rainha

Capítulo 2 – Resposta ao que Ápio diz em desabono dos judeus com relação à cidade de Alexandria, como também ao que ele diz, fazendo crer que de lá é originário e ao que ele afirma para justificar a rainha Cleópatra.

Vejamos agora os erros insuportáveis que os de Alexandria atribuem aos judeus. “Quando — diz Ápio — os judeus vieram da Síria, eles se estabeleceram ao longo da orla marítima num lugar sem portos e batido pelas ondas.” Não faz ele, falando desse modo, uma grave injustiça a essa cidade, que ele falsamente diz ser… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 11 – Augusto, ante as queixas que os judeus lhe fazem de Arquelau, exila-o para Viena, nas Gálias, e confisca-lhe todos os bens. Morte da princesa Glafira, que Arquelau havia desposado e que tinha sido casada em primeiras núpcias com Alexandre, filho do rei Herodes, o Grande, e da rainha Mariana. Sonhos que tiveram.

Quando Arquelau entrou de posse da sua etnarquia, a lembrança e res­sentimento pelas perturbações passadas fizeram que ele tratasse rudemente, não só os judeus, mas também os samaritanos. Uns e outros, não podendo tolerá-lo por mais tempo, mandaram no nono ano de seu governo alguns embaixadores a Augusto, para fazer-lhe queixas. Este, então, exilou-o para… ler mais »

Capítulo 4 – Diversas guerras feitas por Alexandre, rei dos judeus. Sua morte. Deixa dois filhos, Hircano e Aristóbulo, e constitui regente a rainha Alexandra, sua mulher. Ela dá excessiva autoridade aos fariseus. Sua morte. Aristóbulo usurpa o reino de Hircano, seu irmão mais velho. *

_____________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Terceiro, capítulos 23 e 24, e no Livro Décimo Quarto, capítulo 1, Antigüidades Judaicas, Parte I.   Esta paz de que Alexandre gozava foi perturbada pelo rei Antíoco, cognominado Dionísio, irmão de Demétrio e o último da família de Seleuco. Como este príncipe tinha vencido… ler mais »

Capítulo 2 – Izate, rei dos adiabenianos, e a rainha Helena, sua mãe, abraçam a religião dos judeus. Sua excelsa piedade e grandes feitos desse príncipe que Deus protege visivelmente. Fado, governador da Judéia, manda castigar um homem que enganava o povo e os que o tinham seguido.

Por esse tempo, a rainha Helena e Izate, seu filho, rei dos adiabenianos, abraçaram a religião dos judeus, pelo motivo que vou expor. Monobazo, cognominado Bazeu, rei daquela nação, ficou possuído de uma paixão violenta por aquela princesa, que era sua irmã, e a desposou. Ela ficou grávida, e, estando ele deitado junto dela, adormecido,… ler mais »

Capítulo 1 – Após a morte da rainha Alexandra, Hircano e Aristobulo, seus filhos, travam uma batalha. Aristobulo vence, e eles fazem um tratado: a coroa fica com Aristóbulo e Hircano contenta-se com a vida privada.

Mostramos no livro precedente qual foi a vida e a morte da rainha Alexandra. Falemos agora do que aconteceu em seguida, pois devemos cui­dar em nada omitir, por negligência ou por esquecimento. Embora aqueles que fazem a narração de fatos históricos e procuram esclarecer as coisas que o tempo obscureceu não se devam descuidar da… ler mais »

Capítulo 23 – Diversas guerras dos reis da Síria. Alexandre, rei dos judeus, toma várias praças. Sua morte e conselho que dá à rainha Alexandra, sua mulher, para conquistar os fariseus e ser amada pelo povo.

Antioco, cognominado Dionísio, irmão de Filipe, apoderou-se de Da­masco, fez-se declarar rei e para isso serviu-se da ausência do irmão, que tinha ido fazer guerra aos árabes. Logo que Filipe o soube, voltou apressadamente e entrou em Damasco por meio de Mileze, comandante da fortaleza. Mas, para fazer crer que era o terror do seu… ler mais »

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