império

Capítulo 38 – Incrível júbilo que as províncias da Ásia demonstram pela escolha de Vespasiano, para o império. Ele põe Josefo em liberdade de maneira muito honrosa.

Foi incrível a rapidez com que a notícia da escolha de Vespasiano para o trono do império se divulgou pelo Oriente e a alegria que causou esta notícia foi tão geral, que todas as cidades festejaram aquele dia e se ofereceram inúmeros sacrifícios para lhe desejar um feliz reinado. As legiões que estavam na Moésia… ler mais »

Capítulo 21 – Grande divergência entre os judeus da Galiléia e os samaritanos que Cumano, governador da Judéia, favorece. Quadrato, governador da Síria, manda-o a Roma com vários outros para se justificar diante do imperador Cláudio e tnanda matar alguns. O imperador manda Cumano para o exílio, confia a Félix o governo da fudéia e dá a Agripa, em vez do reino da Cálcida, a tetrarquia que tinha sido de Filipe e vários outros territórios. Morte de Cláudio. Nero o substitui no império. *

________________________________ * Este registro também se encontra no Livro Vigésimo, capítulo 5, Antigüidades Judai­cas, Parte I. Aconteceu nesse mesmo tempo uma grande divergência entre os judeus da Galiléia e os samaritanos, pelo fato que vou narrar. Vários judeus vieram a Jerusalém para participar da festa, e um deles, que era galileu, foi morto na aldeia… ler mais »

Capítulo 13 – Morte de Salomé, irmã do rei Herodes, o Grande. Morte de Augusto. Tibério sucede-o no Império.

Depois que os países que Arquelau possuía, sob o título de etnarquia, foram reduzidos a províncias, Filipe e Herodes, cognominado Antipas, continua­ram como antes, em suas tetrarquias. Salomé, em virtude do testamento, cedeu à imperatriz Lívia,* mulher de Augusto, sua toparquia, com Jâmnia e as palmeiras que tinha mandado plantar em Fazaelida. ___________________________ * Ele… ler mais »

Capítulo 2 – Os soldados deliberam elevar Cláudio, tio de Caio, ao trono do império. Discurso de Saturnino no senado em favor da liberdade. Chereas manda matar a imperatriz Cesônia, mulher de Caio, e sua filha. Boas e más qualidades de Caio. Os soldados resolvem constituir Cláudio imperador e levam-no ao campo. O senado envia deputados para rogar-lhe que desista dessa intenção.

Enquanto o senado deliberava, os soldados, por seu lado, também tro­cavam idéias. Consideradas todas as coisas, pareceu-lhes que, se o governo po­pular fosse restabelecido, seria incapaz de sustentar o peso da direção de tantos reinos e províncias. E, mesmo que fosse possível, eles não teriam nenhuma vantagem. Além disso, se acontecesse de algum dos principais… ler mais »

Capítulo 3 – Morte de Salomé, irmã do rei Herodes, o Grande. Morte de Augusto. Tibério sucede-o no governo do império. Herodes, o tetrarca, constrói em honra de Tibério a cidade de Tiberíades. Agitações entre os partos e na Armênia. Outras perturbações no reino de Comagena. Germânico é enviado de Roma ao Oriente para consolidar ali a autoridade do império, e é envenenado por Pisão.

Depois que Cirênio vendeu os bens confiscados a Arquelau e terminou o inventário, que se realizou trinta e sete anos depois da batalha de Áccio, ganha por Augusto contra Antônio, os judeus se rebelaram contra Joazar, sumo sacer­dote, e ele tirou-lhe o cargo e deu-o Anano, filho de Sete. Vimos como Herodes e Filipe foram… ler mais »

Capítulo 1 – Os chefes dos exércitos de Alexandre, o Grande, dividem o império depois de sua morte. Tolomeu torna-se de improviso senhor de Jerusalém. Manda várias colônias de judeus ao Egito e confia neles. Guerras contínuas entre Jerusalém e os samaritanos.

Alexandre, o Grande, morreu, depois de vencer os persas e tratar Jeru­salém do modo como falamos. Seu império foi dividido entre os chefes de seu exército: Antígono recebeu a Ásia; Seleuco, a Babilônia e as nações vizinhas; Lisímaco, o Helesponto; Cassandro, a Macedônia e Tolomeu, filho de Lago, o Egito. Houve divergências entre eles com… ler mais »

Capítulo 8 Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, passa da Europa para a Ásia e destrói o império dos persas. Quando se julga que vai destruir Jerusalém, ele perdoa os judeus e trata-os favoravelmente.

Nesse mesmo tempo, Filipe, rei da Macedônia, foi morto à traição na cidade de Egéia, por Pausânias, filho de Ceraste, que era da família dos Orestes. Alexandre, o Grande, seu filho, sucedeu-o. E, passando o estreito do Helesponto, entrou na Ásia e venceu, numa grande batalha perto do rio Grânico, os que comandavam o exército… ler mais »

Capítulo 11 – O exército de Nabucodonosor toma Jerusalém, saqueia o Templo e o queima, bem como ao palácio real, destruindo completamente a cidade. Nabucodonosor manda matar Seraías, sumo sacerdote, e vários outros. Faz vazar os olhos de Zedequias e leva-o escravo à Babilônia, bem como um grande número de judeus. Zedequias morre. Nomes dos sumos sacerdotes. Gedalias é constituído por Nabucodonosor chefe dos hebreus estabelecidos na Judéia. Ismael mata-o e leva os prisioneiros. João e seus amigos perseguem-no e os livram. Retiram-se para o Egito contra o conselho e a opinião de Jeremias. Nabucodonosor, após vencer o rei do Egito, leva os escravos para a Babilônia. Faz educar com muito cuidado as crianças judias que eram da nobreza. Daniel e três de seus companheiros, todos parentes do rei Zedequias, estão entre eles. Daniel, então chamado Beltessazar, explica a Nabucodonosor um sonho. O rei dignifica Daniel e seus companheiros com os mais altos cargos do império. Os três companheiros de Daniel, Sadraque. Mesaque e Abede-Nego, recusam-se a adorar a estátua que Nabucodonosor mandou fazer. São atirados a uma fornalha ardente, e Deus os salva. Nabucodonosor, depois de outro sonho, que Daniel também Ibe explica, passa sete anos no deserto com os animais. Volta ao seu estado primitivo. Sua morte. Trabalhos soberbos por ele executados em Babilônia.

Nabucodonosor apertava cada vez mais o cerco. Mandou construir altas tor­res, com as quais sobrepassava as muralhas da cidade, e também grande quantidade de plataformas tão altas quanto os muros. Os habitantes, por sua vez, defendiam-se com todo o empenho e com toda a coragem possível, sem que a fome e a peste pudessem esmorecê-los…. ler mais »

Barra lateral