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Capítulo 11 – Os judeus de Alexandria mandam a Caio uma embaixada para falar-lhe de seus sofrimentos; Fílon era o chefe dessa embaixada. Caio recebe-o de maneira que parecia muito favorável. Mas Fílon julgou bem que não podia confiar nele.

Depois de termos feito todo o possível para tornarmos Helicom favorável a nós, vendo que trabalhávamos inutilmente, porque ele era tão insolente e tão cheio de si que ninguém ousava aproximar-se dele, não sabendo além disso se ele tinha algum ódio pessoal e particular contra nós, que o levasse a irritar o imperador para nos… ler mais »

Capítulo 40 – Tito ordena construírem-se cavaletes para atacar a cidade alta. Os idumeus mandam emissários a ele. Simão os descobre e manda matar uma parte deles e o restante escapa. Os romanos vendem um grande número de pessoas. Tito permite a quarenta mil que se retirem para onde quiserem.

Tito, vendo que não se podia tomar a cidade alta sem o auxílio de cava­letes, por causa de sua posição, que a tornava inacessível de todos os lados, dividiu o trabalho entre seus solados, a vinte de agosto. Não era uma empresa fácil porque, como dissemos, esgotara-se nos trabalhos precedentes, toda a ma­deira que havia,… ler mais »

Capítulo 41 – Sabino, irmão de Vespasiano, apodera-se do Capitólio onde os soldados de Vitélio o atacam, prendem-no e o mandam a Vitélio que o mata. Domiciano, filho de Vespasiano, consegue escapar. Primo derrota em Roma todo o exército de Vitélio que é, depois, morto. Múcio chega, restabelece a calma em Roma, e Vespasiano é reconhecido por todos, como imperador.

Quando Sabino, irmão de Vespasiano, que estava em Roma, soube que Primo se aproximava, sua coragem cresceu ainda mais, pela notícia. Reuniu as companhias que montam guarda na cidade, durante a noite e apoderou-se do Capitólio. Logo que raiou o dia vários homens da nobreza juntaram-se a ele, dentre outros, Domiciano, seu sobrinho, que fazia,… ler mais »

Capítulo 43 – Planos contra Josefo, formulados por João da Giscala, um homem muito mau. Diversos perigos graves que Josefo corre e de como se livrou deles e obrigou João a se encerrar em Giscala, de onde fugiu, e como os principais de Jerusalém mandam soldados e quatro pessoas de posição para destituir Josefo do governo. Josefo manda prender esses delegados e os envia a Jerusalém onde o povo quer matá-los. Estratagema de Josefo para retomar Tiberíades que se havia revoltado contra ele.

Enquanto Josefo procedia desse modo na Galiléia, João, filho de levitas, de Giscala, aparece em cena. Ele era muito mau, muito astuto, fingido e um grande mentiroso. A fraude para ele era uma virtude, dela usava mesmo com quem mantinha cordiais relações de amizade. Sua ambição não tinha limites; quanto mais crimes ele cometia, mais… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 7 – Festo sucede a Félix no governo da Judéia. Os habitantes de Cesaréia obtêm do imperador Nero a revogação do direito de burguesia que os judeus tinham naquela cidade. O rei Agripa manda construir um edifício de onde se via o que se passava no Templo. Os de Jerusalém mandam fazer um muro muito grande para impedi-lo e obtêm do imperador que o mesmo seja mantido.

Pórcio Festo fora mandado pelo imperador Nero para substituir Félix, no governo da Judéia; os judeus de Cesaréia mandaram embaixadores a Roma, para acusar Félix e ele teria sem dúvida sido castigado pelos maus tratos que havia infligido aos judeus, se Nero não lhe tivesse perdoado a pedido de Pallas, seu irmão, que então gozava… ler mais »

Capítulo 10 – Divergências entre os judeus e os gregos de Alexandria. Eles mandam uma embaixada a Caio. Fílon é designado chefe da delegação dos judeus.

Surgiu em Alexandria uma séria divergência entre os judeus e os gre­gos, e eles mandaram, de cada lado, três embaixadores a Caio, chefiados por Apio e Fílon. Apio acusou os judeus de várias coisas, principalmente de que, não havendo então um só lugar em todo o território do Império Romano onde não houvesse um Templo… ler mais »

Capítulo 12 – Grande revolta na judéia, enquanto Arqueiau estava em Roma. Varo, governador da Síria, reprime-a. Filipe, irmão de Arqueiau, vai também a Roma, na esperança de obter uma parte do reino. Os judeus mandam embaixadores a Augusto para pedir-lhe que os dispense de obedecer aos reis e que os reúna à Síria. Falam-lhe contra Arquelau e contra a memória de Herodes.

Antes de Augusto dar por terminado este assunto, Maltacé, mãe de Arqueiau, caiu doente e morreu. Augusto soube por cartas de Varo, governador da Síria, que depois da partida de Arqueiau haviam surgido grandes perturbações na judéia; que ele para lá tinha ido logo, com suas tropas, que tinha feito castigar todos usar autores, e… ler mais »

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