anano

Capítulo 18 – Os idumeus continuam a praticar atos de crueldade em Jerusalém e particularmente contra os sacerdotes. Matam Anano, sumo sacerdote, e Jesus, outro sacerdote. Elogios desses dois grandes personagens.

Tanto sangue derramado não satisfez o furor dos idumeus; eles continua­ram a derramá-lo por toda a cidade; saquearam as casas e mataram a todos os que encontraram. Pouparam somente o povo, da camada mais baixa, porque não o julgavam digno de sua cólera; eram principalmente os sacerdotes o objeto de sua vingança. Apenas caíam-lhes nas… ler mais »

Capítulo 16 – Os idumeus vêm em socorro dos zelotes; Anano recusa-lhes a entrada em Jerusalém. Discurso que Jesus, um dos sacerdotes, lhes faz do alto de uma torre. A resposta.

Aqueles enviados conseguiram sair, sem que Anano nem as sentinelas não só lhes impedissem a passagem, mas nem mesmo vieram a saber do que acontecia; os governadores da Iduméia apenas receberam as cartas, correram como loucos por todo o país, incitando os outros à guerra. Todos tomaram das armas, com tanto entusiasmo para defender a… ler mais »

Capítulo 14 – Luta entre o povo e os zelotes, que são obrigados a abandonar o primeiro recinto do Templo e a se retirar para o interior do mesmo, onde Anano os cerca.

Anano, vendo o povo tão bem disposto, escolheu os que julgou mais aptos para tal empresa e os organizou. Os zelotes, que tinham espiões, foram avisados de sua intenção; atacaram-nos com pequenas tropas e confusamente, e não perdoaram a um só dos que puderam apanhar. Anano, então, reuniu o povo. Eram mais numerosos que os… ler mais »

Capítulo 12 – Os zelotes querem alterar a ordem estabelecida, referente à escolha dos grandes sacerdotes. Anano, sumo sacerdote, e outros dos principais sacerdotes incitam o povo contra eles.

Os zelotes (pois esses ímpios davam-se a si mesmos tal nome) para se salvar dos efeitos da ira do povo, fugiram para o Templo e lá fizeram sua fortale­za, estabelecendo nele a sede de seu governo tirânico. Dentre tantos males que causavam, nada era tão intolerável quanto seu desprezo pelas coisas mais santas. Para experimentar… ler mais »

Capítulo 11 – Os judeus, que roubavam nos campos, lançam-se sobre Jerusalém. Horrível crueldade e impiedade que lá praticam. O sumo sacerdote Anano subleva o povo contra eles.

Em tal miséria, as guarnições das cidades, pensando somente em viver, segundo sua vontade, sem se incomodar com a pátria, não cuidavam em defen­der os oprimidos; os chefes dos ladrões depois de se terem unido e organizado, dirigiram-se para Jerusalém. Não encontraram obstáculo, quer porque ninguém tinha autoridade, quer porque a entrada estava sempre aberta… ler mais »

Capítulo 8 – Albino sucede a Festo no governo da judéia e o rei Agripa dá e tira diversas vezes o sumo sacerdócio. Anano, sumo sacerdote, manda matar Tiago. Agripa engrandece e embeleza a cidade de Cesaréia de Filipe e a chama Neroniana. Graças que ele concede aos levitas. Relação de todos os sumos sacerdotes desde Aarão.

Morrendo Festo, Nero deu o governo da Judéia a Albino e o rei Agripa tirou o sumo sacerdócio de José para dá-lo a Anano. Anano, o pai, foi consi­derado como um dos homens mais felizes do mundo, pios gozou quanto quis dessa grande dignidade e teve cinco filhos que a possuíram também depois dele; o… ler mais »

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