refugiado

Capítulo 36 – Os judeus que moravam em Alexandria, vendo que os sicários cada vez mais consolidavam a sua posição na revolta, entregam aos romanos os que se haviam refugiado naquele país, para evitar que eles fossem causa de sua ruína. Incrível constância com que os dessa seita sofrem os maiores tormentos. Fecha-se por ordem de Vespasiano o templo construído por Onias no Egito, e não se permite mais aos judeus lá ir adorar a Deus.

Depois da queda de Massada, Silva deixou uma guarnição e retirou-se para Cesaréia porque não havia mais inimigos em todo o país. Mas os judeus que moravam na Judéia não foram os únicos oprimidos por sua ruína; os que estavam espalhados pelas províncias afastadas ressentiram-se também de todos os seus efeitos, e vários dos que… ler mais »

Capítulo 30 – Silva, que, depois da morte de Basso, governava a judéia, decide-se a atacar Massada, onde Eleazar, chefe dos sicários, se havia refugiado. Horríveis atos de crueldade e de impiedade cometidos pelos dessa seita, porfoão, por Simão e pelos idumeus.

Basso morreu na Judéia e foi substituído por Flávio Silva e como Massada era a única praça que lhe restava tomar, ele reuniu todas as tropas para atacá-la. Eleazar, chefe dos sicários ou assassinos, comandava-os, nessa praça; ele era da família de Judas, que tinha outrora persuadido a vários ju­deus, a não se submeterem ao… ler mais »

Capítulo 37 – Os revoltosos retiram-se para o palácio, expulsando de lá os romanos, saqueiam-no e matam oito mil e quatrocentos homens do povo que se haviam refugiado no mesmo.

Os revoltosos retiraram-se para o palácio, para onde muitos haviam levado seus bens, porque era um lugar seguro. Expulsaram dali os romanos, mataram a oito mil e quatrocentos homens do baixo povo que lá se haviam escondido, levaram tudo o que lá havia, aprisionaram dois soldados romanos, um da cavalaria e outro da infantaria. Mataram… ler mais »

Capítulo 14 – Sileu recusa-se a cumprir as ordens dos governadores constituídos por Augusto e vai procurá-lo em Roma. Herodes entra armado na Arábia e toma o castelo em que os ladrões se haviam refugiado.

Sileu recusou-se a fazer o que lhe havia sido ordenado e foi a Roma procu­rar Augusto. Herodes, então, entrou com um exército na Arábia. Marchou com tanta rapidez que percorreu em três dias de caminho o que se costuma fazer em sete e atacou os ladrões no castelo de Repta, para onde eles se haviam… ler mais »

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