O papel da Igreja e o posicionamento dos discípulos de Cristo diante da sociedade, do governo e das adversidades, enfatizando obediência, oração, submissão a Deus e transformação pelo Evangelho.
Transcrição realizada com ajuda de inteligência artificial
Boa tarde. Ainda é tarde, né? De tarde trago um abraço dos irmãos de Minas, lá de BH e de Pedro Leopoldo. Muito precioso servir a igreja do Senhor, mas como disse lá, é muito bom ter para quem voltar, né? Casa, igreja. Então, que bom vocês que nos respaldam para todas as viagens e deslocamentos que fazemos, né? Então, graças a Jesus por isso. Trago lá um abraço dos irmãos. E o Jojó faltou dizer que Douglas noivou, né? Então, só que ele não está aqui entre nós. Os pais estão, o irmão ali, ó, eu falo porque está no Instagram dele, né? Então, botou no público, querido. Caiu na rede e virou público, né? Então, glória a Deus, queridos.
O Papel da Igreja e Nosso Posicionamento
Normalmente Deus levanta outros para trazer uma palavra mais de ensino e assim cada um dentro do seu dom edifica a igreja. Mas eu gostaria de trazer uma palavra de ensino acerca do nosso posicionamento como igreja nesses últimos dias, dos últimos acontecimentos que têm ocorrido em nosso país. Hoje o Jojó, direcionado pelo Espírito Santo, pediu para que nós começássemos orando pelo nosso país. Eu não quero trazer isso como uma coisa, eu não quero repreender ninguém aqui, mas só uma irmã, a pedido dele, orou. Será que isso demonstra, irmão, quão longe nós estamos da compreensão do nosso papel e posicionamento como igreja em nosso país? Você entende que quando somos ganhos pelo Senhor, nosso posicionamento acerca de tudo e todos muda. A mudança que ocorre num discípulo é de mentalidade. Primeiro, o Senhor muda a nossa maneira de ver e pensar. Amém.
Qual é o cenário propício para falar o que eu vou falar hoje aqui entre nós? É loucura para alguém que é do mundo o posicionamento que Cristo dá através da conversão do novo nascimento. Por exemplo, você tem alguém que te persegue, você deve perseguir de volta. Você tem alguém que xinga você, você xinga de volta. Você tem alguém que pisa deliberadamente no teu pé, você pisa de volta. Não éramos assim. Éramos assim. Jesus já começa com o sarrafo, aquele pulo mais, muito mais distante do que os costumes e valores que os nossos pais nos legaram. É o que Pedro fala. Aprendemos a ser bom com os que nos são cordiais, não é assim? Mas os discípulos de Cristo e Deus quer realizar o seu propósito nessa terra através dos discípulos, têm uma outra maneira de se posicionar diante de tudo e de todos.
Autoridade e Governo
Então, sobre esse posicionamento, eu quero trabalhar um pouco com você aquilo que as escrituras nos trazem e vou tocar em temas delicados aqui, principalmente acerca do nosso governo. E eu quero deixar bem claro aqui, nunca você ouviu de nenhum dos seus pastores nenhuma bandeira partidária. E hoje eu não vou fazer isso. A nossa bandeira não é daqui. Nós não somos aqueles que defendem A ou B, o partido A, não somos desses, queridos.
Sugerindo a Cristo que mandasse fogo do céu contra os inimigos dos judeus, que seriam os samaritanos que não se davam bem. Os filhos do trovão chegaram para Jesus e disseram: “Não queres que a gente ore e caia fogo do céu sobre eles?” O que disse Jesus? “Não sabeis de que espírito sois?” Será que o Senhor não quer nos lembrar de que espírito somos? A quem pertencemos? Qual é o nosso posicionamento? Eu não vou perguntar quem tem chefe difícil aqui. A pergunta que eu faço é: você tem orado pelo seu chefe ou se juntado com aqueles que falam mal do teu chefe? Você tem orado para a prosperidade do dono da tua organização que tu trabalha ou tu se junta com aqueles que reclamam? Porque acham que o salário dele é muito maior do que o teu.
Qual é o nosso posicionamento como igreja? Qual seria o posicionamento, por exemplo, queridos, do Daniel, do profeta Daniel, diante dos que oprimiram o seu povo e trouxeram ele como cativo? Qual foi o posicionamento da igreja quando no primeiro momento do seu nascimento foram obrigados pelas autoridades a não falarem do nome de Cristo? Eu quero ler o primeiro texto com você de Daniel, capítulo 2, versículo 21. Depois você veja o contexto. Ele diz que Deus muda os tempos e estações. Preste atenção. Remove reis e estabelece reis. Ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos.
