Se tu achas que o teu relacionamento com a tua esposa ou com o teu marido não tem mais jeito, o Senhor nos lembra. Experimenta entregar a Cristo.


Transcrição realizada com ajuda de Inteligência Artificial

Eu queria pedir que a gente abrisse a Bíblia em Mateus 16, do versículo 13 até o 16. Até então, até essa passagem, os discípulos já tinham visto alguns milagres de Jesus, na verdade vários, né? Multiplicação dos pães, dos peixes, tinha visto a transformação da água em vinho. E recentemente os fariseus tinham indagado ao próprio Jesus quem ele era, né? E aí Jesus, a palavra fala, né? O que está escrito aqui em Mateus 16, queria que a gente lesse juntos, né? A palavra diz a partir do 13 assim: “E, indo Jesus para a região de Cesareia de Filipe, perguntou a seus discípulos: ‘Quem os outros dizem que é o Filho do Homem?'”

A Pergunta de Jesus aos Discípulos

“Quem os outros dizem que eu sou, né?” E eles responderam, né? Os discípulos responderam: “Uns dizem que é João Batista, outros dizem que é Elias e outros dizem que é Jeremias ou um dos profetas.” Após essa fala dos discípulos, Jesus faz a seguinte pergunta para esses homens que estavam com ele ali desde o início da obra de Jesus, ele fala assim: “E vocês, quem dizem que eu sou, né?” E aí o versículo 16 fala que quando Jesus perguntou: “E vocês, quem dizem que eu sou?” Pedro fala assim: “O Senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo.”

A Reação de Pedro e a Reflexão Pessoal

Irmãos, dessa vez, como eu já falei, quem fazia a pergunta era o próprio Jesus. Imagina Jesus, olho no olho, perguntando a nós, perguntando a você assim: “Quem vocês dizem que eu sou?” O versículo 15 diz isso, né? Eu fiquei pensando como eu poderia responder, né? Isso. São indagações da minha cabeça aqui, são pensamentos, né? E eu fiquei pensando como é que Pedro respondeu, como é que foi o tom da voz de Pedro, né? Eu não sei ainda quem tem apresentado o Jornal Nacional. Faz um tempo que eu não assisto, mas antigamente eram um homem e uma mulher, né? Será que Pedro respondeu como um dos apresentadores do Jornal Nacional quando começa com aquelas sobrancelhas erguidas, um sorriso leve, com aquela voz de tenor, tipo James Bond, dizendo assim: “Eu acredito que você seja o Filho de Deus”? Eu duvido, não sei se foi, mas eu duvido. Eu imagino que Pedro estava constrangido. Eu imagino que ele fez assim na garganta, engoliu seco, era Jesus, olho no olho, perguntando a ele, acho que ele engoliu seco.

A Experiência do Inusitado

E sabe como aquela primeira vez que você vai descer num tobogã bem alto? Quem aqui já desceu naquele aí? Eu nunca desci, nunca tive coragem. Agora que não tenho mais mesmo. Mas quando você vai descer naquele insano, né? Ou então se você for aqui no Veneza, também nunca fui no Veneza, mas se você for naqueles tobogãs assim mais altos, aquele frio na barriga, aí você pergunta, aí o que a pessoa pergunta a você assim: “Está pronto mesmo para saltar?” Eu imagino que seja assim, né? Ou então joga de uma vez assim, mas não é o caso. Vamos imaginar que ele perguntou, né? Eu imagino que Pedro estava desse jeito, com esse sentimento. Talvez ele tenha dito assim: “Eu… é bem eu. Quem vocês dizem que eu sou?” Ele disse: “É, eu acredito que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” No 16, né?

A Natureza Divina e Humana de Jesus

A verdade, irmãos, é que se Pedro hesitou, não tem como a gente condená-lo por isso, como também não tem como saber como ele respondeu. Mas por que que a gente não tem como condená-lo, né? Antigamente, quando eu era da escola, quando eu era do ensino fundamental, eu lembro que existiam umas tarefas que eram passadas para manter os alunos ocupados, né? Afinal de contas, não é fácil manter crianças ocupadas, né? Os professores mostram aqueles desenhos, né? São vários desenhos assim. E eles perguntam, tem lá na parte de baixo assim, né? “O que que tem de errado com essa figura?” Não sei se vocês lembram, né? Ou então se vocês já fizeram com os filhos de vocês, se é algo dos anos 90, né? Então nós olhávamos para as figuras e procurávamos alguma coisa que não estivesse encaixada naquela cena, né? É como se fosse assim, uma cena que tinha um riacho ou então tinha um rio e no meio desse rio tinha um piano, né? Ou então numa sala de aula onde tinham todas as criancinhas com aquelas roupinhas fantasias da sexta-feira. Eita, nem pode ser fantasia da sexta, mas aquela segunda-feira está todo mundo de fardinha e no meio tinha um pirata sentado no banco lá no fundo, né? Ou então, na minha época tinha muito um astronauta na lua falando em um orelhão. Talvez tenha gente aqui que nem sabe o que é orelhão, né? Telefone público. É, filho, as coisas mudaram. Veja, talvez não um orelhão assim e tal. São coisas que não se encaixam, né? E a gente conseguia identificar claramente que existia alguma coisa fora do lugar, né? Um astronauta falando no orelhão, na lua, né? É algo absurdo. Vocês concordam comigo? Os telefones públicos, até onde nós sabemos, nunca foram instalados na lua, né? Da mesma forma, irmãos, que Deus não ficaria batendo papo com gente comum como Jesus ficou, ou tirando soneca em barcos pesqueiros. Isso seria algo, se você pensar, absurdo. Concorda comigo? Por isso que eu não imagino que Pedro tenha respondido como um apresentador do Jornal Nacional. Mas Pedro recebeu a revelação e o relato bíblico diz que Jesus fez isso sim. O relato bíblico diz que Deus desceu como gente comum e tirou uma soneca em barcos pesqueiros. Amém. Colossenses 2:9 diz assim, né? Paulo fala: “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” E João 1, texto muito conhecido por nós, fala que esse que nele habita toda a plenitude da divindade, diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Não tenho dúvida de que nele habitava toda a plenitude da divindade, que ele estava com Deus no princípio, que ele era Deus. Mas de alguma forma surpreendente, em João 1:14 diz: “E aquele que nele habita toda a plenitude da divindade, aquele que era Deus, aquele que estava com Deus no princípio, diz que ele se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Vimos a sua glória, glória como a do unigênito do Pai.”

