síria

Capítulo 6 – Carta de Petrônio, governador da Síria, aos dórios, acerca da estátua do imperador que eles colocaram na sinagoga. O rei Agripa entrega o sumo sacerdócio a Matias. Marcos é constituído governador da Síria.

“Petrônio, governador, por Tibério Cláudio César Augusto Germânico, aos magistrados dórios. Eu soube que, após o edito de Cláudio César Augusto Germânico, que permite aos judeus viver segundo as suas leis, alguns dos vossos tiveram a insolência de profanar a sua sinagoga, colocando lá uma estátua. Eles ofenderam também à sua religião e à piedade… ler mais »

Capítulo 11 – Caio ordena a Petrônio, governador da Síria, que obrigue os judeus, pelas armas, a receber a sua estátua no Templo. Petrônio, comovido pelas súplicas dos judeus, escreve em favor deles.

Esse soberbo príncipe, não podendo tolerar que os judeus fossem os únicos a recusar obedecer-lhe, enviou Petrônio à Síria para ser governador em lugar de Vitélio, com ordem de entrar com armas na Judéia e colocar a sua estátua no Templo, em Jerusalém, se os judeus o consentissem, ou de fazer-lhes guerra e obrigá-los a… ler mais »

Capítulo 6 – Vitélio entrega aos judeus a guarda das vestes sacerdotais do sumo sacerdote. Trata em nome de Tibério com Artabano, rei dos partos. Causa de seu ódio por Herodes, o tetrarca. Filipe, tetrarca de Traconites, da Galautida e da Batanéia, morre sem filhos. Seus territórios são anexados à Síria.

Vitélio foi a Jerusalém, pela festa da Páscoa, sendo recebido com grandes honras. Ele restituiu aos habitantes o direito que tinham sobre os frutos vendidos e permitiu aos sacerdotes que guardassem eles mesmos, como outrora, o éfode e os outros ornamentos sacerdotais, que estavam então na fortaleza Antônia, onde eles haviam sido postos pelo motivo… ler mais »

Capítulo 5 – Tibério manda expulsar todos os judeus de Roma. Pilatos castiga os samaritanos que se haviam reunido e pegado em armas. Eles o acusam perante Vitélio, governador da Síria, que o obriga a ir a Roma para se justificar.

Um judeu, que era um dos piores homens do mundo e que havia fugido de seu país para evitar o castigo pelos seus crimes, juntou-se com três outros que não eram melhores que ele. Em Roma, exerciam a profissão de intérpretes da Lei de Moisés. Então uma mulher da sociedade, de nome Fúlvia, que abraçara… ler mais »

Capítulo 15 – Arquelau desposa Glafira, viúva de Alexandre, seu irmão. Augusto, ante as queixas que os judeus fazem dele o relega para Viena, nas Gálias, e une à Síria os territórios que ele possuía. Morte de Glafira.

Depois quer Arquelau voltou à judéia e tomou posse de sua Etnarquia, tirou o sumo sacerdócio de Joazar, filho de Boeto, que ele acusava de ter favore­cido o partido dos sediciosos e a deu a Eleazar, irmão de Joazar. Reconstruiu depois magnificamente o palácio de Jerico, fez levar para uma planície de pal­meiras que tinha… ler mais »

Capítulo 12 – Grande revolta na judéia, enquanto Arqueiau estava em Roma. Varo, governador da Síria, reprime-a. Filipe, irmão de Arqueiau, vai também a Roma, na esperança de obter uma parte do reino. Os judeus mandam embaixadores a Augusto para pedir-lhe que os dispense de obedecer aos reis e que os reúna à Síria. Falam-lhe contra Arquelau e contra a memória de Herodes.

Antes de Augusto dar por terminado este assunto, Maltacé, mãe de Arqueiau, caiu doente e morreu. Augusto soube por cartas de Varo, governador da Síria, que depois da partida de Arqueiau haviam surgido grandes perturbações na judéia; que ele para lá tinha ido logo, com suas tropas, que tinha feito castigar todos usar autores, e… ler mais »

Capítulo 7 – Antípatro volta de Roma para a judéia e é acusado na presença de Varo, governador da Síria, de ter querido envenenar o rei, seu pai. Herodes fá-lo pôr numa prisão e escreve a Augusto a esse respeito.

Herodes dissimulava sua cólera contra Antípatro e escreveu-lhe que logo que tivesse terminado os negócios que o retinham em Roma, viesse procurá-lo o mais depressa possível, a fim de que sua ausência não lhe fosse prejudicial. Fazia-lhe somente algumas leves queixas de sua mãe, com promessa de logo que tivesse regressado ele esquecer-se-ia do descontentamento… ler mais »

Capítulo 19 – Cássio e Marcos, partindo da Síria, dão a Herodes o comando do exército que haviam reunido e prometem fazê-lo rei. Malico manda envenenar Antipatro. Herodes dissimula, fingindo não o saber.

Cássio e Marcos, após terem reunido um exército, deram o comando a Herodes, bem como o de seus navios, e o fizeram governador da Baixa Síria, prometendo fazê-lo rei depois que terminasse a guerra empreendida contra Antônio e o jovem César (depois cognominado Augusto). Tão grande autoridade, unida a esperanças ainda maiores, aumentou o temor… ler mais »

Capitulo 15 – Antipatro continua a granjear grande reputação na guerra do Egito. César vem à Síria, confirma Hircano no cargo de sumo sacerdote e presta grandes honras a Antipatro, não obstante as queixas de Antígono, filho de Aristóbulo.

Quando Mitridates e Antipatro chegaram a Delta, deram combate aos inimigos em um lugar chamado Campo do judeus. Mitridates comandava a ala direita, e Antipatro, a esquerda. A de Mitridates foi desbaratada e seria comple­tamente destruída se Antipatro, que já tinha por sua vez vencido os inimigos, não tivesse vindo prontamente em seu auxílio, ao… ler mais »

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