principais

Capítulo 14 – Petrônio manda trabalhar na execução da estátua, mas lentamente; esforça-se em vão por persuadir os principais dos judeus a recebê-la. Todos abandonam as cidades e os campos para ir procurá-lo e rogar-lhe que não executasse aquela ordem que lhes era mais insuportável que a mesma morte, mas lhe permitisse mandar embaixadores ao imperador.

Os oficiais romanos que tinham mais relações com Petrônio nos assuntos da Síria inclinavam-se para a solução da guerra; conheciam o furor de Caio e não duvidavam de que se se recusassem a cumprir suas ordens, ele descarregaria imediatamente sobre eles toda a sua cólera, certo de que eles também tinham tido parte na desobediência…. ler mais »

Capítulo 33 – O exército de Otom foi vencido pelo de Vitélio e aquele suicida-se. Vespasiano avança para Jerusalém com seu exército e toma, de passagem, diversas cidades.Ao mesmo tempo Cerealis, um dos seus principais oficiais, também toma outras.

Não era somente a Judéia que experimentava os males que causa uma guerra civil; a mesma Itália também os sentia ao mesmo tempo. Galba fora mor­to no centro de Roma, e Otom, declarado seu sucessor; mas as legiões da Alema­nha escolhem Vitélio para a mesma honra e este disputa o império. Seus exérci­tos travam um… ler mais »

Capítulo 12 – Os zelotes querem alterar a ordem estabelecida, referente à escolha dos grandes sacerdotes. Anano, sumo sacerdote, e outros dos principais sacerdotes incitam o povo contra eles.

Os zelotes (pois esses ímpios davam-se a si mesmos tal nome) para se salvar dos efeitos da ira do povo, fugiram para o Templo e lá fizeram sua fortale­za, estabelecendo nele a sede de seu governo tirânico. Dentre tantos males que causavam, nada era tão intolerável quanto seu desprezo pelas coisas mais santas. Para experimentar… ler mais »

Capítulo 32 – Os principais habitantes de Tiberíades imploram a clemência de Vespasiano e ele perdoa-lhes em atenção ao rei Agripa. Jesus, filho de Tobias, foge de Tiberíades para Tariquéia. Vespasiano é recebido em Tiberíades e em seguida cerca Tariquéia.

Essa má ação deu tanto motivo de temor aos habitantes de Tiberíades, que, governados por Agripa, seu rei, eles se foram lançar aos pés de Vespasiano, para rogar-lhe que tivesse compaixão deles e que não atribuísse a toda a cidade o crime de alguns; mas perdoasse a um povo que sempre fora afeiçoado aos romanos… ler mais »

Capítulo 43 – Planos contra Josefo, formulados por João da Giscala, um homem muito mau. Diversos perigos graves que Josefo corre e de como se livrou deles e obrigou João a se encerrar em Giscala, de onde fugiu, e como os principais de Jerusalém mandam soldados e quatro pessoas de posição para destituir Josefo do governo. Josefo manda prender esses delegados e os envia a Jerusalém onde o povo quer matá-los. Estratagema de Josefo para retomar Tiberíades que se havia revoltado contra ele.

Enquanto Josefo procedia desse modo na Galiléia, João, filho de levitas, de Giscala, aparece em cena. Ele era muito mau, muito astuto, fingido e um grande mentiroso. A fraude para ele era uma virtude, dela usava mesmo com quem mantinha cordiais relações de amizade. Sua ambição não tinha limites; quanto mais crimes ele cometia, mais… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 3 – O rei Agripa fortalece Cláudio na resolução de aceitar o governo. Os soldados que tinham abraçado o partido do senado, abandonam-no e se unem aos que prestaram juramento a Cláudio, não obstante os esforços de Chereas para impedi-los. Cláudio torna-se imperador e condena Chereas à morte. Ele a sofre com maravilhosa firmeza. Sabino, um dos principais conjurados, suicida-se.

Cláudio, ciente de que o senado estava convencido de poder recon­quistar a sua primitiva autoridade, respondeu com muita modéstia, para não chocar os sentimentos deles. Porém não demorou muito a superar os seus temores, em parte pela proteção que lhe prometiam os soldados e em parte pelo fato de Agripa já o haver exortado a… ler mais »

Capítulo 9 – Nabucodonosor arrepende-se de ter escolhido Joaquim como rei. Manda buscá-lo como prisioneiro, juntamente com sua mãe, os principais amigos e um grande número de habitantes de Jerusalém.

Nabucodonosor arrependeu-se bem depressa de ter escolhido Joa­quim para rei de Judá. Ele temia que o ressentimento pela maneira como fora tratado o pai levasse o filho a se revoltar, e mandou um grande exército sitiá-lo em Jerusalém. Sendo Joaquim um príncipe muito bom e justo, o seu amor pelos súditos e o desejo de… ler mais »

Capítulo 8 – Jeoaquim, rei de Judá, recebe Nabucodonosor, rei da Babilônia, em Jerusalém, o qual lhe falta à palavra e o mata, bem com a vários outros. Leva escravos três mil dos principais judeus, dentre os quais o profeta Ezequiel. Joaquim é colocado no trono como rei de Judá, no lugar de Jeoaquim, seu pai.

Pouco tempo depois, o rei Nabucodonosor veio com um grande exér­cito, e o rei Jeoaquim, que não desconfiava dele e estava perturbado pelas predições do profeta, não se havia preparado para a guerra. Assim, ele o rece­beu em Jerusalém, confiante na palavra que dera Nabucodonosor de não lhe fazer mal algum. Mas ele faltou à… ler mais »

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