rei

Capítulo 32 – Manahem torna-se chefe dos revoltosos, continua o cerco do palácio e os sitia; eles são obrigados a se retirar às torres reais. Manahem, que se fazia de rei, é executado em público; os que haviam formado um partido contra ele continuam o cerco, tomam aquelas torres, que se rendem e faltam à palavra aos romanos, matam-nos a todos, com exceção do seu chefe.

Entretanto Manahem — filho de Judas, galileu, o grande sofista que desde o tempo de Cirênio censurava os judeus, que em vez de obedecer a Deus somente, eram tão covardes que reconheciam o domínio dos romanos — com o auxílio de algumas pessoas ilustres, tomou à força Massada, onde estava o arse­nal de Herodes e… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 29 – O discurso do rei Agripa persuade o povo. O príncipe, exortando-o a obedecer a Floro até que o imperador lhe tenha dado um sucessor, fá-lo ficar irritado, de tal modo, que o expulsa da cidade com palavras ofensivas.

O povo persuadiu-se com estas palavras, acompanhou o rei e a rainha Berenice ao Templo, e começou a trabalhar para reedificar a galeria. Nesse mesmo tempo, alguns oficiais foram por todo o país recolher o que faltava, para pagar os tributos e logo reuniram quarenta talentos. Assim o rei Agripa julgou ter eliminado o motivo… ler mais »

Capítulo 28 – Floro comunica a Céstio, governador da Síria, que os judeus se tinham revoltado; e eles, por seu lado, acusam Floro perante ele. Céstio manda observadores para se informarem da verdade. O rei Agripa vem a Jerusalém e encontra o povo disposto a tomar as armas se não lhe fizerem justiça contra Floro. Grande discurso ele faz para dissuadi-lo, falando-lhe do poderio romano.

Floro apenas chegou a Cesaréia, procurou novamente pretextos para manter a guerra. Mandou dizer a Céstio, governador da Síria, que os judeus se tinham revoltado e por uma vergonhosa mentira acusou-os de terem feito o mal que ele mesmo fizera. Os principais de Jerusalém não deixaram, por sua vez, bem como a rainha Berenice, de… ler mais »

Capítulo 20 – O imperador Cláudio dá a Agripa, filho do rei Agripa, o Grande, o reino da Cálcida que Herodes seu tio tivera. A insolência de um soldado das tropas romanas causa em Jerusalém a morte de um grande número de judeus. Outra insolência de outro soldado. *

______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Vigésimo, capítulos 3 e 4, Antigüidades Judaicas, Parte I. Depois da morte de Herodes, rei da Cálcida, o imperador Cláudio deu seu reino a Agripa, seu sobrinho, filho do rei Agripa, de que acabamos de falar; Cumano sucedeu a Tibério Alexandre no governo da Judéia. Foi… ler mais »

Capítulo 19 – Morte do rei Agripa, cognominado o Grande. Sua posteridade. A pouca idade de Agripa, seu filho, é causa de que o imperador Cláudio reduza a judéia a província. Manda para lá, como governador, a Cáspio Fado e, depois, Tibério Alexandre. *

___________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Nono, Capítulo 7, Antigüidades Judaicas, Parte I. O rei Agripa era então muito mais poderoso e mais rico do que podia esperar e não empregou seus bens em coisas vãs, mas começou por cercar Jeru­salém com uma muralha tão forte que, se a tivesse podido… ler mais »

Capítulo 18 – O imperador Caio foi assassinado e o Senado quis retomar sua antiga autoridade; mas os soldados declaram imperador a Cláudio e o Senado é obrigado a ceder. Cláudio confirma o rei Agripa no reino da Judéia, acrescenta-lhe ainda outras terras e dá a Herodes, seu irmão, o reino da Cálcida. *

_______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Nono, capítulos 1, 2 e 3, Antigüidades Judaicas, Parte I. Esse príncipe, que se havia tornado odioso a todos, por sua horrível desumanidade e por sua loucura, foi assassinado depois de ter reinado somen­te três anos e meio, e os soldados que estavam em Roma… ler mais »

Capítulo 16 – O imperador Caio Calígula dá a Agripa a tetrarquia que Filipe tinha e o faz rei. Herodes, o tetrarca, cunhado de Agripa, vai a Roma para também ser declarado rei, mas em vez de obter o trono, Caio ainda dá a sua tetrarquia a Agripa. *

______________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Oitavo, capítulo 9, Antigüidades Judaicas, Parte I. Caio, cognominado Calígula, sucedeu a Tibério e pôs Agripa em liberdade, deu-lhe ainda a tetrarquia de Filipe, que havia falecido, e o fez rei. Herodes, o tetrarca, sentiu inveja, vendo-o guindado a tão alta posição: Herodíada, sua mulher,… ler mais »

Capítulo 13 – Morte de Salomé, irmã do rei Herodes, o Grande. Morte de Augusto. Tibério sucede-o no Império.

Depois que os países que Arquelau possuía, sob o título de etnarquia, foram reduzidos a províncias, Filipe e Herodes, cognominado Antipas, continua­ram como antes, em suas tetrarquias. Salomé, em virtude do testamento, cedeu à imperatriz Lívia,* mulher de Augusto, sua toparquia, com Jâmnia e as palmeiras que tinha mandado plantar em Fazaelida. ___________________________ * Ele… ler mais »

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