A Humanidade de Jesus

Irmãos, não estaria errado se colocassem numa figurinha lá do fundamental, Jesus sentado ao lado lá assistindo aula. Imaginem, Jesus esteve estudando algo que ele estava lá no princípio criando tudo. Ele foi submetido a estudar tudo de novo. O Verbo se fez carne, virou homem, virou humano, sentiu como sentiu tudo que eu e você sentimos. Jesus podia olhar as suas mãos, ver as suas veias. Que coisa. Jesus tinha um umbigo. Que coisa. Umbigo que surpreende tanto as crianças. Jesus tinha um umbigo. Fiquei pensando nisso esses dias. Maria adora umbigo. Ela, o negócio dela é umbigo. “Papai, você tem umbigo?” “Tenho.” “Maria tem umbigo.” Aí Raquel fala: “Pegue no umbigo de papai. O papai não gosta que pegue no umbigo dele.” Jesus tinha umbigo, irmãos. O Verbo de Deus, aquele que habitava toda a plenitude. Que coisa. O parto dele foi feito por um carpinteiro. Ele foi banhado por uma camponesa. Veja, o Filho de Deus. Ao mesmo tempo, esse homem que era humano, transformou vinho no lugar de água, curou leprosos, colocou aleijados para andar. Será que ele era só o “abrialas”? Dificilmente, né? Ninguém divide com ele o desfile. Era impossível, né? Os maiores e mais brilhantes humanos que já viveram não são nem fichinha perto dele. Isaac Newton, Carl Sagan, não são nem fichinha perto do meu Jesus. Quando eu escrevi essa palavra, sinceramente, eu só consegui lembrar daquela música. Aqueles que são pais de criança conhecem. “Da minha vida é uma viagem” que diz assim: “Jesus não foi um cara comum, fez um monte de milagres incomuns, um super-herói igual a ele. Só existe um.” Jesus não foi um cara comum, irmãos. Ele fez um monte de milagres incomuns, mas ele foi um cara como eu e você.

O Maior Tesouro do Cristão: Cristo

Quando a gente é turista, né, a gente gosta de tirar fotos, né, gosta de comprar ímã de geladeira, né? Sim, porque isso guarda memórias, né? Às vezes a gente, nós temos fotos no celular, a gente lembra. Verdade, eu queria dizer para vocês hoje que o maior tesouro de ser cristão é Cristo. Esse é o maior tesouro que a gente recebeu, como foi cantado hoje, né, pelo Espírito Santo. Esse é o maior tesouro de ser cristão. É receber a Cristo. Não é dinheiro no banco ou um carro na garagem. O grande tesouro da fé é Cristo. É comunhão com ele, é caminhar com ele. É refletir sobre o que ele disse, é explorar o que ele ensinou. É receber a revelação de que ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo, assim como Pedro recebeu. Amém. Aquela sensação paralisante de que você com ele, que nós com Jesus somos parte de uma coisa, em bom português, de algo, de um plano sem fim, de um plano que nunca vai se acabar, o plano de Deus para a humanidade. Ele ergue, irmãos, todos os pontos turísticos com o dedo mindinho. Ele acha, ele tem certeza que por nós valeu a pena ter morrido sobre aquela madeira romana. Cristo é a recompensa por sermos cristãos, irmãos. Cristo é a recompensa de sermos cristãos. Afinal de contas, nós recebemos o nosso tesouro, nós encontramos o nosso tesouro, né? O bem mais precioso. Esse cara aqui não é um cara comum, fez um monte de milagres incomuns. Ele nos recebe, nos abraça, nos acolhe do jeito que a gente está, como Paulinho já nos lembrou hoje, né? Eu tenho certeza que Paulo tinha a revelação disso. Ele sabia que o tesouro de ser cristão é Cristo. Por muitos versículos ele deixou isso muito claro, né? Só para validar isso. Lá em Filipenses 3:10, né? Paulo deixa isso explícito, né? Claro. Filipenses 3:10, ele diz assim: “O que eu quero é conhecer a Cristo e o poder da sua ressurreição, tomar parte nos seus sofrimentos e me tornar como ele na sua morte.” Esse era o objetivo da vida de Paulo. Imaginem, o que eu quero é conhecer a Cristo. O que que tu quer, Rafa? O que eu quero é conhecer a Cristo, o poder da sua ressurreição, tomar parte nos seus sofrimentos e me tornar como ele na sua morte. A gente já sabe que esse conhecimento é um conhecimento experimental, não é algo teórico, mas é conhecê-lo de uma forma verdadeira, de uma forma que podemos tocar, sentir, que podemos vê-lo. Amém. Amém, irmãos. Amém. Verdade. Até aqui, nesse primeiro momento, é como se nós tivéssemos em Recife, como se a gente tivesse na H Menor, que é uma via central e ela nos leva para vários lugares, né? Eu queria agora metaforicamente pegar a direita para uma via local, para o foco daquilo que eu creio que esse Jesus tem para nós hoje. É algo que ele tem falado muito ao meu coração. Amém.

