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Capítulo 1 – Antíoco Epifânio, rei da Síria, torna-se senhor de Jerusalém e suprime o serviço de Deus. Matias Macabeu e seus filhos restabelecem-no e vencem os sírios em vários combates. Morte de Judas Macabeu, príncipe dos judeus, e de João, dois dos filhos de Matias, que havia morrido muito tempo antes. *

_______________________ * Este registro também se encontra no Livro Décimo Segundo, capítulos 6, 7, 8, 9, 10, 11, 14 e 19, Antigüidades Judaicas, Parte I.   No mesmo tempo em que, por um sentimento de glória tão comum entre os grandes príncipes, Antíoco Epifânio e Ptolomeu, sexto rei do Egito, estavam em guerra, para decidir… ler mais »

Capítulo 7 – Guerra entre Aretas, rei de Petra, e Herodes, o tetrarca, que, tendo desposado a filha daquele, queria repudiá-la para casar-se com Herodias, filha de Aristóbulo e mulher de Herodes, seu irmão por parte de pai. O exército de Herodes é totalmente derrotado, e os judeus atribuem ao fato de ele ter colocado João Batista na prisão. Posteridade de Herodes, o Grande.

Nesse mesmo tempo, aconteceu, pelo motivo que passo a descrever, uma grande guerra entre Herodes, o tetrarca, e Aretas, rei de Petra. Herodes, que havia desposado a filha de Aretas e vivera muito tempo com ela, passou, numa viagem a Roma, pela casa de Herodes, seu irmão por parte de pai, filho da filha de… ler mais »

Capítulo 1 – Depois da morte de Judas Macabeu, Jônatas, seu irmão, é escolhido pelos judeus para general de suas tropas. Bacida, general do exército de Demétrio, tenta matá-lo à traição e, não conseguindo, ataca-o. Grande combate e bela retirada de Jônatas. Os filhos de Amar matam João, seu irmão. Jônatas se vinga. Bacida cerca Jônatas e Simão, seu irmão, em Betalaga. Eles o obrigam a levantar o cerco.

1 Macabeus 9. Vimos no livro precedente que os judeus se libertaram da escravidão dos macedônios pela coragem e valor de Judas Macabeu, que foi morto no último dos muitos combates nos quais se empenhara para reconquistar a liberdade. Depois da perda desse generoso chefe, aqueles de nossa nação que haviam abando­nado as leis de… ler mais »

Capítulo 7 – João, sumo sacerdote, mata seu irmão Jesua no Templo. Manasses, irmão de Jado, sumo sacerdote, desposa a filha de Sanabalete, governador de Samaria.

Depois da morte de Eliasibe, sumo sacerdote, Judas, seu filho, suce­deu-o. Tendo morrido Judas, João, seu filho, sucedeu-o, e foi causa de que Bagose, general do exército de Artaxerxes, profanasse o Templo e impusesse aos judeus um tributo de quinhentas dracmas, pagas à custa do público, para cada cordeiro que oferecessem em sacrifício. Isso aconteceu… ler mais »

Capítulo 11 – O exército de Nabucodonosor toma Jerusalém, saqueia o Templo e o queima, bem como ao palácio real, destruindo completamente a cidade. Nabucodonosor manda matar Seraías, sumo sacerdote, e vários outros. Faz vazar os olhos de Zedequias e leva-o escravo à Babilônia, bem como um grande número de judeus. Zedequias morre. Nomes dos sumos sacerdotes. Gedalias é constituído por Nabucodonosor chefe dos hebreus estabelecidos na Judéia. Ismael mata-o e leva os prisioneiros. João e seus amigos perseguem-no e os livram. Retiram-se para o Egito contra o conselho e a opinião de Jeremias. Nabucodonosor, após vencer o rei do Egito, leva os escravos para a Babilônia. Faz educar com muito cuidado as crianças judias que eram da nobreza. Daniel e três de seus companheiros, todos parentes do rei Zedequias, estão entre eles. Daniel, então chamado Beltessazar, explica a Nabucodonosor um sonho. O rei dignifica Daniel e seus companheiros com os mais altos cargos do império. Os três companheiros de Daniel, Sadraque. Mesaque e Abede-Nego, recusam-se a adorar a estátua que Nabucodonosor mandou fazer. São atirados a uma fornalha ardente, e Deus os salva. Nabucodonosor, depois de outro sonho, que Daniel também Ibe explica, passa sete anos no deserto com os animais. Volta ao seu estado primitivo. Sua morte. Trabalhos soberbos por ele executados em Babilônia.

Nabucodonosor apertava cada vez mais o cerco. Mandou construir altas tor­res, com as quais sobrepassava as muralhas da cidade, e também grande quantidade de plataformas tão altas quanto os muros. Os habitantes, por sua vez, defendiam-se com todo o empenho e com toda a coragem possível, sem que a fome e a peste pudessem esmorecê-los…. ler mais »

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