, vende tudo que tem, né, e dá aos pobres.”

É o continuar da história. Ou seja, apesar de seguir os mandamentos, a resposta que Jesus dá a ele indicou que o jovem indicou o que o jovem precisava fazer para encontrar o bom de Deus, o que que ele precisava fazer para encontrar o padrão de bom de Deus.


Reflexão Pessoal e Feitos Gloriosos

Mas aí eu fiquei pensando, eh, como eu teria me saído se eu tivesse no lugar do jovem rico? Sendo sincero, como é que eu teria me saído se eu tivesse no lugar dele?

E eu parei um tempo e eu queria que a gente refletisse um pouco em alguns segundos sobre os feitos gloriosos que nós já fizemos. Porque o jovem rico fez feitos gloriosos, irmãos. Veja, ele não matava, não cometia adultério, não furtava, não dava falso testemunho, honrava o pai e o mãe. Nossa, isso é glorioso, viu? Glorioso. Será que a gente pode pensar um pouco sobre os feitos gloriosos que nós já fizemos?

Mas aí talvez sempre tem o outro lado da moeda, né? Se a gente tivesse do outro lado, Rafa, tá? Eu tô olhando para dentro de mim e não encontro nada de bom, nada, nada, nada, nada. Eu tenho caído em tentação, tenho mentido, eh tenho me sentido derrotado. Ou então existem algumas coisas que eu me sinto muito bom, que fiz feitos gloriosos, mas eu sei que em outras coisas eu tenho caído, né? O jovem rico não sabia, talvez ou sabia que o tesouro dele tava nas riquezas, ele tava no meio, ele tava nesses dois aí ele tinha feito coisas boas e coisas más, né?

Certamente a gente encontrou no mínimo algo bom, glorioso ou algo que precisamos ainda crescer mais. Eu não tenho dúvida disso, mas eu quero ressaltar que realmente o padrão divino, no padrão divino para Deus não existe nada de bom em nós, irmãos. Nada. nem os feitos gloriosos, nem as coisas que são aparentemente boas, muito menos o oposto.

O bom de Deus não é o bom do homem. Por isso que Jesus corrigiu ao jovem rico:

“Ninguém é bom, somente Deus.”


O Padrão Divino para o Bem e o Mal

Ele to ele disse assim:

“Tudo no universo é bom na medida em que se conforma com a natureza de Deus e tudo é mal se deixa de fazer isso.”

Há alguns anos atrás, eu respondi para um colega da faculdade assim: Ele disse para mim que ele ajudava os pobres, né? Ele disse para mim que ele eh trabalhava, sustentava sua casa, ajudava os seus pais e que ele era uma pessoa boa. E isso faz muitos anos, tá? Faz uns 15 anos, 16 anos.

Eu respondi para ele assim:

“É verdade, fulano. A única diferença entre você e uma pessoa de Deus é que você é governado pela alma. E nós que temos o Senhor somos governados pelo seu espírito e por Jesus Cristo.”

Por isso to disse:

“Tudo no universo é bom na medida em que se conforma com a natureza de Deus. E tudo é mal se deixar de fazer isso.”

O que não está em correlação com com a natureza de Deus não é bom, irmãos, porque é paraa sua glória. Todo feito glorioso é aparentemente bom quando feito com a própria força ou para a nossa glória. Ele é aparentemente bom, mas ele é mau porque não glorifica a Deus.


Convocação Final à Ressonância com Deus

Hoje eu queria eh convocar a igreja para entrar ou voltar a estar em ressonância, irmãos, com o coração de Deus. A palavra ressonância é bater na mesma frequência, é bater no mesmo ritmo do coração de Deus, a mesma batida, a mesma sintonia, vivendo sua vontade, se arrependendo, se prostrando, conversando com ele e se submetendo à voz do Espírito Santo. Amém.

Essa é a receita. Não é fácil, mas é a receita. É o feijão com arroz, irmãos, de Deus. é se arrepender, se prostrar, conversar com ele, com o Espírito Santo. Amém.

A gente precisa ficar atento a essas coisas. Por isso, eu queria ressaltar alguns pontos conosco hoje, algumas coisas que nos ajudam a ficar atentos a essas questões. Amém.

Eva e a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal

Em Gênesis 3:6, a Escritura registra:
“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento. Tomou do seu fruto e comeu, e deu também ao seu marido, e ele comeu com ela.”

Aqui temos um insight crucial: Eva foi atraída pelo lado “bom” da árvore, não pelo mal explícito.
Existe um “bem” que não procede de Deus, mas está maquiado de algo bom — esse “bem” é um veneno disfarçado que conduz à morte e perdição.


O Engano das Aparências do Bem

Pergunto:
Somos atraídos por coisas manifestamente erradas, como músicas de rock que exaltam o satanismo? A resposta clara é não.
O engano está no atraente, no que parece bom, no que seduz pela aparência de bondade, mas se opõe à sabedoria de Deus.

Exemplo prático:
Amizades que parecem genuínas, mas nos afastam da verdade; boas intenções sem Deus não bastam —
o “bem” sem submissão à vontade divina é mal em essência.


O Perigo do “Bem” Maquiado

No ambiente profissional e pessoal, propostas disfarçadas de benefícios, como a compra ilegal de notas fiscais, nos alertam:
nem toda boa ação ou intenção procede de Deus — algumas são armadilhas que nos levam à vergonha e destruição.

É essencial desenvolver um radar apurado para discernir o real impacto das ações que parecem boas, pois
nem tudo que reluz é ouro — o que parece um caminho de luz pode ser, na verdade, caminho de morte.


Provérbios 14:1 — O Caminho que Parece Certo

“Há caminho que ao ser humano parece direito, mas o fim dele é caminho de morte.”