A Jornada para a Vila Amizade e a Revelação de Maria

Recentemente, eu estava arrumando Maria para, normalmente aos domingos, eu, Raquel, Maria, Rebeca, Elisson, Miguel e Tito, a gente vai a uma padaria que é chamada de Vila Amizade. No caso, Maria chamava até então de, se perguntava se a gente ia na amizade hoje, mas agora ela está falando, tentando falar, ouvi-la. Eu não sei como é que ela está falando hoje. Ela começou a falar diferente, no meio, acho que é Vila Inimizade, alguma coisa assim. Amor, fecha, não é inimizade, é amizade. Veja, a gente estava arrumando ela para ir, né? E aí é sempre aquela história, né? Sempre a mesma conversa. E, mas os pais se divertem com isso, vocês sabem, tá? Aí vai pergunta: “Tito vai?” Aí eu digo: “Vai, amor. Tito, vai.” Ela mexe assim. “Bigel, vai, vai, tio Elison vai, vai, bebê, vai, vai, mamã, vai.” Eu disse: “Vai, vai sim.” Aí ela passa por todo mundo da família, né, até chegar em mim e Raquel, né? Só que nesse dia, eu não sei para ver se muda, eu perguntei para ela assim, eu disse: “Ô, mamã, quem é que não pode faltar? Quem é que não pode deixar de ir para a Vila Amizade? Se tu pudesse escolher uma pessoa, quem é que tu não queria que deixasse de ir para a Vila Amizade?” Poxa, fiquei na esperança, amor, de dizer assim, papai, né? Poxa, eu fiquei, caramba, acho que ela vai dizer papai, né? A gente fica tentando, né, Dan, para ouvir? É sempre bom palavras de afirmação assim, né? Aí é, aí você, fiquei naquela. Ela respondeu assim, que ela disse, irmãos, que resposta, viu? Diz: “Quem é que não pode faltar, amor? Diga aí.” Ela olhou e fez assim, ó: “Essa daqui.” Mas, rapaz, que resposta, viu? Ou seja, se ninguém for, eu vou, papai. Ou seja, rapaz, eu fiquei rindo, irmãos. Eu fiquei rindo bastante na hora. Eu falei: “Caramba, mamã, quer dizer, então, que se ninguém for, você vai, né?” Tá. E assim, cheia de personalidade na hora. Ela fez assim: “Essa daqui.” Paulinho, vê só que coisa. “Vai sozinha.” É, já basta da escola que nem olha para mim mais. Esses dias, caramba, nem olha para trás mais, vê. E eu achei engraçado, irmãos. Eu brinquei, né, ri com ela, mas depois de um tempo eu fiquei com aquilo na minha cabeça, sabe? Estava no período da Páscoa também e tal.

A Reflexão do Espírito Santo: Quem Não Poderia Estar na Cruz?

E eu escutei depois de um tempo, eu fiquei pensando, lembrando daquilo. Eu falei: “Poxa, quem é que não pode faltar, essa daqui?” Depois de um tempo, eu escutei claramente, né? O Espírito Santo me falar assim: “Quem não poderia estar naquela cruz? Era ele, Jesus Cristo.” O Espírito Santo falou para mim assim: “Rafa, quem não poderia estar naquela cruz era ele, Jesus Cristo.” Mas ele poderia ter dito: “Esse aqui não vai ficar lá.” Não é verdade? Ele poderia ter dito: “Quem não vai ficar nessa cruz?” Ele poderia ter dito: “Esse aqui não vai estar lá.” Se Jesus tivesse pensado somente nele, como desde os dois anos, já vai ficando muito claro qual é a nossa natureza, não é verdade? Ela tem 2 anos e já está muito claro qual é a natureza humana. Se Jesus tivesse pensado somente nele, irmãos, nas obras dele, tudo que ele fez aqui nessa terra. Se Jesus tivesse pensado nos pecados que ele não tinha, a palavra fala que na boca dele não se achou engano, nada, nenhuma falha. Se ele tivesse pensado nisso, ele teria dito: “Esse aqui não vai ficar nessa cruz.” O Espírito Santo me constrangeu nesse dia, irmãos. Constrangeu. Eu estava no carro e sabe aquela coisa que você aperta o coração e você pergunta assim? Eu me perguntei assim, claro, né, numa escala muito menor, mas que é importante para a nossa caminhada. Eu, o Espírito Santo, eu me fiz essa pergunta, creio que foi o Espírito perguntando assim: “Quais são as situações da tua vida, Rafa? Quais são os contextos? Quais são as coisas que tu tens pensado no que tu fez? Que tu tens pensado nos teus méritos próprios, mas que por outras circunstâncias tu tem sofrido o dano como Cristo sofreu. Será que não é o momento de ser como Cristo? Mesmo que tu tenha feito tudo certo, mesmo que tu ache não é merecedor de certas situações, mesmo que tu, nesse contexto da vida que esteja passando, tu ache que tu esteja na cruz sem merecer como Cristo estava.” Ele me perguntou assim: “Pelos teus irmãos, não vale a pena. Pela tua família, pela tua fé, não vale a pena, mas tu pode. Não tem nenhum problema. É lícito tu dizer: ‘Eu não quero ficar’. Mas não vale a pena.” Veja o que Jesus falou, irmãos, em João 10:18.

A Espontaneidade do Sacrifício de Jesus

Jesus falou assim, que texto, né? Jesus disse assim: “Ninguém tira a minha vida.” Ninguém era capaz de tirar a vida dele. “Pelo contrário, eu espontaneamente a dou.” Na ciência, essa palavra espontânea é algo que não se paga nada, irmãos. Sempre digo isso. Sempre que aparecer a palavra espontâneo, quer dizer que você não está pagando nada por isso. Mas esse processo aqui do ar condicionado é um processo não espontâneo, porque não é normal, né, esfriar algo quente, né, não é normal. Então você tem que pagar caro por isso. Jesus disse que ele espontaneamente dava a vida dele. Ele, mas ele pagou, ele pagou com a vida dele aqui. Jesus não foi um cara comum, não é verdade? Super-herói de verdade. Só existe um. Como também a gente às vezes, se não conhece o contexto, né, a gente acha que essa palavra espontânea ou você está aqui ouvindo isso pela primeira vez. Você escuta alguém dizer assim: “Ninguém tira a minha vida, pelo contrário, eu espontaneamente a dou.” Né? Impressão que passa, né? Se você não conhece o contexto, é que Jesus estava falando isso, rindo, né? Dançando. Espontaneamente não foi sinônimo de tranquilidade para Jesus, não foi. Não foi sinônimo de que não houve tristeza, de que não houve angústia para isso acontecer. O que é que a palavra relata, né, sobre isso ali quando Jesus fala sobre o Getsêmani, né? Queria que a gente lesse para a gente entender o contexto. Mateus 26, né, do 36 até o 45. Também tem Marcos, né? Tem Lucas também, mas vamos ler esse daqui de Mateus. Ele fala que vamos ler tudo, né, para a gente entender o contexto geral. Ele fala assim: “Em seguida, Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse aos discípulos: ‘Sentem-se aqui enquanto eu vou ali orar’. Levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a sentir-se tomado de tristeza e de angústia. Então lhes disse: ‘A minha alma está profundamente triste até a morte. Fiquem aqui e vigiem comigo.’ Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o rosto, orando e dizendo: ‘Meu Pai, se é possível, passa de mim esse cálice.'” Ele se referia à crucificação, né, que ele sabia que estava por vir, né? Ele diz: “Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice. Contudo, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” E voltando para os discípulos, achou-os dormindo e disse a Pedro: “Então, nenhuma hora vocês puderam vigiar comigo. Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” A palavra fala que ele se retirou pela segunda vez e orou dizendo a mesma coisa: “Irmãos: ‘Meu Pai, se não é possível que este cálice passe de mim sem que eu beba, faça-se a tua vontade.'” E ele volta e acha por outra vez os discípulos dormindo. Então, a palavra fala que encontrou os discípulos com os olhos, os olhos deles estavam pesados, né, porque estavam dormindo. E disse que ele volta novamente pela terceira vez e repete as mesmas palavras até que ele volta e diz: “É chegada a hora em que o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. Levantem-se, vamos embora.” Eis que o traidor se aproxima. Paulinho teve uma palavra hoje, né, dizendo que o Senhor nos recebe com as nossas tristezas, com as nossas angústias, mas é claro, claro. E se tem alguma mentira no nosso coração de que ele não recebe, seja extirpada agora no nome de Jesus. Porque ele sentiu, ele sentiu essa tristeza, ele se sentiu angustiado, né? No livro de Lucas, né, lá no relato de Lucas 22, não queria abrir, né, mas Lucas quando fala sobre a passagem ali do Monte das Oliveiras, do Getsêmani, né, ele descreve, né, muito conhecido por nós, que Jesus estava com tanta angústia pelo que estava por vir, que ele suou lágrimas de sangue. Isso é um grau de angústia extrema, né? Mas fala também que Deus enviou um anjo para cuidar dele, né? Então, se nós estamos nesse contexto se sentindo angustiados, porque estamos passando por algo que teoricamente achamos que não merecemos, não temos escolhas ou até mesmo que temos, mas entendemos que temos que passar pelo processo. O Senhor nos diz hoje, é, quebranta o teu coração, ora, clama, não recorre à justiça própria, fala para o Senhor o que estás sentindo. Jesus disse, ele disse o que ele estava sentindo. Ele disse assim: “Senhor, se possível, afasta de mim esse cálice.” Mas eu queria lembrar, irmãos, sei que isso é muito conhecido por nós, muito conhecido por mim, mas precisa ser mais vivido pela minha vida. Queria lembrar que esse Jesus disse também assim: “Mas que seja feita a tua vontade, Senhor.” Jesus não foi um cara comum, não é verdade? Não é fácil não, mas ele foi um cara que conseguiu e nós temos a ele e o Espírito Santo. E eu declaro que nós também vamos. Amém.

Erros, Consequências e a Graça Divina

Alguns de nós, né, podem estar pensando que em determinadas áreas da vida, né, porque isso tem o outro lado, né, tem a outra vertente da história, né, porque as pessoas podem pensar assim, não, mas veja, tem situações que eu acho que eu não mereço, né? Tem situações que eu acho que eu estou passando, mas eu não deveria estar, que de fato pode ter, você talvez não devesse estar. Tem coisas que a gente não escolhe, mas passamos, somos inseridos nisso. Às vezes já nascemos inseridos nisso, mas existem coisas que nós erramos, né? E colhemos os frutos pelos nossos erros. Então, nós temos muitas pessoas aqui. Talvez uma mesma pessoa possa ter um contexto que seja o que poderia dizer esse aqui, mas não tem opção. Ou até tem opção, mas entende que tem que ir. Mas em um outro contexto, essa pessoa tem errado, né? Tenha pecado e merece. Está colhendo aquele fruto, né? Então a gente pode pensar o seguinte, né? Eu mereço o que a gente está chamando aqui de cruz, né? Eu mereço estar na cruz, né? Eu mereço estar vivendo essa situação. Eu mereço estar passando por essa situação. Muitas vezes a gente não está como Cristo, que somos inocentes, né, dando a vida pelos culpados que fomos nós. Muitas vezes nós erramos, pecamos, nós somos os culpados. Mas eu queria lembrar que mesmo nessa situação tem uma saída de Deus para nós.

A Crucificação e os Dois Ladrões

Nesse mesmo caminho da crucificação de Jesus, a gente pode ver isso lá em Lucas 23, né? Fala sobre Jesus e os dois ladrões que estavam na cruz. Todo, nesse mesmo contexto se encaixa todas as várias situações da vida. Por que não dizer todas, né? Lucas 23, do 35 até o 43. Lucas relatou assim, né? A partir do 35 diz assim: “Vamos ler tudo para entender, né? O povo estava ali e observava tudo também. As autoridades zombavam e diziam a Jesus, né? Salvou os outros, que salve a si mesmo, se é de fato o Cristo de Deus, o escolhido. Igualmente os soldados zombavam dele e se aproximavam dele. Trouxeram-lhe vinagre, dizendo: ‘Se você é o rei dos judeus, salve a si mesmo’.” Né? Estava escrito ali, né? Em cima da cruz de Jesus, né? Pilatos mandou fazer a primeira propaganda de mais sucesso do mundo. Mandou escrever em cima do coisa de Jesus, o rei dos judeus. Ele não sabia o que que ele estava fazendo, né? E aí, falavam para ele assim: “Se você é o rei dos judeus, salve a si mesmo”, né? Já que acima estava escrito: “Este é o rei dos judeus”, né? E aí a palavra fala lá no versículo 39 assim: “Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra Jesus, dizendo: ‘Eles tinham dois, um dizia assim: Você não é o Cristo, salve a si mesmo e a nós também.'” Esse daqui é o humano total, né? Porque além de culpado, ele ainda está afrontando o outro e querendo tirar uma oportunidade em cima disso, né?

O Arrependimento do Segundo Ladrão

Porém, o outro malfeitor, curioso, porque Lucas chamou os dois de malfeitores. Nenhum dos dois era inocente como Jesus era para estar ali. Porém, o outro malfeitor o repreendeu, dizendo: “Você nem mesmo teme a Deus estando sob igual sentença. A nossa punição é justa, porque estamos recebendo o castigo que os nossos atos merecem. Mas este não fez nenhum mal.” E acrescentou: “Jesus, lembre-se de mim quando você vier no seu reino.” E Jesus lhe respondeu: “Em verdade lhes digo que você estará comigo ainda hoje no paraíso.” Irmãos, nós temos três pessoas na cruz. Três pessoas ali. Jesus, eu passei os últimos minutos refletindo como ele não deveria estar lá, mas esteve por todos nós. E eu creio que isso está claro, mas precisamos buscar mais revelação do Senhor sobre isso que conversamos, né? Porque existem situações que não merecemos, certo? Mas nós renunciamos, nós decidimos sofrer os danos pelo outro, pela família. Existem contextos que não escolhemos, mas somos colocados e precisamos andar várias milhas. Então o esse aqui não se encaixa. Porém, haviam também dois ladrões que Lucas chama claramente os dois de malfeitores. Aí eu pergunto para vocês e para mim, quantas vezes nós fomos os malfeitores? Mentimos, roubamos, traímos. Merecemos a cruz. Merecemos a cruz. Com certeza. Se nós não nos arrependermos dessas obras, iremos morrer. Sim. Mas o Espírito Santo nos lembra que mesmo nessa encruzilhada existe um “ainda hoje estarás comigo no paraíso”. Contanto que haja arrependimento. Qual é a hora para pedir perdão? O Senhor tem me perguntado. Qual é a hora para se arrepender? Qual é o momento para restituir? O Senhor tem me dito hoje, agora, enquanto temos tempo, enquanto a promessa que temos é que ouviremos “ainda hoje, estarás comigo no paraíso.”

