tesouro

Capítulo 4 – Resposta ao que Ápio diz ante a afirmação de Possidônio e de Apolônio Molom, que os judeus tinham em seu tesouro sagrado uma cabeça de burro toda de ouro e a uma fábula, que ele inventou, isto é, que se engordava todos os anos no Templo um grego, para ser sacrificado, ao que ele acrescenta uma outra de sacerdote de Apoio.

Penso ter suficientemente respondido ao que Ápio diz contra nós, referente a Alexandria e não saberia admirar assaz a esquisitice de Possidônio e de Apolônio Molom, que lhe forneceram a matéria. Esses dois filósofos nos acusam de não adorar os deuses que as outras nações adoram; dizem mil mentiras sobre isso mesmo, e não se… ler mais »

Capítulo 27 – Floro obriga, com horrível maldade, os habitantes de Jerusalém a se apresentarem às tropas romanas que mandara vir de Cesaréia para saudá-las; mas ordena a essas tropas que os ataquem, em vez de lhes retribuir a saudação. O povo se põe na defensiva e Floro, não podendo realizar o desejo que tinha de saquear o sagrado tesouro, retira-se para Cesaréia.

Quando esse mau governador viu que a perturbação tinha cessado, pen­sou em recomeçá-la; e, para consegui-lo, mandou reunir os sacerdotes e as pes­soas mais ilustres de Jerusalém e disse-lhes que o único meio de mostrar que o povo queria para o futuro viver tranqüilo e em paz era comparecer à presença de duas coortes, que… ler mais »

Capítulo 5 – O rei Agripa retorna ao seu reino, coloca no tesouro do Templo a cadeia de ouro que era uma lembrança de sua prisão e designa o novo sumo sacerdote. Irrita-se com a insolência dos dórios, que haviam colocado na sinagoga uma estátua do imperador.

Depois que esses editos, pelos quais o imperador Cláudio demonstrava tan­ta afeto pelo judeus, foram publicados e enviados a Alexandria e a todos os outros países sujeitos ao Império Romano, ele permitiu a Agripa, a quem havia cumulado de honras e benefícios, voltar ao seu reino, e entregou-lhe cartas de recomendação endereçadas aos governadores e… ler mais »

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