Quem levanta reis e quem derruba? Quem trata com autoridade delegada é quem delegou. Anote isso no seu coração. Não somos nós. Já estou dando spoiler lá da frente, lá do finalzinho. Mas é importante que nós entendamos isso. Por mais que nós temos hoje o direito de votar A, B, C ou D, é Deus quem estabelece. Não somos nós. E se ele estabelece, ele sabe o quê? Sim ou não? Sim.
Atos capítulo 4, versículo 29 e 30. Depois de serem açoitados e receberem uma palavra clara das autoridades que não poderiam mais falar acerca do nome de Cristo. Preste atenção que aqui tem duas coisas diferentes. Tem autoridade delegada e tem uma ordem clara que contradiz a ordem de Deus. Olha o que eles falam. “Agora, pois, Senhor, olha para as ameaças deles.” Deles quem? Das autoridades. O que é que eles oram em seguida? Eles oram para derrubar? Sim ou não? Não. Eles oram para que aquelas autoridades adoeçam e morram? Não, eles dizem: “Concede aos teus servos que anunciem a tua palavra com toda ousadia, enquanto tu estendes a mão para curar, fazer sinais e prodígios no meio, por meio do nome do teu santo servo Jesus”.
Qual é o posicionamento da igreja diante de tudo e todos, queridos? É diferente. O Espírito Santo nesses últimos dias quer nos levar de volta a nos posicionarmos como igreja sobre todos os aspectos, em todas as nossas áreas. Filho, os filhos, você reclama do teu pai, ora pelo teu pai. Esse é um posicionamento diferente, irmãos, que isso é loucura para fora, mas para nós que somos discípulos, é um perfeito entendimento da vontade de Deus para ser cumprida. De novo, Deus quer uma grande família de muitos filhos semelhantes a Jesus para a glória dele.
Transformação da Nação e o Evangelho
Eu quero juntar essa frase, o texto que fala: “Bendita é a nação cujo Deus é o Senhor”. Como você muda uma nação? Mudando governantes? Não, mudando o coração de cada homem e mulher. Aí sim, a nação toda sendo recebida no reino, aí é uma bendita nação, cuja nação ali toda é do Senhor. Você quer mudar? Você quer mudar o Brasil? Começa a proclamar onde tu estás. Você quer mudar o cenário espiritual do Brasil? Começa a proclamar as verdades de Cristo onde tu estás. Deus e Jesus nunca nos enviou para mudar sistema nenhum. Esse sistema, segundo Jesus já declarou, está falido. O mundo já de novo, quer mudar, prega o evangelho. Deus quer realizar isso através de nós.
Ser discípulo de Cristo é o caminho para o qual Deus realiza o seu propósito no coração do homem. Querido, nós precisamos entender isso. Nós precisamos entender que como discípulos, nós temos um compromisso radical de seguir a Cristo e de nos submeter a ele. Discípulo é aquele que crê em tudo que a palavra diz e faz tudo que o Senhor manda. Jesus é o que de nós? Ele nos salvou para ser o nosso. Eu repita. Jesus me salvou para ser o meu Senhor. Então, onde existe Senhor, não existe não. E onde existe não, não existe Senhor. Se é Senhor, existe só o sim, Senhor. Entenda, Paulo nos compara a soldados alistados. Eu acho que Caio ministrou sobre isso. Olhei para Aureliano e para alguns irmãos aqui, né? Os nossos mais novos soldados também. Nós somos assim. Se Jesus fala, nós fazemos o quê, irmãos? Sim, Senhor.
Se a palavra diz que é para eu perdoar, eu tenho que. Se é para eu amar ou orar pelos que me perseguem, o que vou fazer? Orar. Ou você acha que a igreja chegou até hoje entre nós aqui, o evangelho chegou até nós com um posicionamento diferente desse dos nossos primeiros irmãos. Você sabe porque o coliseu não parou a igreja? Já ministramos aqui, porque os que iam ser mortos iam ser mortos sem falar mal dos seus algozes. Eles, a palavra, a palavra da história diz que muitos deles iam cantando ao Senhor. Aí aqueles que viam essa fé se transformavam em Cristo e de novo eram mortos, perseguidos. E a fé vista entre de outros nessas nesses corações era seguida, seguida até chegar até nós. Você não vê relato bíblico da igreja do Senhor se levantando com outro posicionamento. Por isso que quando fazemos isso, colocamos brasa viva sobre os homens, sobre aqueles que nos perseguem.
O Discípulo e a Morte para Si Mesmo
Agora, ser discípulo é aprender a tratar consigo mesmo. João 12:24 em Jesus diz assim: “Em verdade, em verdade vos digo, se o grão de trigo caindo na terra, ele não morrer, ele fica o quê? Só. Mas se morrer, produz muitos frutos.” Pergunta a você, é fácil ou mal inimigo? De jeito nenhum, mas para amar precisamos morrer. E se eu morro? Nesse amor eu produzo frutos. E quem é glorificado com os nossos frutos? O Senhor é glorificado.
Precisamos entender que o posicionamento dos discípulos é morrer, é mortificar. Nós cantamos o nosso velho homem. Nós tínhamos valores antes de Cristo, nós tínhamos conceitos antes de Cristo, nós tínhamos posicionamentos antes de Cristo. Mas ser discípulo é reconhecer que você, como velho da natureza, como velho homem, acabou. Por isso que é possível transformar um homem marido grosso que papel de embrulha prego num pano de seda com a sua esposa. Sim ou não? Sim. É possível uma língua felina, né, que fere, é ferina, né, que fere. Você entendeu? Ser uma língua que produz saúde. Amém. Porque o Senhor não muda só os nossos conceitos e valores, ele muda o nosso coração. Então, por isso que o discípulo, ele tem que saber tratar consigo mesmo. É reconhecer que você está fora como velho homem e quem agora assume a vida é Cristo Jesus. Amém. Glória a Deus. Ele morreu por todos.
Segunda Coríntios fala para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. Ah, William, mas eu nasci assim, eu sou assim. É verdade. Mas no batismo tu morreu assim para ressuscitar assim agora. Aleluia. Senão que valor tem a ressurreição? Que valor tem o batismo em Cristo? Tem, porque ele não muda a nossa maneira de viver. Então, como discípulos, é imperativo que tenhamos em nós, preste atenção a isso, o mesmo DNA de Cristo. E nós temos o mesmo DNA de Cristo, mesma maneira de pensar, de agir, sentir e tomar decisões. Filipenses 2 de 5 a 8 está na nossa catequese, mas eu quero lembrar para você, se você puder abrir o Felipe colocar aqui, tendo em vós, tendo em quem? Em vós, em cada um de nós, o mesmo sentimento ou a mesma maneira de sentir, de pensar que houve também em Cristo.
Pois ele, Jesus, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação ser igual a Deus, algo que deveria, é, vou ler daqui que fica melhor. Não considerou ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. Continua. Pelo contrário, quem se esvaziou a si mesmo? Assumiu a forma de tornando-se o quê? E reconhecida em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se até a morte. A si mesmo se esvaziou, a si mesmo se humilhou. Não se trata de outro me esvaziar ou me humilhar. Presta atenção. Precisamos entender que evangelho é tratar conosco mesmo. Nós, eu trato comigo, não é com o outro. Eu procuro me humilhar. Eu procuro me esvaziar.
Preste atenção. Essa é a senha do discípulo. A si mesmo. A si mesmo se humilha, a si mesmo se esvazia, a si mesmo, a si mesmo. Sem essa senha é impossível entrarmos pela porta, caminhar o caminho do reino e chegarmos ao nosso alvo, que é ser igual a Jesus. Um discípulo é alguém que aprendeu a lidar consigo mesmo. Mateus 16:24-25. Jesus disse a seus discípulos: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto quem quiser salvar a sua vida, perdê-la. E quem perder a vida por minha causa, achá-la”. A si mesmo se negue. Isso vai ser importante para o que nós vamos ler daqui a um pouquinho mais. Sou só na introdução aqui.
Precisamos entender, irmãos, que a si mesmo se negue não é a tendência do ser humano. A nossa tendência como homens e mulheres caídos, né, sem Cristo, não é o nosso caso mais. Glória a Deus e aleluia. Mas a tendência do homem é ir na contramão desta verdade, preservar sua vida, proteger-se. Isso é normal para quem não é de Cristo. Mas para nós, discípulos do Senhor, o nosso posicionamento é negar a nós mesmos, inclusive aquilo que nós pensamos ser certo e errado.
Neste processo de negar-se a si mesmo, o instrumento mais útil que um discípulo tem é a cruz, pois nela ele morre. Discípulo vivo é um grande problema. Estranho isso, né? Vai na contramão de tudo, né? Discípulo bom é aquele que realmente reconheceu que morreu e nasceu em Cristo Jesus, né? Por isso, queridos, a senha é nega-te a ti mesmo. E o instrumento para isso é a cruz. A cruz é lugar de dor, mas quem geme, não é o outro.
