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Capítulo 23 – João de Giscala, aspirando a um governo tirânico, faz com que os zelotes se dividam em dois partidos, de um dos quais ele fica sendo o chefe.

Como João há muito tempo aspirava a um governo tirânico, ele não podia tolerar que outros partilhassem com ele da autoridade. Assim, separou-se deles, depois de ter trazido para o seu partido os que a impiedade tornava capazes dos maiores crimes, e não querendo mais obedecer a ninguém, ele dava ordens com firmeza e severidade,… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 5 – Ario, rei da Lacedemônia, escreve a Onias, sumo sacerdote, para fazer aliança com os judeus, sendo os lacedemônios descendentes de Abraão. Hircano constrói um soberbo palácio e se suicida, para não cair nas mãos de Antíoco.

“Ario, rei da Lacedemônia, a Onias, saudação. Vimos por certos títu­los que os judeus e os lacedemônios têm a mesma origem, sendo ambos os povos descendentes de Abraão. Sendo nós então irmãos, nossos interesses devem ser comuns, e é justo que nos façais saber com inteira liberdade o que desejais de nós, e nos portaremos… ler mais »

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