O Perdão como Propósito Central

Irmãos, é todo o contexto de Jesus, sua vida, sua crucificação, a sua ressurreição, tudo converge, no meu entendimento, para várias palavras. Fiquei com medo de dizer uma palavra para várias palavras, mas sem dúvida converge para a palavra perdão. Sim ou não? Era um objetivo, o perdão. É isso que vamos receber e é isso que precisamos liberar. Se a gente está com raiva de Deus porque achamos que não merecíamos a vida que temos, a família que temos, a situação financeira que vivemos, precisamos pedir perdão. O sentimento de justiça própria não nos levará a nada. Se precisamos pedir perdão para alguém, porque nós somos os malfeitores da situação, não devemos hesitar em fazê-lo. Se somos aqueles que precisam liberar o perdão, ora, se o malfeitor, entenda, por favor, a palavra, vem falar, vem a mim me pedir perdão, nós somos aquele que precisamos liberar o perdão, não é verdade? E o Senhor me perguntou assim: “Já imaginou como seria se Deus não nos tivesse perdoado?” Não é fácil, irmãos, liberar perdão. Não, não é fácil não, viu? Mas é libertador. Satanás deseja que fiquemos presos a essas cadeias que nos prendem ao passado, às coisas que aconteceram, que nos magoaram. E Cristo deseja para nós uma vida plena, livre, desfrutando do maior tesouro que temos. Cristo, eu encontrei o meu tesouro. Eu quero encorajar, irmãos, a igreja a pedir perdão, assim como quem não consegue perdoar, eu declaro que o Espírito Santo vai tocar o teu coração, a tua mente e vai te liberar desse sentimento de rancor, de tristeza, de raiva, de decepção.

A Garrafa Quebrada e a Restituição

Uma outra história que aconteceu esses dias falou muito ao meu coração. Nesses dias, Maria quebrou uma garrafa, como diz ela, bem especial de Raquel. A gente deixa as garrafas sempre no mesmo lugar lá da casa. Essa garrafa era de vidro, por algum motivo estava lá, tá? Normalmente não fica. A gente já tinha dito a ela que não era para mexer naquela parte da casa, querendo mexer nas garrafas, né? E ela mexeu, a garrafa de vidro caiu, quebrou. A gente conversou com ela, né? Desobedeceu, claro. Ela ficou triste quando percebeu que era uma garrafa bem especial. Ela quis chorar porque tinha quebrado a garrafa da mamãe. Enfim, faz parte. Passou um tempinho e aí ela me pediu espontaneamente para ir comprar junto com ela uma nova garrafa para a mamãe. Ela disse que ela ia comprar. Falei: “E tu tem dinheiro?” Ela: “Tenho. O cartão de mamãe.” Eu falei: “O cartão de mamãe é o mesmo de papai. Veja.” É, mas ela disse que o dinheiro dela é o cartão de mamãe. Está certo. Veja. Não está errado, não é verdade? E aí, claro que eu fui, né? A gente não ia perder essa oportunidade de comprar a garrafa, né? Foram para o chá de Brenda ontem e eu fui com ela na tarefa de comprar a garrafa. Não foi fácil, viu? Olha, não foi fácil encontrar uma garrafa que ela achasse que substituía à altura a garrafa da mamãe. “Essa não, essa não, essa não, essa não.” Aí foi numa loja, foi na outra. No meio dessa loja, ela encontrou uma garrafa de R$ 100 que ela disse que queria para ela. “Aceita, pai. Quando você trabalhar, você compra.” R$ 98 uma garrafa, negócio de plástico. Eu falei para ele, já ela já queria comprar para ela, né? Enfim, a gente foi na outra loja, eu convenci, Deus teve misericórdia, irmãos, de mim. E ela se agradou de uma garrafa. Era da cor, era rosa, do jeito que ela queria. Ela queria amarela, mas depois disse que ia ser igual à dela, que era rosa. E a gente levou essa garrafa para casa. Quando a gente chegou em casa, Raquel não estava ainda, tinha chegado ainda do chá, ela pediu para colocar no mesmo lugar que estava a outra. Achei tão linda essa atitude. Eu tinha colocado a garrafa em cima da pia, homens, né? Tinha colocado em cima da pia, do lado do escorredor a garrafa. Aí ela fez assim: “Aqui não, papai, aqui não.” Aí ela pegou e colocou exatamente com as mãozinhas dela no mesmo lugar que estava a outra. Achei tão linda aquela atitude, irmãos. Sabe aquela vontade de restituir, sabe? De colocar no mesmo lugar, né? A mamãe chegou, né? Ficou bem emocionada, mas a mamãe está grávida, vamos dar um desconto, não é verdade? Ficou bem emocionada com todo o contexto, né? E o Senhor falou para mim mais uma vez assim: “O pedir perdão, ele precisa de uma restituição.” Muitas vezes não vai ser possível trazer a mesma garrafa que foi quebrada, mas quando Cristo está presente, é possível se agradar com a garrafa nova. Amém. Às vezes, algumas coisas não é como a garrafa antiga, mas quando Cristo está, quando o desejo do coração daquele é de pedir perdão é tão especial, a gente se agrada com a garrafa nova. Amém.

O Perdão nos Relacionamentos

Se nós chegamos aqui achando que o relacionamento com a esposa ou com o esposo não tem mais jeito, o Senhor nos lembra, experimenta entregar a Cristo, a Cristo. Se tu achas que o teu relacionamento com a tua esposa ou com o teu marido não tem mais jeito, o Senhor nos lembra. Experimenta entregar a Cristo. Ele guiará o pedir perdão e o perdoar. Se achas que os relacionamentos com os teus pais ou com os teus filhos não tem mais jeito, experimenta entregar a Cristo. Ele guiará o pedir perdão e o perdoar. Se achas que o relacionamento com os teus irmãos de sangue e ou da igreja não tem mais jeito, experimenta entregar a Cristo. Ele guiará o pedir perdão e o perdoar. Eu creio nisso. Quando eu escrevia essa palavra, o Espírito Santo encheu de fé, irmãos, de uma forma que eu creio aqui, profética, né? Dizendo que se experimentarmos entregar a Cristo, viver os processos, arrepender-se ou pedir perdão, o restituir, o Senhor vai trazer um novo tempo em relacionamentos com a esposa, com os filhos, com a igreja. Amém. Amém. O Senhor nos lembra lá em Efésios 4:32. Assim, né? Ele fala, Paulo falou, né? Efésios 4:32: “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.” Colossenses 3:13 diz assim: “Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” Mas também nós vamos endurecer o nosso coração como o outro ladrão da cruz, tá? Achando que podia se aproveitar da situação. Amém. Vamos colocar de lado essa natureza humana. Às vezes de achar que estamos sofrendo uma injustiça. Amém. Mateus 18:21 e 22, né? Nossa, irmãos, eu já viajei nesse texto assim. Quem tem uma cabeça matemática às vezes é difícil, né? Você fica tentando arrumar uma forma de contar o que Jesus quis dizer, né? Mais uma vez, né, ali em Mateus 18:21 diz que Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar o meu irmão quando ele pecar contra mim?” “Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Eu digo a você, não até sete, mas até 70 x 7.” Primeira vez que eu ouvi esse texto, a primeira coisa que eu pensei foi 490 vezes. Então, né? Mas, irmãos, vamos ser sinceros. Jesus, Jesus estava dizendo assim: “Pedro, quantas vezes for necessário nós devemos perdoar?” Porque é isso que nós recebemos do Senhor todos os dias, perdão. Amém. Romanos 12, né? Do 9 até o 21, ele diz assim, Paulo fala a partir do versículo 9 assim, Romanos 12:9: “O amor seja sem hipocrisia. Odeiem o mal e apeguem-se ao bem. Amem uns aos outros com amor fraternal. Quanto à honra, deem sempre preferência aos outros. Quanto ao zelo, não sejam preguiçosos, sejam fervorosos do espírito, servindo o Senhor. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação e perseverem na oração. Ajudem a suprir a necessidade dos santos. Pratiquem a hospitalidade. Abençoem aqueles que perseguem vocês. Abençoem e não amaldiçoem. Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram. Tenham o mesmo modo de pensar uns para com os outros. Em vez de serem orgulhosos, sejam solidários com os humildes. Não sejam sábios aos seus próprios olhos. Não paguem a ninguém mal por mal. Procurem fazer o bem diante de todos. Se possível, no que depender de vocês, vivam em paz com todas as pessoas. Meus amados, não façam justiça com as próprias mãos, mas deem lugar à ira de Deus, pois está escrito: ‘A mim pertence a vingança, eu é que retribuirei’, diz o Senhor. Faça o contrário. Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer. Se tiver sede, dê-lhe de beber. Porque fazendo isto você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele. Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.” Irmão, se eu pudesse resumir essa palavra em três frases, seriam assim: mesmo merecendo, entre aspas, mesmo não merecendo, entre aspas, podemos sofrer os danos pelos nossos familiares, pela nossa fé, pelos nossos irmãos. Pedir perdão. A gente precisa praticar isso e perdoar. Não estamos fazendo nada mais do que dar o que recebemos. A impressão que eu tenho no meu coração, que é a impressão que eu tenho para a minha vida, é que talvez eu esteja inserido nesses três tópicos aqui. Ninguém está em um só ou em nenhum deles. A verdade é essa. Ninguém está em nenhum deles, né? Sei lá, talvez tem alguém aqui que está só no primeiro, não merece, mas está passando pela situação. Mas a impressão que eu tenho é que se a gente for dividir a nossa vida em áreas, sempre tem uma área que a gente vai estar encaixado em um desses. E o Senhor hoje nos chama para praticar essas três frases. Mesmo não merecendo, podemos pelos nossos sofrer o dano. Pedir perdão a gente vai precisar sim. E perdoar é apenas dar o que recebemos do Senhor. Imagina se ele tivesse dito: “Esse aqui não estará lá”, hein? Será que a gente pode orar um pouquinho, irmãos, conversar com o Senhor? Amém.

O Segredo do Evangelho: Tudo Passa por Cristo

Eita, Jesus. Um dos grandes segredos do evangelho é que tudo passa por Cristo. Eu estava comprando um produto essa semana e o rapaz virou para mim e disse assim: “Você merece.” Eu disse para ele assim: “Não tente massagear meu ego, porque meu ego está na cruz. O que eu merecia alguém pagou por mim.” Queridos, eu creio que sofrer o dano, mesmo tendo razão, ou liberar perdão, não é algo que é natural do homem, isso é natural de Deus. Então, faço a pergunta que o Rafa fez para a Mariazinha com tanta sabedoria: “Quem não pode faltar na tua vida? Quem não pode faltar na tua casa? Quem não pode faltar nos teus negócios? Quem não pode faltar nos teus pensamentos? Quem não pode faltar nos teus olhares? Quem não pode faltar nos teus sentimentos?” Se a resposta é Cristo, efetivamente nós podemos experimentar uma vida de Deus nessa terra de vitórias, de alegria. Amém. Amém.

Cristo Vive em Mim: Gálatas 2:20

Queridos, eu creio nisso, mas eu queria finalizar com esse texto de Gálatas 2, que eu creio que é o grande segredo para nós. Versículo 20 diz assim: “Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Há tanto poder na vida de Cristo. Sem dúvida, Rafa e horas nos falando acerca de Cristo aqui, como qualquer homem. Mas, irmãos, desde que eu me converti, assim somos nós. Nós precisamos ter experiências pessoais com Jesus. Ele tem muito a nos falar, nos corrigir, nos direcionar. Há um poder tão profundo na vida de Cristo em nós, nessa vida que agora vivemos nessa carne, a vida do Filho de Deus. Enquanto estávamos louvando, Paulo veio antes e falou sobre Deus não nos condena pelo que sentimos. E é uma verdade isso, porque como vimos o próprio filho sentiu dores. Mas Deus no louvor me deu uma palavra. Eu queria orar junto com você sobre esta palavra. Talvez muitos de nós aqui tenhamos, estejamos vivendo situações na nossa alma, na nossa vida pessoal, que está longe daquilo que Cristo quer que você viva nele. Há uma vida, há um viver de Cristo de liberdade. Há um viver em Cristo longe das trevas, longe do poder das trevas. Há um viver em Cristo em plena alegria. É possível ter alegria? Sim. É possível. É possível vivermos plenamente nesta terra diante do Senhor, diante dos homens? Sim, é possível. Cristo assim viveu. Cristo assim nos garante uma novidade de vida.

Oração e a Vida em Cristo

Eu quero orar junto com você, queridos, para todos nós termos uma experiência viva com o Cristo vivo, que ainda está vivendo entre nós, não como homem aqui, porque ele está nos céus, mas através do seu Espírito Santo. E esse viver que vivemos na carne, vivemos na fé do Filho de Deus que nos amou e a si mesmo se entregou para nós. Eu quero dizer que é possível você viver com plena liberdade em Cristo nessa terra, em plenitude de alegria, para quando você for testemunhar sobre Jesus, você vai dizer: “Olha, meu ego está na cruz, mas nem por isso eu sou um homem infeliz. Eu sou o homem mais feliz do mundo. Eu abro mão mesmo sabendo que estou certo, mas sou feliz por isso. Por quê? Porque o Cristo que vive em mim, ah, queridos, está um poder sobre nós. Pai santo, nós queremos nos apresentar a ti. Nós precisamos nos apresentar. Nós necessitamos nos apresentar a ti. Como essa canção é uma verdade, Senhor, nós precisamos de ti. Nós precisamos de ti para abrir mão quando sabemos que estamos certos e sofrer o dano como tu sofreste naquela cruz. Tu entregaste teu filho para homens e mulheres que não mereciam. Entregaste seu filho para homens e mulheres que eram inimigos, que nada queriam saber de ti, Senhor, entregaste o teu filho naquela cruz. Estavas plenamente certo, como certo eternamente tu és, Senhor. Perfeitos são os teus caminhos. Mesmo assim, tu abriste mão do teu filho Jesus, Senhor Pai, muito obrigado, Senhor. Nos apresentamos a ti porque para perdoar nós precisamos ter plena convicção em nosso coração que fomos por ti perdoados. Espontaneamente em Cristo nos perdoaste. E essa espontaneidade, como nós vimos aqui, custou a vida do teu filho na cruz. Obrigado, Pai. Obrigado, Senhor, porque somos homens e mulheres que recebemos o perdão. Podemos liberar perdão. Mas, Pai, tudo isso passa pela vida de Cristo em nós. Quanto de Cristo estamos vivendo, o quanto de Cristo nos permitimos ser vividos em nós, Senhor Pai Santo, em nome de Jesus, nós nos apresentamos a ti, Senhor, para corrigirmos aquilo que o Teu Espírito Santo está nos falando para corrigir, Senhor, em nome de Jesus. Em nome de Jesus, ajuda-nos a colocar em prática aquilo que a tua palavra nos coloca, Senhor, em nome de Jesus, para vivermos a tua vida, tu viveres a tua vida em nós plenamente, em nome de Jesus. Amém. Queridos, podem ficar de pé. Abençoa teu irmão, declara uma semana cheia de Cristo, cheia de Cristo Jesus. E através dele podemos perdoar. Através dele podemos abrir mão, mesmo sabendo que estamos certos. Sofremos o dano porque ele sofreu por nós. Graça do Senhor sobre nossas vidas. Aleluia.

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