Mas também quem recebe os frutos desse sacrifício que você faz na cruz é você diante do Pai e o Pai recebe glória. Se eu não tenho muito bem resolvido esse tema, não há propósito em Deus, não há comunhão, não há reino e como consequência não há um reinar de Cristo nas nossas vidas. Eu vou repetir, sem esse caminho que tem que ser trabalhado pela cruz, o negar a nós mesmos sem esse entendimento, sem isso ficar claro nos nossos posicionamentos, é impossível Cristo reinar em nós. Mas como Cristo reina, eu quero falar isso, ele reina. Amém? Ele reina através das nossas decisões de assumirmos a nossa cruz e seguimos a Jesus. Nós decidimos morrer porque se o grão de trigo não morre, não tem frutos. Quem quer dar frutos aqui? Certamente você quer. Em nome de Jesus, morra, porque assim virão os frutos. Não sou eu que disse, é Jesus. Essa é a verdade que nos liberta. Nos liberta de nós mesmos, que nós somos os maiores inimigos de nós mesmos. Você sabia que as muitas vozes, eu falei isso esses dias para alguém, as muitas vozes que nos atrapalham, a mais forte, mais difícil de calar, é a da nossa própria alma, dos nossos próprios desejos e vontade. Pense num negócio complicado, é vontade. Eu não sei se foi Rafa que ministrou domingo sobre vontade. Alguém ministrou esses dias, pense que é algo que é difícil. Ou ele tem que domar a vontade da gente, tem que estar na cruz, tem que morrer para que Cristo ressurreto, reine em nossas vidas. Tudo que faço do lado de dentro reflete do lado de fora. Se eu creio algo dentro, eu faço externo isso que creio. Se eu tenho convicção de algo no meu coração, isso eu vou falar, isso eu vou viver, isso eu vou externar.
Conformidade à Imagem de Jesus e o Princípio de Autoridade
Queridos, Romanos 8:29 a 30 diz que porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conforme a imagem do seu filho, a fim de que Cristo seja o primeiro dentre muitos irmãos. Cristo é o vinho novo e nós odres novos. Não quero fazer desse tema doutrina, tá? Mas entenda que o desejo de Deus é que sejamos conformados à imagem de Jesus, que foi obediente até a morte, morte de fale obediente até a morte. E morte de cruz. Penso que dos muitos temas que são críticos e difíceis para nós como homens e mulheres e não seja deixa de sê-lo um desafio para nós discípulos, é o princípio de autoridade. E é nesse tema que eu quero entrar agora com você. Mas para entrar nele, eu precisava dar essa introdução acerca de nós como discípulos, uma vida nova, levando a cruz, morrendo a cada dia, para nós podermos ler o que nós vamos ler e viver o desafio que as escrituras nos trazem acerca do princípio de autoridade. Eu não gostaria que ninguém aqui pensasse errado de nós, porque falo nesse ponto em nome do presbitério. Nunca usamos o microfone, nunca para falar mal de nenhuma autoridade. E você não espere isso de mim hoje.
Isso não é de Deus, é de Satanás. Se rebelar contra a autoridade não é da palavra do Senhor. Nunca usamos nunca, mesmo os momentos que vivemos difíceis nos anos anteriores, sempre levamos você como igreja a buscar o Senhor e ter de Deus convicção. Mas eu preciso trazer essa palavra para você, queridos, porque Deus governa a partir do seu trono. Preste atenção, o qual está firme e bem estabelecido sobre a sua autoridade. Quando Moisés bateu na rocha, Deus disse: “Fala, rocha”. Duas coisas aconteceram. Primeiro que ele desobedeceu a Deus e segundo que Deus não foi santificado naquele gesto. Conclusão, resultado, Moisés não entrou na terra prometida. Deus estabelece tudo através da sua autoridade. Tudo que existe foi criado, presta atenção, foi por causa da sua autoridade. E todas as leis físicas do universo estão sustentadas pela sua palavra, palavra do seu poder. Quem já viu aqui o sol atrasar e você chegar antes do sol e dizer: “Bora, querido, está atrasado.” Quem? Eu já vi alguém orar para o sol se segurar ali, né? Mas orou a Deus. Deus segurou o sol. Mas está atrasado.
