romanos

Capítulo 30 – A falsa notícia de que Josefo tinha sido morto em Jotapate põe toda a cidade de Jerusalém em incrível agitação. Mas esta se converte em ira contra ele, quando souberam que ele estava apenas prisioneiro e era bem tratado pelos romanos.

Quando a notícia do que havia acontecido em Jotapate chegou a Jerusa­lém, a importância de tal perda e a ausência de alguém que tivesse visto o que se dizia, fez que a princípio não se acreditasse; do grande número de homens que estavam naquela miserável cidade, não ficara um só que lhes pudesse levar as… ler mais »

Capítulo 29 – Os romanos tomam sem dificuldade a cidade de jope, que Vespasiano manda destruir; uma horrível tempestade provoca a morte de todos os habitantes que haviam fugido em navios.

No entanto, um grande número de judeus, tanto dos que se haviam revoltado contra os romanos, como dos que haviam fugido para as cidades de que se haviam apoderado, reconstruíram Jope, que Céstio havia destruído e, não podendo encontrar com o que viver em terra, por causa da devastação dos campos, construíram um grande número… ler mais »

Capítulo 26 – Josefo, não podendo dissuadir os que estavam com ele da resolução que tinham tomado de se matar, consegue induzi-los a tirar a sorte, para cada qual ser morto por companheiros e não por si mesmo. Somente ele, com um outro, restam com vida e entregam-se aos romanos. Ele é levado a Vespasiano. Sentimentos favoráveis de Tito para com ele.

Com estas e outras razões, Josefo tentou afastar seus amigos da funes­ta resolução que eles haviam tomado, mas os encontrou surdos à sua voz, porque seu desespero os havia levado a escolher a morte. Em vez de se acalma­rem, irritaram-se ainda mais, vieram a ele de espada na mão, censurando-lhe a fraqueza, e todos pareciam… ler mais »

Capítulo 25 – Josefo determina entregar-se aos romanos e os que estavam com ele, naquela caverna, fazem-lhe veementes censuras e exortam-no a tomar a mesma resolução que eles, isto é, matar-se. Palavras que lhes dirige para dissuadi-los desse intento.

josefo, depois dessa oração, prometeu entregar-se a Nicanor; imediatamen­te os que estavam com ele, naquela caverna, rodearam-no de todos os lados, excla­mando: “Onde está o amor pelas nossas leis? Onde estão aquelas almas generosas, aqueles verdadeiros judeus, nos quais Deus, ao criar, infundiu tão grande desprezo pela morte? Josefo, tendes tanto amor à vida, que… ler mais »

Capítulo 16 – Atos extraordinários de valor de alguns dos sitiados, em jotapate. Vespasiano é atingido por uma flechada. Os romanos, irritados por vê-lo ferido, dão um furioso assalto.

O ato de valor, praticado naquela ocasião por Saméias, filho de Eleazar, de Saabe, na Galiléia, é por demais ilustre para dele não conservarmos memória à posteridade, deixando de relatá-lo nesta história. Ele atirou, com tanta violên­cia, uma pedra muito grande sobre a cabeça do aríete que a quebrou; saltou em seguida para o meio… ler mais »

Capítulo 15 – Os romanos derrubam os muros da cidade com os aríetes; descrição dos efeitos dessa máquina. Os judeus incendeiam as máquinas e os trabalhos dos romanos.

Tão longo assédio e as incursões contínuas dos sitiados faziam com que Vespasiano se considerasse, ele mesmo, como sitiado; suas plataformas haviam sido concluídas até à altura das muralhas e ele resolveu servir-se do aríete. Essa terrível arma é feita como um poste, semelhante a um mastro de navio de altura e grossura enormes, cuja… ler mais »

Capítulo 13 – Josefo manda erguer um muro mais alto que o terraço dos romanos. Os sitiados sentem falta de água e Vespasiano tenta tomar a cidade pela fome. Um estratagema de Josefo o faz mudar de idéia e ele volta a empregar a força.

Depois que Vespasiano levantou aquele terraço, quase tão alto como os muros da cidade, Josefo achou que seria vergonhoso não fazer também alguma obra grandiosa para defender a cidade, maior ainda que a que os romanos haviam feito para atacá-la. Assim, resolveu construir um muro muito mais alto do que o terraço. Na impossibilidade de… ler mais »

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