cidade

Capítulo 3 – Morte de Salomé, irmã do rei Herodes, o Grande. Morte de Augusto. Tibério sucede-o no governo do império. Herodes, o tetrarca, constrói em honra de Tibério a cidade de Tiberíades. Agitações entre os partos e na Armênia. Outras perturbações no reino de Comagena. Germânico é enviado de Roma ao Oriente para consolidar ali a autoridade do império, e é envenenado por Pisão.

Depois que Cirênio vendeu os bens confiscados a Arquelau e terminou o inventário, que se realizou trinta e sete anos depois da batalha de Áccio, ganha por Augusto contra Antônio, os judeus se rebelaram contra Joazar, sumo sacer­dote, e ele tirou-lhe o cargo e deu-o Anano, filho de Sete. Vimos como Herodes e Filipe foram… ler mais »

Capítulo 13 – Herodes manda construir uma soberba cidade em honra de Augusto, à qual dá o nome de Cesaréia. Envia a Augusto os seus dois filhos, Alexandre e Aristóbulo, que tivera de Mariana. Augusto concede-lhe ainda novos favores. Causa do bom tratamento que Herodes dispensava aos essênios.

Herodes, tendo notado ao longo do mar a torre de Estratão, cuja situa­ção era muito vantajosa, edificou ali uma cidade de forma e beleza admiráveis. Não somente os palácios eram magníficos, construídos de mármore branco, como também apresentavam belíssima arquitetura as casas dos particulares. E o porto, com dimensões semelhantes às do Pireu, onde os… ler mais »

Capítulo 13 – O rei Antíoco Epifânio morre de tristeza por ter sido obrigado a levantar vergonhosamente o cerco da cidade de Elimaida, na Pérsia, onde pretendia saquear um templo consagrado a Diana, e por causa da derrota de seus generais pelos judeus.

1 Macabeus 6. Por esse mesmo tempo, o rei Antíoco Epifânio, que, como vimos, havia partido para as províncias superiores, soube que havia, numa cidade muito rica da Pérsia, de nome Elimaida, um templo consagrado a Diana, cheio de dádivas, dentre as quais escudos e couraças presenteados por Alexan­dre, o Grande, filho de Filipe da… ler mais »

Capítulo 7 – O rei Antíoco, recebido na cidade de Jerusalém, destrôi-a completamente, saqueia o Templo e constrói uma fortaleza. Abole o culto a Deus. Vários judeus abandonam a religião. Os samaritanos renunciam a sua nacionalidade e consagram o templo de Gerizim ao Júpiter grego.

O temor de se meter numa guerra contra os romanos obrigou o rei Antíoco a abandonar a conquista do Egito. Ele veio então com o seu exército a Jerusalém, cento e quarenta e três anos depois que Seleuco e seus sucessores começaram a reinar na Síria. Sem dificuldade, tornou-se senhor dessa praça, porque os de… ler mais »

Capítulo 11 – O exército de Nabucodonosor toma Jerusalém, saqueia o Templo e o queima, bem como ao palácio real, destruindo completamente a cidade. Nabucodonosor manda matar Seraías, sumo sacerdote, e vários outros. Faz vazar os olhos de Zedequias e leva-o escravo à Babilônia, bem como um grande número de judeus. Zedequias morre. Nomes dos sumos sacerdotes. Gedalias é constituído por Nabucodonosor chefe dos hebreus estabelecidos na Judéia. Ismael mata-o e leva os prisioneiros. João e seus amigos perseguem-no e os livram. Retiram-se para o Egito contra o conselho e a opinião de Jeremias. Nabucodonosor, após vencer o rei do Egito, leva os escravos para a Babilônia. Faz educar com muito cuidado as crianças judias que eram da nobreza. Daniel e três de seus companheiros, todos parentes do rei Zedequias, estão entre eles. Daniel, então chamado Beltessazar, explica a Nabucodonosor um sonho. O rei dignifica Daniel e seus companheiros com os mais altos cargos do império. Os três companheiros de Daniel, Sadraque. Mesaque e Abede-Nego, recusam-se a adorar a estátua que Nabucodonosor mandou fazer. São atirados a uma fornalha ardente, e Deus os salva. Nabucodonosor, depois de outro sonho, que Daniel também Ibe explica, passa sete anos no deserto com os animais. Volta ao seu estado primitivo. Sua morte. Trabalhos soberbos por ele executados em Babilônia.

Nabucodonosor apertava cada vez mais o cerco. Mandou construir altas tor­res, com as quais sobrepassava as muralhas da cidade, e também grande quantidade de plataformas tão altas quanto os muros. Os habitantes, por sua vez, defendiam-se com todo o empenho e com toda a coragem possível, sem que a fome e a peste pudessem esmorecê-los…. ler mais »

Capítulo 13 – Acaz, rei de Judá, pede auxílio a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, que devasta a Síria, mata Rezim, rei de Damasco, e toma a cidade. Horrível impiedade de Acaz. Sua morte. Ezequias, seu filho, sucede-o. Peca, rei de Israel, é assassinado por Oséias, que usurpa o trono, mas é vencido por Salmaneser, rei da Assíria. Ezequias restaura inteiramente o culto a Deus, vence os filisteus e despreza as ameaças do rei da Assíria.

2 Reis 16 e 17. Depois de tão grande perda, Acaz, rei de Judá, enviou embaixadores com ricos presentes a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, para pedir-lhe socorro contra os israelitas, os sírios e os damasquinos, prometendo-lhe uma grande quantia de dinheiro. O soberano veio em pessoa com um poderoso exér­cito, devastou toda a Síria, tomou… ler mais »

Capítulo 4 – Sisaque, rei do Egito, sitia a cidade de Jerusalém. Roboão a entrega covardemente. Sisaque saqueia o Templo e leva todos os tesouros deixados por Salomão. Morte de Roboão. Abião, seu filho, sucede-o. Jeroboão manda a mulher consultar o profeta Atas a respeito da doença de Obimés, seu filho. O profeta diz que ele morrerá e prediz a ruína do rei e de toda a sua família, por causa da impiedade.

Deus, para aplicar a sua justa vingança sobre Roboão, serviu-se de Sisaque, rei do Egito. (Heródoto engana-se quando atribui esse fato a Sosester.) Esse sobe­rano, Sisaque, entrou no país no quinto ano do reinado de Roboão, com um exército de mil e duzentos carros, sessenta mil cavaleiros e quatrocentos mil soldados de infantaria, composto na… ler mais »

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