A Submissão à Autoridade Delegada
Graças a Deus, pode repetir depois, né? Mas por que eu vou dizer, irmã? Carteirada aqui, ó. Dois para mim. O pastor dela deu autoridade para ela. O que é que eu tenho que fazer? Me submeter. Poderia ser um adolescente ali, poderia ser uma criança, está revestida de autoridade. Nós precisamos entender isso. Toda autoridade delegada foi por Deus delegada. Precisamos entender que o DNA de Cristo a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. A quem Jesus se submeteu? A quem Jesus se submeteu? A César.
Mateus 22:21. Vou começar a engrossar um pouquinho o caldo aqui. Eu não, tá? Graças a Deus. É as escrituras. Mateus 22:21 diz: “Questionado sobre a obrigação ou não de pagar o tributo a César, Jesus mais uma vez nos ensina. Ele diz assim: “De César, então lhes disse: Dai, pois a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” O que é que Jesus deu aqui? Tributo. Jesus reclamou, Jesus se rebelou, Jesus disse que não era certo. Não estou perguntando aqui porque não dá para fazer agora se Jesus concordava ou não, mas não é o caso. Guarda para você esse conceito de ser certo ou errado. Submete a palavra do Senhor. Errado ou não, tu tem que submeter. Se submete.
Me diga. Tem uns impostos aí que eu não vou dizer o outro, a outra letra que você dá chorando, não dá? “Senhor, vou ter que declarar isso.” Declare. Mas chora diante do Senhor. Mas não vai reclamar para irmão. “Rapaz, esse negócio é do diabo.” Pera aí, calma, calma. Não é, veja, se você declara esse imposto, você está indo de encontro ao Senhor. Sim ou não? Não. Então, declara. Declara agora. Não prega essa palavra, não prega este nome. O que é que os irmãos disseram? Pedro e João, depois de serem açoitados, disseram: “Opa, outro lá, eu me submeto a vocês, mas o que vocês estão nos pedindo vai de encontro a uma ordem que Deus nos deu clara. E hoje nós podemos dizer diferente deles dois nas escrituras. Se vai de encontro, nós temos que decidir se nós nos se nós obedecemos aquele que delegou ou as autoridades delegadas.” Ficou claro isso? Não sei se no nosso país vai chegar este momento. Em alguns sim. Em alguns é proibido pregar o evangelho. Os irmãos pregam, são mortos. OK. É a vida da igreja naquela localidade. Nós não chegamos aqui ainda. Não sei se chegaremos. E se chegarmos, nós vamos crescer muito mais do que crescemos hoje, porque assim em todo mundo a igreja é perseguida.
Mas em nenhum momento estes irmãos que sofrem essa perseguição do governo e que não se não obedecem a esse comando, em nenhum destes países os irmãos reclamam ou oram contra o governo. Quem já leu o livro do irmão em um aqui, o homem do céu, lembra o que ele fala no final? Ele diz assim: “Nós, questionado sobre o governo chinês, ele diz assim: “A igreja lá, nós não oramos contra o nosso governo, nós oramos pelo nosso governo.” Por quê, irmãos? Porque ser discípulo é ter outro posicionamento. Eu não estou dizendo que concordo em hipótese alguma em nada com o que o governo chinês fala. E certamente se você perguntar aos irmãos, eles diz: “Ah, não, a gente também não concorda não, mas a gente não fala mal não. A gente ora pelo nosso governo.” Por quê? Porque somos discípulos do Senhor. Nosso posicionamento é outro.
A Autoridade de Deus Acima de Tudo
Dai a César o que é de César. Aqui não estava em jogo o fato de Jesus se curvar e adorar o César. Presta atenção para quem nós temos os conhecedores da história aqui, João Paulo e outros, que podem nos dar uma lição acerca dessas tiranias ou desses impérios que ao longo dos anos a igreja sofreu na mão. Jesus não nasceu numa democracia não, querido. Jesus nasceu sob o jugo de um império, o império romano. Em quantos textos você vê Jesus claramente se rebelar contra esse governo? Nenhum. Foi obediente até a morte e morte de cruz. Se não estava em jogo, se curvar a César ou se sujeitar a uma ordem claramente que iria de encontro à autoridade de Deus, nós temos que nos submeter.
Tudo que não for uma clara desobediência aos mandamentos e preceitos de Deus, Jesus foi obediente às autoridades delegadas. Em João 19:11, questionado por Pilatos se ele não ia levantar a voz ou se defender, porque Pilatos diz que ele tem autoridade para livrar a vida de Jesus. Olha o que Jesus diz: “Nenhuma autoridade terias sobre mim se de cima não te fosse dada.” Você entende o posicionamento de Jesus aqui? Esse é o nosso DNA. Jesus reconheceu autoridade delegada, não se rebelou, só deixou uma palavrinha para nós. Nenhuma autoridade terias sobre mim se Deus não tivesse te dado. Ele fala para aquele que deu a sentença de morte para ele.
