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Capítulo 37 – Os revoltosos retiram-se para o palácio, expulsando de lá os romanos, saqueiam-no e matam oito mil e quatrocentos homens do povo que se haviam refugiado no mesmo.

Os revoltosos retiraram-se para o palácio, para onde muitos haviam levado seus bens, porque era um lugar seguro. Expulsaram dali os romanos, mataram a oito mil e quatrocentos homens do baixo povo que lá se haviam escondido, levaram tudo o que lá havia, aprisionaram dois soldados romanos, um da cavalaria e outro da infantaria. Mataram… ler mais »

Capítulo 29 – Alguns sacerdotes retiram-se para o alto do muro do Templo. Os romanos incendeiam os edifícios dos arredores e a tesouraria que continha uma quantidade enorme de riquezas.

Alguns dos sacerdotes serviram-se contra os romanos, em vez de dar­dos, dos ganchos que estavam no Templo, e em vez de pedras, do chumbo que eles arrancavam de seus móveis; mas vendo que aquilo de nada lhes servia e que o fogo progredia sempre, retiraram-se para cima do muro, cuja espessu­ra era de oito côvados… ler mais »

Capítulo 28 – Continua a horrível matança no Templo. Tumulto espantoso. Descrição de um horrível espetáculo. Os revoltosos fazem tal esforço num ataque, que repelem os romanos e retiram-se para a cidade.

Quando o fogo devorava o Templo, os soldados furiosos saqueavam e matavam todos os que encontravam. Não perdoavam nem à idade, nem à condição. Os velhos e as crianças, os sacerdotes e os leigos, eram todos passa­dos a fio de espada; todos eram envolvidos nessa matança geral e os que recor­riam aos rogos não eram… ler mais »

Capítulo 20 – Os idumeus, tendo sido informados da maldade dos zelotes e tendo horror das suas incríveis crueldades, retiram-se para o seu país; os zelotes duplicam ainda sua crueldade.

Os idumeus, não podendo aprovar tantos excessos horríveis, começaram a se arrepender de ter vindo. Um dos zelotes advertiu-os secretamente de tudo o que acontecia. Disse-lhes que era verdade que eles tinham tomado as armas porque lhes haviam feito crer que os habitantes queriam entregar a cidade aos romanos; mas que não se havia encontrado… ler mais »

Capítulo 8 – Matatias (ou Matias) e seus filhos matam os que o rei Antíoco enviou para obrigá-los afazer sacrifícios abomináveis e retiram-se para o deserto. Muitos os seguem, e um grande número deles é sufocado nas cavernas, por não querer se defender em dia de sábado. Matatias abole essa superstição e exorta os seus filhos a libertar o país.

1 Macabeus 2. Naquele mesmo tempo, numa aldeia da Judéia chamada Modim, havia um sacerdote da descendência de Joaribe, nascido em Jerusalém, que se chamava Matatias, filho de João, filho de Simão, filho de Asmoneu. Matatias tinha cinco filhos: João, cognominado Gadis; Simão, cognominado Martés; Judas, cognominado Macabeu; Eleazar, cognominado Auram; jônatas, cognominado Afo. Esse… ler mais »

Capítulo 11 – O exército de Nabucodonosor toma Jerusalém, saqueia o Templo e o queima, bem como ao palácio real, destruindo completamente a cidade. Nabucodonosor manda matar Seraías, sumo sacerdote, e vários outros. Faz vazar os olhos de Zedequias e leva-o escravo à Babilônia, bem como um grande número de judeus. Zedequias morre. Nomes dos sumos sacerdotes. Gedalias é constituído por Nabucodonosor chefe dos hebreus estabelecidos na Judéia. Ismael mata-o e leva os prisioneiros. João e seus amigos perseguem-no e os livram. Retiram-se para o Egito contra o conselho e a opinião de Jeremias. Nabucodonosor, após vencer o rei do Egito, leva os escravos para a Babilônia. Faz educar com muito cuidado as crianças judias que eram da nobreza. Daniel e três de seus companheiros, todos parentes do rei Zedequias, estão entre eles. Daniel, então chamado Beltessazar, explica a Nabucodonosor um sonho. O rei dignifica Daniel e seus companheiros com os mais altos cargos do império. Os três companheiros de Daniel, Sadraque. Mesaque e Abede-Nego, recusam-se a adorar a estátua que Nabucodonosor mandou fazer. São atirados a uma fornalha ardente, e Deus os salva. Nabucodonosor, depois de outro sonho, que Daniel também Ibe explica, passa sete anos no deserto com os animais. Volta ao seu estado primitivo. Sua morte. Trabalhos soberbos por ele executados em Babilônia.

Nabucodonosor apertava cada vez mais o cerco. Mandou construir altas tor­res, com as quais sobrepassava as muralhas da cidade, e também grande quantidade de plataformas tão altas quanto os muros. Os habitantes, por sua vez, defendiam-se com todo o empenho e com toda a coragem possível, sem que a fome e a peste pudessem esmorecê-los…. ler mais »

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