agripa

Capítulo 17 – Caio, comovido com a carta de Agripa, ordena a Petrônio que nada modifique no Templo de Jerusalém. Mas logo se arrepende de lhes ter concedido tal favor e manda fazer outra estátua em Roma para mandá-la secretamente a Jerusalém, quando fosse para Alexandria, onde queria fazer-se reconhecer como Deus. Injustiça e crueldade desse príncipe.

Depois que o rei Agripa mandou esta carta a Caio, ficou esperando a resposta, muito aflito e inquieto, julgando muito bem que não se tratava somente da conservação ou da ruína da Judéia, mas da de toda a nação dos judeus espalhada por toda a terra. A carta incitou no espírito de Caio diversos sentimentos…. ler mais »

Capítulo 16 – O rei Agripa vem a Roma e, tendo sabido do próprio Caio que ele queria mandar colocar sua estátua no Templo de Jerusalém, desmaia. Depois de se ter refeito daquela fraqueza e do espanto que se lhe seguiu, ele escreve para o príncipe.

Pouco depois, o rei Agripa chegava sem de nada saber, nem da carta de Petrônio, nem da resposta de Caio e quando foi saudá-lo, não teve dificuldade em perceber pela maneira como o recebeu, que ele ardia de cólera em seu coração. Procurou recordar-se para ver se havia feito alguma coisa que lhe pudesse desagradar… ler mais »

Capítulo 32 – Os principais habitantes de Tiberíades imploram a clemência de Vespasiano e ele perdoa-lhes em atenção ao rei Agripa. Jesus, filho de Tobias, foge de Tiberíades para Tariquéia. Vespasiano é recebido em Tiberíades e em seguida cerca Tariquéia.

Essa má ação deu tanto motivo de temor aos habitantes de Tiberíades, que, governados por Agripa, seu rei, eles se foram lançar aos pés de Vespasiano, para rogar-lhe que tivesse compaixão deles e que não atribuísse a toda a cidade o crime de alguns; mas perdoasse a um povo que sempre fora afeiçoado aos romanos… ler mais »

Capítulos 31 – O rei Agripa convida a Vespasiano para ir com seu exército descansar em seu reino e Vespasiano resolve submeter à obediência desse príncipe, Tiberíades e Tariquéia, que contra ele se haviam revoltado. Manda um oficial exortar os de Tiberíades a voltar ao cumprimento do dever. Mas Jesus, chefe dos revoltosos, obriga-o a se retirar.

Entretanto, o rei Agripa convidou Vespasiano para vir com seu exército ao seu reino, quer pelo desejo de homenageá-lo, quer porque pretendia repri­mir, por meio dele, as agitações em seu território; aquele general do exército romano partiu de Cesaréia, que está à beira-mar, para ir a Cesaréia de Filipe. Durante os vinte dias em que… ler mais »

Capítulo 38 – O rei Agripa manda dois generais aos revoltosos para procurar trazê-los à obediência. Eles matam um destes e ferem o outro e não os querem ouvir. O povo desaprova vivamente esse ato.

O rei Agripa vendo que aquela incrível multidão de judeus, que ocupava todas as montanhas e as colinas, fazia os romanos correrem grave perigo, resol­veu tentar trazê-los pela doçura à obediência, na esperança de que, se conseguis­se o seu intento, faria também terminar a guerra; ou, se não pudesse persuadi-los a todos, pelo menos conquistaria… ler mais »

Capítulo 31 – Os principais de Jerusalém, depois de se terem esforçado para abafar a revolta, mandam pedir tropas a Floro e ao rei Agripa. Floro, que só desejava a desordem, não lhes manda, mas Agripa envia-lhes três mil homens. Eles combatem contra os sediciosos, que sendo em número muito maior, os obrigam a se retirarem para o alto do palácio, queimam o arquivo dos atos públicos, com o palácio do rei Agripa e da rainha Berenice, e cercam o alto do palácio.

Os principais de Jerusalém, tanto sacerdotes como fariseus e outros, ven­do a cidade tão ameaçada, resolveram persuadir os sediciosos à obediência e à sujeição. Mandaram em seguida reunir o povo diante da porta de bronze da parte interior do Templo, que está voltada para o oriente, e começaram a falar da ousadia em se deixar… ler mais »

Capítulo 29 – O discurso do rei Agripa persuade o povo. O príncipe, exortando-o a obedecer a Floro até que o imperador lhe tenha dado um sucessor, fá-lo ficar irritado, de tal modo, que o expulsa da cidade com palavras ofensivas.

O povo persuadiu-se com estas palavras, acompanhou o rei e a rainha Berenice ao Templo, e começou a trabalhar para reedificar a galeria. Nesse mesmo tempo, alguns oficiais foram por todo o país recolher o que faltava, para pagar os tributos e logo reuniram quarenta talentos. Assim o rei Agripa julgou ter eliminado o motivo… ler mais »

Capítulo 28 – Floro comunica a Céstio, governador da Síria, que os judeus se tinham revoltado; e eles, por seu lado, acusam Floro perante ele. Céstio manda observadores para se informarem da verdade. O rei Agripa vem a Jerusalém e encontra o povo disposto a tomar as armas se não lhe fizerem justiça contra Floro. Grande discurso ele faz para dissuadi-lo, falando-lhe do poderio romano.

Floro apenas chegou a Cesaréia, procurou novamente pretextos para manter a guerra. Mandou dizer a Céstio, governador da Síria, que os judeus se tinham revoltado e por uma vergonhosa mentira acusou-os de terem feito o mal que ele mesmo fizera. Os principais de Jerusalém não deixaram, por sua vez, bem como a rainha Berenice, de… ler mais »

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