Isso nos coloca num posicionamento completamente diferente de todos os outros homens e mulheres dessa terra que não são discípulos do Senhor. Podemos dizer ao nosso presidente: “Não terias nenhuma autoridade sobre nós se Deus não tivesse te dado. Mas se te deu, tu és uma autoridade delegada. Nós precisamos orar pelo nosso país.” A nossa governadora Raquel, já ouvi irmãos dizerem: “Ah, uma péssima governadora” e falar mal, irmão. “Tu já parou quantas vezes para orar por ela?” Paulo fala: “Para orarmos pelas autoridades para termos dias tranquilos.” Presta atenção. Não importa. Você acha que, eu não quero falar direita, esquerda, centro, mas você acha que pior do que um império, pior que algo que impõe sobre você um calar sem você ter direito a nenhum tribunal. Tu acha que é melhor ou pior do que nós temos em qualquer parte desse mundo? Irmãos, não tem ideia. Nós precisamos orar para ter dias tranquilos. Quantas vezes você fala com o irmão, querido, vem cá, eu quero falar, mas rapaz, tu viu que a prefeita daqui, a menina não tem nem idade para não ser, irmão. Fala isso não, irmão. Faça o seguinte, em nome de Jesus, para quem mora em Olinda, vamos orar para que a gente tenha dias bons em Olinda. Em nome de Jesus, em nome de Jesus. “Ah, o João Campo que pinta o cabelo.” Irmão, faz isso não. Faz isso não. Fala isso não. Fala isso não. Faça o seguinte, irmão. Ore por ele para que você e nós que sofremos porque Olinda é uma cidade dormitória. Tenha dias bons. Se ele vai ganhar ou não vai ganhar, se ele é ruim ou se não é ruim. Irmão, isso não nos cabe.
Você faça o seguinte, você quer chorar, pega o teu quarto, abre tua porta, fecha a tua porta, entra, se ajoelha, chora diante do Senhor. “Senhor, olha, Senhor, em nome de Jesus, mas eu quero abençoar aqueles que estão sobre nós como autoridade.” Este é o nosso posicionamento. Eu sabia que não ia ter muito. Glória a Deus. Aleluia. Mas eu espero que no teu coração tenha mudança. Uma das primeiras lições e temas que quando eu me converti me foi dado foi esse tema do princípio de autoridade. E essa frase que eu vou lhe trazer agora, salvo engano, está no livro do Watchman Nee, Autoridade Espiritual. Ele diz o seguinte:
“A submissão às autoridades é absoluta, mas a obediência é relativa, quando o que estiver em jogo for uma clara desobediência à vontade de Deus revelada em sua palavra.” Eu vou repetir. O fato de sermos submissos às autoridades é absoluta, mas a obediência significa, a prática daquilo é relativa, quando o que estiver em jogo for uma clara desobediência à vontade de Deus. Por exemplo, se hoje o governo estadual, municipal ou federal disser que as igrejas não podem mais pregar o evangelho, nosso coração é de submissão, mas nós não podemos obedecer a esta direção governamental. Quando Daniel estava tranquilo na Babilônia, os que queriam a sua morte chegaram para o imperador, o rei lá e disseram assim: “Olha, é o seguinte, faz uma estátua para ti, um busto, um rosto e quando tocar determinado lugar, todo mundo tem que se ajoelhar para você.” Beleza? Beleza. Quem não fizer isso vai para a cova do leão. Não é imposto de renda, não. Leão físico. E não é o leão vegetariano, é o leão carnívoro.
Daniel viu isso. A Bíblia é tão interessante que fala assim que ele recebeu a ordem. É uma ordem de uma autoridade delegada. Sim ou não? Sim. Ele ouviu, recebeu. Eu imagino o Daniel assim. “Ah, beleza. OK.” Voltou para sua casa, como de costume, orava três vezes voltado para Jerusalém e continuou fazendo isso. Quantas vezes ele se ajoelhou para adorar aquela imagem? Zero. Foi rebelde? Não. Estava submisso ainda, mas a obediência é relativa. Por quê? Porque estava transgredindo diretamente um mandamento de Deus que dizia: “Só o Senhor, teu Deus adorarás e só a ele servirás.” Daniel diz: “Eu estou muito tranquilo, que eu sei que eu não estou sendo rebelde à autoridade, mas eu entendo que agora, como a autoridade delegada está em choque com a autoridade que delegou, eu tenho que me submeter à autoridade máxima que é o Senhor. O resto eu me submeto e obedeço.”
Ficou claro isso, queridos? Chega a tua professora lá, o professor e diz assim: “Quem nunca aqui?” “Ó, é o seguinte, está liberado, pode filar aí, pode filar.” A escola não permite não, mas fila. Eu tive um professor, a escola técnica, que ele saía da sala quando aplicava a prova. É uma mensagem, né? Para os que filam. “Opa, ele saiu, ó.” Ele saiu, não falou nada, ele saía. Aí eu dizia assim: “É brincadeira o negócio desse.” Aí eu ficava lá na frente, filava coisa nenhuma, mas eu queria filar. Queria, lógico, eu sou humano, né? Como é aquela música? “Sou humano, né?” Não sei o quê. Mas por mais que aquela autoridade delegada permitisse, a autoridade que o delegou era maior do que ele e eu me submetia e obedecia a minha autoridade máxima, que é Cristo. No tocante às outras coisas, se submete e obedece.
Amém, queridos.
Honra às Autoridades
Primeira Pedro, capítulo 2, versículo 17. Pedro diz assim: “Tratai todos com honra.” Olha aqui, olha para esse texto aqui. “Amai os irmãos, temei a Deus, honrai ao rei.” Eu vou repetir esse texto aqui que tem tanta riqueza nele. Primeira Pedro 2:17. “Tratai a todos com honra. Amai os irmãos, temei a Deus, honrai ao rei.” Depois você procura historicamente saber quem era essa, quem era essa autoridade rei que ele está se referindo à sua época. Simplesmente Nero. Estou errado, meu professor de geografia? História, geografia. Ó, geografia é Léo, né? A história é Léo também, né? Rapaz, eu estou no meio dos dois. Não, por favor, né? Se eu falar alguma bobagem aqui, irmãos, os dois olham para mim fulminando aqui, ó. Você sabe quem mandou matar Pedro e Paulo? Nero. Mas Pedro sabia de que espírito ele é.
Quando escreveu isso, Pedro sabia que o seu Senhor Jesus se submeteu àquele que mandou matá-lo, Pilatos. Pedro sabia que não adiantava se rebelar contra a autoridade delegada, porque era contra a autoridade de Deus. Deus permitiu que Pedro morresse nas mãos desse rei a quem ele mandou honrar. Fale, Léo. Eu vou chegar lá. Muito bem lembrado. Não, eu não ia chegar não, mas vou chegar agora por causa que você falou. Tem que ser sincero, né, irmão? Não botei aqui, não. É que são tantos textos que mexem com a nossa cabeça. Você já, você já fez isso? Chegar para um cara, colega de trabalho, irmãos, quem teve chefe ruim aqui? Eu tive um chefe. Olhe, Senhor da glória. Olhe, eu não vou nem falar porque se eu falar diminuir aquilo que ele humanamente falando era. Mas foi um dos caras que Deus mais usou na minha vida. E a forma como Deus tirou ele, eu digo assim: “Só o Senhor.”
E quantas vezes você e eu podemos pecar e nos reunir com os colegas de trabalho e falar mal do chefe? Quando Paulo, Pedro diz assim: “Honra, honra.” Sabe o que vai acontecer com os teus colegas? No mínimo vão dizer assim: “Tem alguma coisa diferente em Mateus Chinerai? Tem alguma coisa diferente em você? Tem alguma coisa diferente em Léo? Tem alguma coisa diferente em Antônio que fala bem do reitor? Que fala bem?” Porque não fomos chamados para sermos iguais aqueles que têm o entendimento do mundo. Nosso DNA é outro. Honra ao rei. Essa história que Léo falou está no livro de Primeira Samuel, acho que já a Segunda Samuel ali. Saul ungido o rei, vai atrás de Davizinho. Coitado, fez nada. Davi, só tocou harpa. Ó, cuidado com os músicos, viu? Tá, está vendo o músico ali só porque ele era músico, bonitinho, franzino, meio ruivo, eu sei lá o que foi. Foi coisa do demônio mesmo ali.
