augusto

Capítulo 14 – Sileu recusa-se a cumprir as ordens dos governadores constituídos por Augusto e vai procurá-lo em Roma. Herodes entra armado na Arábia e toma o castelo em que os ladrões se haviam refugiado.

Sileu recusou-se a fazer o que lhe havia sido ordenado e foi a Roma procu­rar Augusto. Herodes, então, entrou com um exército na Arábia. Marchou com tanta rapidez que percorreu em três dias de caminho o que se costuma fazer em sete e atacou os ladrões no castelo de Repta, para onde eles se haviam… ler mais »

Capítulo 9 – Herodes, depois de construir Cesaréia, consagra-a em honra de Augusto e nela promove espetáculos de incrível magnificência para o povo. Constrói ainda outras cidades e diversos edifícios. Sua extrema liberalidade para com os estrangeiros e severo rigor para com os súditos.

Nesse mesmo tempo, a cidade de Cesaréia, cujos alicerces tinham sido lançados havia dez anos, foi terminada, no ano vinte e oito do reinado de Herodes e na centésima nonagésima segunda Olimpíada. Ele quis celebrar a dedicação com toda a suntuosidade possível e imaginável. Mandou vir de todas as partes todos os que tinham fama… ler mais »

Capítulo 7 – Antípatro incita de tal modo o pai contra Alexandre e Aristóbulo, seus irmãos, que Herodes os leva a Roma e os acusa perante Augusto de haverem atentado contra a sua vida.

A viagem de Antípatro a Roma, com as cartas de recomendação do rei seu pai a todos os seus amigos, foi-lhe muito honrosa. Mas ele estava pesaroso, temendo que a sua ausência o impedisse de continuar a caluniar os irmãos e que Herodes retomasse para com eles sentimentos mais favoráveis. Assim, não deixava de incitá-lo… ler mais »

Capítulo 13 – Herodes manda construir uma soberba cidade em honra de Augusto, à qual dá o nome de Cesaréia. Envia a Augusto os seus dois filhos, Alexandre e Aristóbulo, que tivera de Mariana. Augusto concede-lhe ainda novos favores. Causa do bom tratamento que Herodes dispensava aos essênios.

Herodes, tendo notado ao longo do mar a torre de Estratão, cuja situa­ção era muito vantajosa, edificou ali uma cidade de forma e beleza admiráveis. Não somente os palácios eram magníficos, construídos de mármore branco, como também apresentavam belíssima arquitetura as casas dos particulares. E o porto, com dimensões semelhantes às do Pireu, onde os… ler mais »

Capítulo 10 – Herodes fala com toda generosidade a Augusto e conquista a sua amizade. Acompanha-o ao Egito e o recebe em Ptolemaida com tão extraordinária magnificência que granjeia a estima de todos os romanos.

Depois que Herodes providenciou tudo, embarcou para Rodes, onde foi procurar Augusto. Compareceu à sua presença com todos os ornamentos da dignidade real, exceto a coroa, e jamais demonstrou maior coragem na maneira de falar. Pois, em vez de usar de rogos e amáveis desculpas, para induzir o rei a perdoá-lo, como se faz ordinariamente… ler mais »

Capítulo 9 – Antônio é derrotado por Augusto na batalha de Áccio. Herodes mata Hircano e qual o pretexto para isso. Decide procurar Augusto. Ordens que dá antes de partir.

Depois de tão vantajoso resultado, Herodes voltou a Jerusalém cheio de honras e de glória. Mas, quando parecia viver na mais franca prosperidade, a vitória de Augusto sobre Antônio, em Áccio, o colocou em tão grande perigo que ele se julgou perdido. Todos os seus amigos e inimigos eram do mesmo parecer, pois ninguém se… ler mais »

Capítulo 6 – Herodes pretende socorrer Antônio contra Augusto. Antônio, porém, obriga-o a continuar os planos de guerra aos árabes. Herodes entra no país dos árabes, vence-os, mas perde outra luta, quando julgava ter vencido a guerra.

Herodes, cuja coragem não podia tolerar tal injustiça e desprezo dos árabes, preparava-se para entrar com armas no país deles, quando uma grande guerra civil rebentou entre os romanos, para se decidir a quem pertenceria o império do mundo, se a Antônio ou a Augusto. A batalha de Áccio, que se travou na centésima octogésima… ler mais »

Capítulo 26 – Herodes é declarado em Roma rei da Judéia por Antônio, com o auxílio de Augusto. Antígono sitia Massada, defendida por José, irmão de Herodes.

A compaixão que Antônio sentiu da infelicidade a que a inconstância da sorte — que sente prazer em perseguir os homens mais ilustres — reduzira Herodes, a lembrança da maneira gentil com que Antípatro, seu pai, o havia recebido em casa, a consideração do dinheiro que ele lhe prometia se o fizesse rei, tal como… ler mais »

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