armas

Capítulo 28 – Floro comunica a Céstio, governador da Síria, que os judeus se tinham revoltado; e eles, por seu lado, acusam Floro perante ele. Céstio manda observadores para se informarem da verdade. O rei Agripa vem a Jerusalém e encontra o povo disposto a tomar as armas se não lhe fizerem justiça contra Floro. Grande discurso ele faz para dissuadi-lo, falando-lhe do poderio romano.

Floro apenas chegou a Cesaréia, procurou novamente pretextos para manter a guerra. Mandou dizer a Céstio, governador da Síria, que os judeus se tinham revoltado e por uma vergonhosa mentira acusou-os de terem feito o mal que ele mesmo fizera. Os principais de Jerusalém não deixaram, por sua vez, bem como a rainha Berenice, de… ler mais »

Capítulo 17 – O imperador Caio Calígula ordena a Petrônio, governador da Síria, que obrigue os judeus pelas armas a receber a sua estátua no Templo. Mas Petrônio, comovido por seus rogos, escreve-lhe em favor deles, o que lhe teria custado a vida, se esse príncipe não tivesse morrido logo depois. *

_____________________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Oitavo, capítulo 11, Antigüidades Judaicas, Parte I. O imperador Caio abusou de tal modo de sua boa sorte e deixou-se levar até o excesso do orgulho, chegando a se persuadir de que era deus e querendo que lhe dessem esse nome. Privou o Império, por… ler mais »

Capítulo 11 – Caio ordena a Petrônio, governador da Síria, que obrigue os judeus, pelas armas, a receber a sua estátua no Templo. Petrônio, comovido pelas súplicas dos judeus, escreve em favor deles.

Esse soberbo príncipe, não podendo tolerar que os judeus fossem os únicos a recusar obedecer-lhe, enviou Petrônio à Síria para ser governador em lugar de Vitélio, com ordem de entrar com armas na Judéia e colocar a sua estátua no Templo, em Jerusalém, se os judeus o consentissem, ou de fazer-lhes guerra e obrigá-los a… ler mais »

Capítulo 5 – Tibério manda expulsar todos os judeus de Roma. Pilatos castiga os samaritanos que se haviam reunido e pegado em armas. Eles o acusam perante Vitélio, governador da Síria, que o obriga a ir a Roma para se justificar.

Um judeu, que era um dos piores homens do mundo e que havia fugido de seu país para evitar o castigo pelos seus crimes, juntou-se com três outros que não eram melhores que ele. Em Roma, exerciam a profissão de intérpretes da Lei de Moisés. Então uma mulher da sociedade, de nome Fúlvia, que abraçara… ler mais »

Capítulo 3 – Alexandre Balas, filho do rei Antíoco Epifânio, entra com armas na Síria. A guarnição de Ptolemaida abre-lhe as portas, por causa do ódio que tinha ao rei Demétrio, que se prepara para a guerra.

No ano cento e sessenta, Alexandre, cognominado Balas, filho do rei Antíoco Epifânio, entrou com armas na Síria, e a guarnição da cidade de Ptolemaida entregou-lhe a praça, pelo ódio que tinha ao rei Demétrio, por causa do seu orgulho, que o tomava inacessível. Ele ficava encerrado num palácio real muito próximo de Antioquia e… ler mais »

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