Aí o caba ficou em cima de Davi para matar Davi, porque ficava endemoniado, era endemoniado Saul mesmo, viu? Era, ficava endemoniado. Davi tocava, o demônio saía. Quando saía, Saul ficava esperto ali. Aí começaram a cantar depois das vitórias de Davi. “Saul mata 1000 e Davi mata 10.000.” Mais ou menos um negócio desse. Aí o cara ficou enciumado, imagina o cara endemoniado e com ciúme. Pronto. Aí ficou atrás de Davi, atrás de Davi, o cara matando. Aí chega uma hora que ele entrou numa caverna para, né? A palavra fala aliviar o ventre. Vou repetir o que a Bíblia disse. Só que Davi estava com os seus 400 lá dentro, lá no fim que imagine que lugar era longe, viu? A toca era grande, era coisa daqueles negócios lá de chapada diamantina que tem que você entra, vai até o final, gruta. Devia ter uns 10 km ali. Só que Davi vem por trás e corta o manto de Davi, de Saul, enquanto ele estava fazendo lá as necessidades. Quando Davi corta, o coração dele se entristece e pesa. E ele fala algo muito interessante. Diz assim: “Não posso levantar as mãos contra alguém que Deus delegou autoridade. Ele chama ungido do Senhor.”
Davi tinha oportunidade de matar Saul. E detalhe, Davi naquele momento já havia sido ungido o rei sobre todo Israel. Ele só não tinha assumido o trono porque no trono estava outro. O que aprendemos com isso, querido? Só quem destrona alguém é Deus. Daniel, nós lemos aqui, é ele que estabelece, é ele quem tira. Nós precisamos orar pelas nossas autoridades com esse entendimento, querido, em nome de Jesus, se você tem condições de mandar algo no Instagram, na tua na tua linha de tempo, ali, não sei como é que chamam, eh, sei lá, isso aí. Coloca, igreja, vamos nos levantar para orar pelo nosso país, para abençoar nossas autoridades. Aí alguém vai dizer assim: “Abençoar fulaninho?” Eu digo: “Ué, é o que a palavra nos manda fazer. Nós temos outro posicionamento?” Não, honrar, não falar mal, não significa adorar e concordar. Eu quero deixar isso bem claro, bem claro. Não concordo com princípios que estão fora das Escrituras. Não concordamos, eu falo em nome de Paulo e Fernando, não concordamos com princípios que vão de encontro à santidade de Deus, à autoridade de Deus, ao governo. Não concordamos, mas não fomos chamados para nos rebelar.
Não vi, repito, desde a semana passada uma postagem que levasse aquele que lesse a oração e jejum. Precisamos tomar um posicionamento contrário a isso, queridos. Não fomos chamados para isso. Não fomos chamados. Cuidado com as muitas mensagens que manda, que como Fernando já ministrou para nós, nos dá mais uma agonia para dizer assim: “Sai, quebra, irmãos.” Se o Brasil quebrar, quebra nossas casas, irmão, em nome de Jesus. Sai para lá. Palavra do inferno. Isso. Você quer que as pessoas se rebelem? É isso que nós queremos. É isso. Eu soube nesses dias que os caminhoneiros estão para se fazer greve, irmão. Misericórdia. “Ah, é bom que aconteça.” Está repreendido em nome de Jesus. Precisamos nos levantar contra isso. Isso é ser a favor de A ou B? Não, isso é ser discípulo. Ponto. O nosso lado é o reino.
Se Deus quiser usar qualquer governo para esmagar, para torcer, irmãos, que seja, ele é Deus. Mas o nosso posicionamento é nos jogarmos diante do Senhor. Quer chorar, quer reclamar, fecha a tua porta e vai diante do Senhor, porque ele quem estabeleceu. Sim ou não? Alguém tem dúvida disso? Alguém aqui tem dúvida? Se nós não temos dúvida, nós temos dois caminhos. Ou nós entendemos que Deus estabeleceu porque eu não sei porque pode agradar a ou B, nunca vai agradar a todos. E neste caminho nós temos uma decisão só de nós colocarmos diante do Senhor, orarmos pelo nosso país, chorarmos pela nossa nação, orarmos pelas conversões, porque isso sim muda o coração do homem. Não é a nossa inquietação, não é a nossa rebeldia, não são nossas postagens de colocar cada vez mais para que alguém conheça. Não estou alheio, eu vejo, irmãos, mas o nosso posicionamento é outro. Eu não replico aquilo para que o outro se contamine e diga: “É isso mesmo.” Que é isso, irmão, em nome de Jesus, nós como discípulos, queremos que os caminhoneiros, por exemplo, façam greve para derrubar governo. Isso não é espírito de Cristo, não é. “Senhor, traz paz sobre o nosso país, traz ordem, move o coração do Trump e diminui essa percentagem.” Amém. Seus irmãos sabem o que eu estou falando. Diminui, Senhor.
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