Isso traduz o maior desafio corporativo e pessoal:
Conseguir enxergar além das aparências para não ser seduzido pelo que é apenas “aparentemente” bom.


A Árvore da Vida vs. Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal

Deus colocou a árvore da vida no centro do jardim — símbolo do caminho da vida e da sabedoria divina.
Em contraste, a árvore do conhecimento do bem e do mal representa a sabedoria humana separada de Deus —
um caminho de morte que trouxe maldição, doença, escassez e sofrimento.

Mas a esperança permanece:
Deus, o Redentor, já traçou o caminho para restaurar a verdadeira vida através de Jesus Cristo.


Sabedoria como Árvore da Vida (Provérbios 3:13-18)

A sabedoria divina é descrita como:

  • Mais preciosa que joias
  • Fonte de vida longa, riqueza, honra, paz e caminhos agradáveis
  • Árvore da vida para quem a retém

Buscar a sabedoria de Deus é investir em um ativo eterno que garante sucesso sustentável, enquanto rejeitar essa sabedoria é abrir mão da verdadeira prosperidade.


O Perigo da Preguiça Espiritual e Falta de Discernimento (Hebreus 5:11-14)

O autor de Hebreus alerta para a necessidade de maturidade espiritual:
“Alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.”

Aqui está o cerne da governança pessoal e corporativa:
o discernimento é uma habilidade treinável, fundamental para a sobrevivência e crescimento.

Como Discernir Entre o Bem e o Mal?

Orando, buscando, se prostrando, ouvindo a voz do Espírito Santo.
A verdade é que nem tudo que o homem acha que é bom, realmente é bom.


O Exemplo de Pedro: O Perigo do Bom Intencionismo

Em Mateus 16:21-23, Jesus revela que:
“Por trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo, porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.”

Pedro achava que estava fazendo o bem, querendo proteger Jesus, mas estava sob influência maligna.
O homem não pode julgar o que é bom ou mau fora da luz da Palavra de Deus.


A Busca pelo Discernimento Autêntico

Salomão, em 1 Reis 3:9, pede a Deus:
“Dá ao teu servo um coração cheio de discernimento para governar o teu povo e capaz de distinguir entre o bem e o mal.”

Esse é o paradigma para líderes e indivíduos:
Discernir o que vem de Deus e o que não vem, mesmo quando parece bom.


O Desafio Pessoal: Não Seremos Exclusivos

Assim como o jovem rico que se sentia bom, todos nós enfrentamos o desafio de discernir, tomar decisões e lidar com nossos pensamentos.
Precisamos deixar nossos tesouros no altar e pedir a Deus para revelar o verdadeiro bem.


A Sabedoria de Deus nos Salmos 111, 112 e Tiago 1:16

Salmo 111 destaca:
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Revelam prudência todos os que o praticam.”

Tiago 1:16 reforça:
“Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do Pai das Luzes.”

Quando permanecemos diante de Deus e permitimos que o Espírito Santo guie nosso coração, desenvolvemos a capacidade de discernir o verdadeiro bem do mal disfarçado.


Temor, Sabedoria e Prudência: Os Três Pilares do Discernimento

  • Temor a Deus é o fundamento da sabedoria.
  • Sabedoria revela prudência nas nossas decisões.
  • Prudência protege a vida e o futuro.

Sem esses três pilares, é como dirigir em alta velocidade sem cinto de segurança: perigoso e irresponsável.


Autoavaliação e Maturidade Espiritual

Pergunte-se:
Minhas atitudes revelam prudência e sabedoria? Estão fundamentadas no temor do Senhor?

Esse exercício é vital para alinhar vida e decisões à vontade de Deus, reconhecendo a Sua majestade e poder em tudo.


A Promessa para os Que Temem a Deus (Salmo 112)

“Bem-aventurado é aquele que teme ao Senhor e tem prazer nos seus mandamentos.”

  • Descendência poderosa na terra
  • Justiça que permanece para sempre
  • Luz que nasce nas trevas
  • Bondade, compaixão e justiça

Quem teme a Deus conhece os segredos da aliança e evita os caminhos de morte.


O Caminho da Sabedoria Passa Pelo Conselho e Confissão

Dois conselhos essenciais:

  1. Peça conselhos antes de tomar decisões.
    Provérbios 12:15 — “O sábio ouve os conselhos.”
    Provérbios 19:20-21 — “Ouçam conselhos e aceitem instruções.”
    Provérbios 13:10 — “O orgulho só gera discussões, mas a sabedoria está com os que tomam conselhos.”
  2. Confesse seus pecados e receba oração.
    Tiago 5:16 — “Confessem seus pecados uns aos outros para serem curados.”
    Salmo 32:3-5 mostra o poder libertador da confissão diante de Deus.

Transformação Progressiva à Imagem de Cristo (2 Coríntios 3:18)

“Somos transformados de glória em glória na própria imagem do Senhor.”
O processo é diário: despir-se do ego, exercitar o temor, a sabedoria e a prudência, ouvir conselhos, confessar, buscar a Deus.

Assim, o “eu” vai sumindo e a glória de Deus vai sendo revelada.


Declaração Final: Jesus, Senhor do Discernimento e da Restauração

Jesus está sobre nossas decisões, pensamentos e emoções.
Ele é o Zelo de Deus conosco, que através do Espírito Santo nos convence do pecado, justiça e juízo para nos restaurar.

Clamamos e exaltamos o nome de Jesus, para que a glória dEle transpareça em nossas vidas, guiando-nos no verdadeiro discernimento entre o que parece bom e o que realmente é bom.

Baixe a transcrição original aqui: