campos

Capítulo 14 – Petrônio manda trabalhar na execução da estátua, mas lentamente; esforça-se em vão por persuadir os principais dos judeus a recebê-la. Todos abandonam as cidades e os campos para ir procurá-lo e rogar-lhe que não executasse aquela ordem que lhes era mais insuportável que a mesma morte, mas lhe permitisse mandar embaixadores ao imperador.

Os oficiais romanos que tinham mais relações com Petrônio nos assuntos da Síria inclinavam-se para a solução da guerra; conheciam o furor de Caio e não duvidavam de que se se recusassem a cumprir suas ordens, ele descarregaria imediatamente sobre eles toda a sua cólera, certo de que eles também tinham tido parte na desobediência…. ler mais »

Capítulo 25 – A cidade de Gadara entrega-se voluntariamente a Vespasiano, e Plácido, mandado por ele, contra os judeus dispersos pelos campos, mata também um grande número deles.

Vespasiano estava a par de tudo o que acabamos de narrar, por aqueles que vinham de Jerusalém entregar-se a ele; ainda que os zelotes guardassem cuidadosamente todas as passagens, e não perdoassem a um só dos que lhes caíam nas mãos, alguns sempre conseguiam escapar. Esses desertores pediram a Vespasiano que tivesse pena deles e… ler mais »

Capítulo 11 – Os judeus, que roubavam nos campos, lançam-se sobre Jerusalém. Horrível crueldade e impiedade que lá praticam. O sumo sacerdote Anano subleva o povo contra eles.

Em tal miséria, as guarnições das cidades, pensando somente em viver, segundo sua vontade, sem se incomodar com a pátria, não cuidavam em defen­der os oprimidos; os chefes dos ladrões depois de se terem unido e organizado, dirigiram-se para Jerusalém. Não encontraram obstáculo, quer porque ninguém tinha autoridade, quer porque a entrada estava sempre aberta… ler mais »

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